Goiânia pode confirmar primeiro caso de sarampo na cidade

Foram registradas, neste ano, oito notificações de casos suspeitos da doença na Capital, sendo que dois ainda permanecem em investigação

Foto: Divulgação

Só neste ano, foram registradas oito notificações de casos suspeitos de sarampo na capital, sendo que dois ainda permanecem em investigação, enquanto seis foram descartados. Conforme informações da prefeitura de Goiânia, um destes casos tem indícios fortes de confirmação da doença. Trata-se de um homem de 45 anos que teve viagem a São Paulo e retornou com sintomas característicos.

Em relação a este suspeito, a gestão, por meio da secretaria municipal de Saúde (SMS) informa que o primeiro exame deu positivo para a doença. Porém, conforme a pasta, um segundo exame é necessário após 15 dias para confirmação definitiva.

Plano

Em alerta, a SMS apresentou um plano de contingência para prevenção da doença, na última sexta, 9. O objetivo, conforma a diretoria de Vigilância em Saúde, é criar estratégias para melhoria de coberturas vacinais, bem como notificação, bloqueio e identificação de novos casos. A medida visa prevenir um possível surto na capital.

Ainda segundo a pasta, as faixas etárias com menores coberturas, na cidade, são de um a cinco anos com 85% de cobertura vacinal e adolescentes e adultos de 15 a 29 anos com 36% de cobertura, o que faz destes grupos prioritários. O Ministério da Saúde, vale destacar, afirma que a cobertura vacinal deve ser de 95% da população.

Para a superintendente de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim, “as crianças de um a cinco anos são prioritárias devido a chance de agravamento, e os jovens e adultos de 15 a 29 anos também, devido a baixa cobertura”. Aqueles, de 1 a 29 anos, que já tiverem duas doses de vacina tríplice/ou tetra viral no cartão, são considerados vacinados. Para pessoas de 30 a 49, basta uma dose de tríplice viral.

“Estamos monitorando cada caso suspeito e com um trabalho reforçado em várias frentes de atuação para que todos estejam protegidos com a vacina e assim reduzir a possibilidade de casos de sarampo”, afirma a Secretária Municipal de Saúde, Fátima Mrué.

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