Goiás volta às ruas para pedir impeachment de Dilma

Manifestação em Goiânia começa às 14 horas na Praça Tamandaré. Outras dez cidades goianas também terão protestos

Foto: Reprodução/Facebook

Foto: Reprodução/Facebook

Quase um mês após o primeiro ato contra a gestão de Dilma Rousseff (PT), este domingo (12/4) será marcado mais uma vez por manifestações contra a presidente, que acontecem em mais de 400 cidades brasileiras e no exterior. Onze municípios goianos, incluindo a capital, participam dos protestos.

Assim como da primeira vez, a concentração em Goiânia acontecerá a partir das 14 horas na Praça Tamandaré. Até o momento, mais de 5 mil pessoas confirmaram presença no evento do Facebook. Na manifestação do dia 15 de março, mais de 60 mil goianienses foram às ruas, segundo a Polícia Militar.

As outras dez cidades goianas onde também acontecerão atos pelo impeachment da presidente são Caldas Novas, Rio Verde, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Trindade, Cidade de Goiás, Jataí, Montividiu, Piracanjuba e Itumbiara. Confira os locais e horários de concentração de cada um desses municípios:

Caldas Novas: Praça Central Mestre Orlando – 14hs
Rio Verde: Praça Matriz – 14hs
Aparecida de Goiânia: Avenida Rio Verde (próximo do Buriti Shopping) – 14hs
Anápolis: Praça Dom Emanuel – 14hs
Trindade: Em frente a Igreja Basílica do Divino Pai Eterno – 14hs
Cidade de Goiás: Praça dos Eventos -14hs
Jataí: Em frente à Catedral Divino Espírito Santo -14hs
Monitividiu: Praça das Mães -14hs
Piracanjuba: Praça do Relógio -14hs
Itumbiara: Praça da República – 17hs

2 respostas para “Goiás volta às ruas para pedir impeachment de Dilma”

  1. Avatar Antonio Alves disse:

    Em pizza já! Não há razoabilidade moral, jurídica ou política para se pedir o afastamento da presidente. O que há até o momento são acusações de que ela estaria envolvida em supostos casos de corrupção. Politicamente, a oposição precisaria de dois terços do Congresso para aprovar um pedido de afastamento que seria barrado no STF por inconstitucionalidade. Além do mais o afastamento da presidente já foi negado pela maioria da população há pouco mais de cinco meses. O que a oposição quer é a desvalorização salarial e a diminuição do poder aquisitivo do trabalhador para que o PT não venha usar isso como méritos para ganhar votos nas próximas eleições.

  2. Avatar Santos Mallman Santos disse:

    Esse grupo e tantos outros deviam colocar na balança e apresentar a
    sociedade todo CUSTO de tanta manifestação, tentativa de golpes,
    execração, maculação de imagem, tentar destroçar verdades e fatos reais,
    no intuito único de se alimentarem junto aos seguidores que “um dia”
    devam voltar ao Governo. Atacam sem tréguas o Governo sem delinear
    claramente o que de “tão errado” tem em comparação a tantos outros
    governos no mundo e mesmo no Brasil. Mesmos governos que são aliados a
    eles como Paraná e S. Paulo tem severos equívocos administrativos e
    certamente em grau muito pior ao que apontam existir no governo Federar.
    Com apenas 03 meses de um novo governo só má fé pode caracterizar
    atitudes assim. O pior disso tudo que – creio – custar anualmente entre 1
    a 2% do PIB essas manobras irresponsáveis. Ou seja na “onda” de
    “defender” a sociedade acabam lhes trazendo mais prejuízos!

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