A condenação vai fazer a empresa Rápido Araguaia pagar uma indenização, em R$ 10 mil, para um rapaz com paralisia cerebral e deficiência motora usuária do transporte coletivo

A empresa Rápido Araguaia terá que indenizar um rapaz com paralisia cerebral e deficiência motora, após um ônibus não abrir a porta no Terminal Veiga Jardim, em Aparecida de Goiânia, para realizar o chamado Embarque Solidário. A indenização custará R$ 10 mil a empresa.

A intervenção do MPGO, foi feita pela promotora de Justiça Patrícia Teixeira Guimarães Gimenes, da 1ª Promotoria de Justiça de Aparecida de Goiânia, com atuação na área de Saúde e Cidadania. A mãe do rapaz que tem paralisia cerebral tetraespástica, deficiência intelectual grave e epilepsia focal controlada, se encaminhou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), após ter o pedido para o ônibus abrir a porta negado.

O motorista teria parado o ônibus um pouco mais à frente, para que pessoas sem deficiência entrassem, o que teria ferido o direito de acesso ao transporte coletivo. No processo, a promotora acusa a empresa por ter ferido os danos morais e negado as normas de acessibilidade a pessoa com deficiência.