Espetáculo “Maria Grampinho” no Dia Mundial da Paralisia Cerebral

Apresentação do Núcleo de Artes Integradas e Inclusão (NAIBF) será neste sábado (6), a partir das 9 horas da manhã, no Parque Flamboyant, em Goiânia. Entrada é gratuita

Espetáculo é uma das atrações da “Manhã Cultural pela Paralisia Cerebral” | Foto: Divulgação

O Núcleo de Artes Integradas e Inclusão Basileu França (NAIBF), do Itego em Artes Basileu França, apresenta neste próximo sábado (6), a partir das 9 horas da manhã, no Parque Flamboyant, em Goiânia, o espetáculo artístico “Maria Grampinho”. A entrada é gratuita.
A montagem é uma das atrações da “Manhã Cultural pela Paralisia Cerebral”, em comemoração ao Dia Mundial da Paralisia Cerebral.

O evento é promovido pela Re Up- Reabilitação Especializada, com patrocínio da ONG Moradia e Cidadania e apoio teatral do Instituto Arte e Inclusão (INAI), Centro Goiano de Voluntários (CVG) e Organização das Voluntárias de Goiás (OVG).

Segundo o diretor do espetáculo, Thiago Santana, “Maria Grampinho” foi o primeiro espetáculo montado neste formato com a participação do Núcleo de Artes Integradas e Inclusão Basileu França (NAIBF), visando à profissionalização dos artistas com e sem deficiência.

“Recebemos o convite para participar deste evento importantíssimo que vai discutir políticas públicas voltadas para pessoas com paralisia cerebral. Ficamos muito felizes por poder apresentar Maria Grampinho durante a programação deste evento, pois o NAIBF visa à inclusão de pessoas com e sem deficiência nas artes em geral”, esclarece.

Maria Grampinho
O espetáculo conta a história de uma mulher pequena e negra, que vive perambulando pelas ruas da cidade de Goiás, com uma trouxa na cabeça. Ela tem mais de 300 grampos brilhantes no cabelo, usa sete saias diferentes e vários botões. O desenrolar da narrativa mexe com a imaginação de todos, uma vez que há um mistério não revelado no enredo.

Maria Grampinho é o nome da personagem principal e seu dormitório é o porão da Casa da Ponte. No entanto, algumas indagações permanecem um mistério: Quem foram o pai, a mãe e a avó de Maria? Quantos anos ela tem? Essas perguntas continuam sem resposta… Maria Grampinho segue errante, sendo motivo de algazarra das crianças. Entretanto, ela tem pouso certo e é muito amada por duas famílias vilaboenses.

O espetáculo documentário é inspirado na literatura “O que teria na trouxa de Maria”, de Diane Valdez, e embalado pelas músicas de Débora de Sá e Lua Barreto. É dirigido por Thiago Santana e Gilvana Machado, coreografado por Itana Fleury, conta com direção musical de Nildo Santos e interpretação dos integrantes do Núcleo de Artes Integradas e Inclusão Basileu França (NAIBF), além da Interpretação da Língua Brasileira de Sinais (Libras) por Sarah Melgaço e figurino produzido em parceria com os alunos do Curso Superior de Produção Cênica do Basileu França.

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