Goiás tem segundo caso suspeito de febre chikungunya

De acordo com a SMS, não há riscos de que outra pessoa seja infectada na capital, já que foram realizados todos os procedimentos preventivos em tempo hábil

O segundo caso suspeito de febre chikungunya foi registrado em Goiás. Trata-se de uma mulher, com idade de 35 a 40 anos, que chegou a Goiânia após uma viagem a República Dominicana.

A febre chikungunya é uma doença viral, transmitida por mosquitos, com diversos registros na América Central. O caso da goianiense começou a ser investigado depois que ela procurou a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) com suspeitas de que estava com sintomas da doença. Ela tomou conhecimento da enfermidade por meio da mídia, quando foi noticiado o primeiro caso suspeito da febre no Estado.

De acordo com a SMS, não há riscos de que outra pessoa seja infectada na capital, já que foram realizados todos os procedimentos preventivos em tempo hábil. O ciclo de transmissão do vírus do mosquito é de 10 dias, e as medidas foram adotadas dentro deste prazo.

A mulher chegou a Goiás na última quinta-feira (3/7) sentindo dor de cabeça e nas articulações, febre, vômitos, diarreia, prostração e febre alta. Os sintomas são similares aos da dengue. Ela passou por exames e foi coletado material que deve ser analisado no Pará, em um instituto especializado nesse tipo de exame.

A febre chikungunya é transmitida por duas espécies de mosquitos: o Aedes aegypti — que também transmite a dengue — e o Aedes albopictus. Até o momento não há registro de pessoas infectadas no Brasil. Todas as ocorrências são de pessoas que viajaram para outros países e podem ter contraído a enfermidade.

Ainda não há vacinas ou remédios para a chikungunya. No momento, apenas os sintomas podem ser combatidos. As pessoas que se recuperam da doença ficam imunes a ela.

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