Gays são mortos após usarem aplicativos de encontros e casos preocupam comunidade LGBT

Três homossexuais foram mortos em menos de 15 dias na cidade. Polícia Civil investiga as mortes, mas ainda não encontrou indícios que possam ligá-las

Na foto, Helton Ivo e Guilherme Pagotto, que foram dados como desaparecidos antes de terem seu corpo descoberto | Foto: Reprodução Facebook

Na foto, Helton Ivo e Guilherme Pagotto, que foram dados como desaparecidos antes de serem encontrados | Foto: Reprodução Facebook

A comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBT) de Uberlândia (MG) está preocupada depois que três homossexuais morreram em menos de 15 dias, dois deles após marcarem encontros por aplicativos de telefone.

Os casos envolvem o dentista Helton Ivo, o cabeleireiro Maximiliano de Oliveira e o jovem Guilherme Pagotto, sendo que Helton e Guilherme foram dados como desaparecidos antes de serem encontrados pela polícia. Um outro homem, também homossexual, está desaparecido desde que foi para Tupaciguara (MG) supostamente após receber uma proposta de trabalho.

Ainda investigando as mortes, a Polícia Civil (PC) diz não haverem indícios de que elas estejam interligadas. No entanto, como as vítimas tinham características comuns e eram homossexuais, a PC garantiu que vai reforçar as equipes para apurar a situação.

No caso de Maximiliano, que tinha 47 anos, a polícia chegou a identificar indícios de suicídio, depois de encontrá-lo no seu salão de beleza com um fio elétrico no pescoço. Depois que a hipótese foi levantada, a família entrou em contato com a PC e contou que ele tinha o costume de usar aplicativos para marcar encontros e que não acreditava que ele tenha se matado.

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Paulo Vinícius Batista

Quanto mais gay no mundo mais mulher sobrando, viva os gays !

Sanderson Gonçalves

Quanto mais idiotas, mais homofobia.