Em primeiro ano de funcionamento, hospital Cora fez mais de 1,5 mil cirurgias e 2,8 mil sessões de quimioterapia, diz secretário
20 agosto 2026 às 18h30

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Em entrevista ao Jornal Opção, o secretário estadual de Saúde de Goiás, Rasível Santos, comemorou os números obtidos no primeiro ano de funcionamento do Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás, o Cora. A unidade, considerada uma das maiores e mais completas do Centro-Oeste no atendimento oncológico, recebeu os primeiros pacientes ainda em junho do ano passado e, desde então, fez mais 1,5 mil cirurgias e 5,8 mil consultas médicas.
“O Cora, neste primeiro ano de funcionamento, já atendeu 463 novos pacientes, realizou 2.841 sessões de quimioterapia, 1.552 cirurgias, muitas delas de grande porte, além de 5.884 consultas médicas e 5.658 exames de imagem. O Cora também conta com um ginásio de robótica e um ginásio de reabilitação”, detalhou Santos.
Segundo o secretário, o hospital foi “o primeiro da região Centro-Oeste com uma estrutura dessa dimensão”. “E, pelo que conheço, não há outro tão completo. Temos todos os equipamentos necessários para realizar a reabilitação oncológica dos pacientes.”
Com 44 mil metros quadrados de área construída, o hospital recebeu R$ 255,9 milhões em investimentos, entre obras e equipamentos. O Cora foi inaugurado oficialmente em setembro do ano passado, mas recebeu os primeiros 10 pacientes pediátricos ainda em junho.
“Ronaldo Caiado não inaugura um hospital que ainda não esteja funcionando, diferente do que era feito nos governos anteriores a 2018. Inaugurava-se o hospital, mas ele não entrava em funcionamento. Porque o maior custo de um hospital é o custeio. A construção é feita uma vez, a compra dos equipamentos, muitas vezes, também é um investimento pontual. Depois vêm a manutenção e, principalmente, o custo de manter o hospital funcionando”, afirmou Rasível Santos.
O secretário de Saúde ainda acrescentou: “Quando você coloca o hospital efetivamente em funcionamento, é isso que impacta o orçamento, que pesa de verdade no custeio da saúde e nas finanças do Estado.”


