Expectativa de vida dos goianos sobe, mas continua abaixo da média brasileira

Em 2015, índice passou de 73,8 para 74 anos. Mortalidade infantil também é maior que a aferida em outros estados 

A expectativa de vida dos goianos subiu de 73,8 para 74 anos de 2014 para 2015. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (1º/12) mostram que, apesar da melhora, o índice aferido no estado é menor que a média do Brasil, de 75,5 anos. Nos dados estratificados, os homens de Goiás tem chances de atingir 70,9 e as mulheres, 77,3.

Santa Catarina aparece em primeiro lugar na tabela, com uma esperança de vida ao nascer de 78,7 anos, seguida pelo Espírito Santo (77,9) e pelo Distrito Federal (77,8). Do outro lado, com o pior indicador, está o Maranhão, onde a projeção é de apenas 70,3 anos. Piauí e Rondônia aparecem a seguir, com 70,9 e 71,1, respectivamente.

Segundo o IBGE, de 1940 a 2015, a esperança de vida ao nascer para ambos os sexos passou de 45,5 anos para 75,5 anos, um aumento de 30 anos.

Veja tabela abaixo:

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Mortalidade infantil

O IBGE também divulgou o índice de mortes de crianças menores de um ano por estado. Em Goiás, a taxa é de 15,35 a cada mil nascidos — superior à média nacional, de 13,82. O melhor resultado foi aferido no Espírito Santo (9,2), seguido por Santa Catarina (9,49) e Paraná (9,71).

Contudo, mesmo os estados onde os índices são menores ficam bem longe das taxas encontradas nos países mais desenvolvidos do mundo. Japão e Finlândia, por exemplo, possuem taxas na ordem de 2 óbitos infantis a cada mil.

Veja abaixo a tabela completa:

mortalidade-infantil-2015

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