Fecomércio sugere mais rigor na fiscalização e avaliação quinzenal sobre Lei Seca proposta por Caiado em combate à Covid-19

Cerca de 97% dos prefeitos goianos são favoráveis a proposta feita pelo governador Ronaldo Caiado (DEM)

Presidente da Federação do Comércio de Goiás  (Fecomércio) | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

O presidente da Federação do Comércio de Goiás  (Fecomércio), Marcelo Baiocchi, explicou ao Jornal Opção que em relação a proposta da Lei Seca discutida durante videoconferência realizada na tarde de segunda-feira, 25, é preciso mais rigor na fiscalização e estudar o aumento de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) em Goiás.

Baiocchi destaca que é importante pensar outras medidas de combate e prevenção à Covid-19, além da Lei Seca. “O que a gente defende em paralelo é que haja uma fiscalização mais rígida de quem não cumpra essas medidas e também o aumento da oferta de leitos no Estado. Tivemos o fechamento de muitos leitos, mas com o crescimento da doença entendemos que é preciso aumentar essa  oferta de leitos”, pontua.

Para o presidente da Fecomércio, os bares e restaurantes tendo essa limitação de venda de bebidas alcoólicas terão o faturamento restringindo. “Na reunião que participamos nos sugerimos que fosse feito um estudo a cada 15 dias, a medida em que o índice de contaminação diminuir”, afirma Baiocchi.

Lei Seca

A proposta surgiu durante videoconferência realizada entre o governador Ronaldo Caiado (DEM) e autoridades preocupadas com o quadro atual da pandemia no Estado. Um novo decreto estadual deve ser publicado em breve com as novas regras, onde a partir das 22h não haverá mais venda de bebida alcoólica nos bares dos municípios goianos.

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