Dori Mocó sobre expulsão de Friboi: “Como relator, não permitirei achincalhe”

Integrante da Comissão de Ética do PMDB, advogado afirma que analisará o processo meticulosamente antes de votar: “Votarei com minha consciência”

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Dori Mocó: “Ainda não decidi meu voto” | Foto: arquivo pessoal

Relator do processo que analisa a expulsão de Júnior Friboi do PMDB, o advogado Dorival Barsanulfo Mocó, o Dori Mocó, contou ao Jornal Opção Online que, a despeito do viés político das acusações, não se deixará levar por “brigas políticas”. “Tenho 30 anos de carreira, sou independente e votarei com minha consciência”, garantiu.

Para Dori, a defesa apresentada pelo empresário — que entregou as alegações finais na última quinta-feira (28/5) — é “consistente” e “bem representada”. “Estamos em processo de análise, ainda não decidi meu voto. Acredito que todos têm direito a se defender, não sucumbirei a pressões de apaixonados, estou seguindo o rito jurídico”, reforçou ele.

Tido como irista, o advogado rebate qualquer especulação de seu posicionamento: “Não devo satisfação a ninguém. Nenhum dos dois paga minhas contas, nem Iris, nem Friboi. Isso aqui é um julgamento”. Justamente por defender o conceito jurídico do processo, Dori insiste que não aceitará intromissões e, como relator, não permitirá “achincalhe”.

Questionado sobre o teor político das acusações contra Friboi, o relator avalia que, embora seja um tribunal de ética de um partido político, não se sentiria “confortável” em julgar “contra provas”. “Por mais que haja o lado político, não votaria contra minhas convicções. Vai da índole pessoal e eu não transgrido a minha”, arrematou.

O resultado oficial do julgamento deve ser divulgado no dia 22 de junho.

 

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