Goiás mantém saldo positivo na geração de empregos

Em março, segundo dados do Caged, foram criados 17.209 postos de trabalho no estado; é o terceiro mês consecutivo de expansão de vagas

Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas

Em março, Goiás registrou saldo positivo na geração de empregos pelo terceiro mês consecutivo, mostra o último balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Foram criados 17.209 postos de trabalho no estado no período, a maior parte concentrados na indústria da transformação, agropecuária e serviços.

O resultado é quatro vezes maior que o registrado em março do ano passado, demonstrando que há sinais positivos de superação da crise. Além de Goiás, somente Rio Grande do Sul e Santa Catarina registraram expansão no saldo positivo de empregos. A economia gaúcha gerou 24.643 vagas e a catarinense, 22.361. Assim, Goiás alcançou a terceira posição na criação de empregos. Todas demais unidades da federação registraram queda.

Segundo o governo estadual, entre os fatores que explicam a expansão do emprego estão a manutenção das políticas de estímulo à economia, com destaque para o Produzir — programa de incentivos fiscais –, as medidas de austeridade promovidas pelo governador Marconi Perillo (PSDB) (que, entre outros benefícios, não penalizaram a economia goiana com aumento de impostos) e a política de divulgação das potencialidades do estado no exterior por meio das missões comerciais.

Dos oito setores pesquisados, Goiás teve saldo positivo na geração de empregos no setor extrativista mineral (84), na indústria da transformação (4.066), no serviço industrial de utilidade pública (272), na construção civil (23), nos serviços (6.410) e na agropecuária (6.819). Perdas foram registradas no comércio (-415) e na administração pública (-50).

Nacional

Mesmo com o resultado positivo de Goiás, o Brasil registrou saldo negativo de 63,6 mil postos de trabalho perdidos, revertendo o resultado positivo de fevereiro, quando houve saldo positivo de 35,6 mil empregos.

 

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