Em Montevidéu, Marconi apresenta potencialidades da economia de Goiás

Autoridades uruguaias também conheceram programas goianos nas áreas de Segurança Pública, Educação e Cultura

Em reunião com ministro do Interior do Uruguai, Governador destacou números da economia de Goiás e do Brasil Central | Foto: Divulgação

Na agenda da Missão Comercial do Governo de Goiás no Cone Sul, nesta sexta-feira, (8/9), em Montevidéu, o governador Marconi Perillo (PSDB) se reuniu com o ministro do Interior, Eduardo Bonomi, e com o vice-Ministro da pasta Jorge Vázquez para apresentar as potencialidades de Goiás e falar sobre o Consórcio dos Governadores do Brasil Central.

O objetivo é atrair novos investimentos para o Estado e estreitar as relações comerciais entre os uruguaios e Goiás.

“O Brasil Central é uma região muito forte, com mais de 20 milhões de habitantes, grande produtor de carnes e grãos. São sete Estados que têm uma participação muito importante neste momento de crise que o Brasil atravessa”, disse o governador. Marconi lembrou que o Centro-Oeste é responsável por 50% da produção de alimentos do País e que a região está crescendo acima da média nacional, tanto em termos econômicos quanto humanos.

Entre os temas da reunião com o ministro do Interior, Eduardo Bonomi, foram tratados a segurança nas fronteiras e a necessidade de integração de Brasil e Uruguai nessa área. O ministro vai visitar Goiás para conhecer o Pacto de Segurança e os investimentos do Governo do Estado.

“Fico muito honrado de estar recebendo está primeira visita oficial do governador de Goiás aqui no país, principalmente num momento que o Brasil está em um processo de revitalização da sua economia. O papel de Goiás nesse processo é muito relevante”, declarou o embaixador do Brasil no Uruguai, Hadil Fontes da Rocha Vianna.

Educação

Mais cedo, p governador Marconi Perillo estabeleceu, em Montevidéu, termo de cooperação com o Governo do Uruguai nas áreas de educação e cultura. A parceria vai promover o intercâmbio de estudantes, por meio do Goiás Sem Fronteiras, formação de professores, ensino da língua inglesa e a aproximação das orquestras sinfônicas do país sul-americano e do Estado.

Marconi foi recebido na manhã desta sexta-feira pela subsecretária de Educação e Cultura do Uruguai, Edith Morais, para discutir os termos da cooperação. Acompanhado da secretária de Estado de Educação, Cultura e Esporte, Raquel Teixeira, o governador apresentou os números e os avanços da educação formal, superior e profissional do Estado e manifestou o interesse das instituições de ensino nas três áreas em estreitar os laços com o Uruguai. Os secretários da Fazenda, João Furtado, e de Gestão e Planejamento, Joaquim Mesquita, que compõem a comitiva, também participaram.

“Temos muito a cooperar em função das transformações que estamos vivendo na Educação, para que, juntos, possamos oferecer a oferecer o melhor ensino”, disse Edith Morais. Ela citou a intenção do governo uruguaio de trabalhar em conjunto no educação básica, com destaque para o ensino de inglês e a formação de professores, além dos investimentos para o emprego das novas tecnologias de informação e comunicação nas escolas.

A subsecretária e o governador também abriram a agenda de cooperação para que as Orquestras Sinfônicas do Uruguai e de Goiás aproximem seus músicos e direções para a formulação de um calendário de concertos nos dois países.

Missão Comercial

Marconi comanda até o próximo dia 13 Missão Comercial do Governo de Goiás no Cone Sul. Marconi e comitiva vão aos países vizinhos Uruguai, Argentina e Paraguai para apresentar as potencialidades da economia do Estado para autoridades, empresários e investidores dos três países sul-americanos. A Missão Comercial ao Cone Sul integra a agenda econômica de apresentação das oportunidades de investimentos em Goiás para companhias e investidores estrangeiros, que tem garantido ao Estado a atração de novos empreendimentos, com geração de empregos, mesmo durante a crise econômica nacional.

O objetivo da missão nos países sul-americanos é aprofundar as relações comerciais com os três países, especialmente nas áreas relacionadas ao agronegócio.

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