Goiás apresenta leve queda de 0,3% no volume de vendas do comércio varejista, diz IBGE

Dados divulgados nesta quarta-feira, 7, apontam que em nível nacional, houve um avanço de 1,4%

Tecidos, vestuário e calçados foi o setor com maior aumento nas vendas | Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícia

Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira, 7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que em maio de 2021, o volume de vendas do comércio varejista goiano apresentou queda de 0,3%, na série com ajuste sazonal. Já em nível nacional, houve um avanço de 1,4%, na mesma base de comparação.

Porém, quando comparados maio de 2021 e maio de 2020, há um aumento de 10,7% no volume de vendas do comércio varejista goiano. Esse aumento ocorre principalmente porque maio de 2020 foi um dos piores meses para o comércio goiano devido à pandemia iniciada em março do mesmo ano. Com o avanço na comparação a 2020, o acumulado no ano vai a 4,3%. Em nível nacional, o volume de vendas do varejo apresentou comportamento semelhante, com um crescimento de 16,0% acumulando 6,8% de alta em 2021.

No comércio varejista ampliado goiano, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, o volume de vendas cresceu 0,9% em maio quando comparado com abril do mesmo ano. Já quando comparado com maio de 2020, na série sem ajuste sazonal, o volume de vendas do comércio varejista ampliado goiano apresentou um crescimento de 26,0%. Em nível nacional, houve avanço de 26,2%

Setor de vestuário lidera ranking

Segundo a pesquisa, o crescimento de 26,0% no volume de vendas do varejo ampliado goiano na comparação entre maio de 2021 e de 2020 pode ser explicado, pois oito das dez atividades pesquisadas tiveram crescimento significativo. O setor que apresentou o maior crescimento foi o de Tecidos, vestuário e calçados (151,7%), segundo crescimento em 2021, levando a um acúmulo positivo de 35,0% no ano.

Outro setor de destaque foi o de Livros, jornais, revistas e papelaria (86,0%), setor que vinha acumulando quedas desde março de 2020 e alcançou o segundo resultado positivo em 2021, porém ainda não foi suficiente para reverter a queda no acumulado do ano (-15,5%). O terceiro setor de maior avanço no mês foi o de Veículos e motos, partes e peças (67,5%), o grande responsável pelo crescimento do comércio varejista ampliado, apresentando o quarto crescimento consecutivo, acumulando no ano alta de vendas de 32,6% e 9,8% nos últimos 12 meses.

Os setores que apresentaram queda em maio de 2021 foram o de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-9,7%), décima queda seguida, apresentando acumulado negativo de 10,9% no ano; e o de Móveis e eletrodomésticos (-5,5%), segundo recuo em 2021, porém ainda mantendo o avanço nas vendas no acumulado do ano de 13,2%.

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