Flávio Buonaduce monta Observatório da Advocacia

Objetivo é levantar ideias, necessidades e expectativas de cada região por meio de coletas de propostas na capital e no interior do Estado

| Foto: Leoiran

“Estamos debatendo questões pertinentes aos advogados, percebendo a realidade de cada subseção para montar nosso plano de gestão”, disse Flávio Buonaduce, candidato pela OAB Forte| Foto: Leoiran

O candidato da OAB Forte, Flávio Buonaduce, trabalha em ritmo de pré-campanha. Para respeitar o regimento eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil, Flávio organizou um movimento interno chamado de observatório da advocacia goiana.

A ideia é aproveitar esse momento de composição de chapa para elaborar um plano de gestão, ouvindo pessoalmente — na medida do possível — e reunindo sugestões dos conselheiros seccionais e federais, presidentes de subseções e profissionais de todo o Estado.

Flávio já visitou 30 subseções e pretende percorrer quase todas até o registro da candidatura, que ao todo são 47. Em Goiânia, foram ouvidos cerca de três mil advogados. O objetivo é levantar ideias, necessidades e expectativas de cada região por meio de coletas de propostas na capital e no interior e fechar um projeto novo da OAB Forte em benefício do advogado e da instituição OAB.

“Estamos debatendo questões pertinentes aos advogados, percebendo a realidade de cada subseção para montar nosso plano de gestão. E esse plano precisa ser democrático até mesmo para legitimar o exercício do mandato”, disse Flávio Buonaduce.

Perguntado sobre o motivo de obedecer com rigor o regimento da OAB, o candidato da OAB Forte fez um paralelo entre o processo eleitoral da Ordem e o momento político que o País atravessa. “Qualquer processo eleitoral precisa ter preceito, seguir regra até para ser legítimo e ético. Tanto os advogados quanto qualquer brasileiro tem cobrado uma nova postura de seus candidatos e posteriormente de seus representantes. Não dá pra seguir na contramão da história”, afirmou.

Conforme Buonaduce, o advogado precisa dar o seu exemplo. “Não por se colocar de forma especial, mas pela responsabilidade da natureza constitucional das funções exercidas pela OAB de defesa da lei, da justiça, dos direitos humanos, previsto na Constituição Brasileira, precisa dar o seu exemplo. Se queremos agir em nome da justiça, temos de desempenhar esse encargo com hombridade e responsabilidade”, finaliza.

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