DF deve copiar modelo de OSs para saúde implantado pelo Governo de Goiás

Secretário de Saúde do DF visitou HUGO, HGG e CRER, hospitais da capital geridos por Organizações Sociais e se disse impressionado com tudo que viu

Secretário de Saúde do Distrito Federal, João Batista de Sousa, visita o HUGO | Foto: Carolina Oliveira

Secretário de Saúde do Distrito Federal, João Batista de Sousa, visita o HUGO | Foto: Carolina Oliveira

Após o governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) pedir ao secretário de Saúde, João Batista Sousa, para apresentar até a próxima sexta-feira (10/4) uma proposta para um novo modelo de gestão de hospitais para o DF, o secretário veio a Goiânia conhecer a gestão dos hospitais pelas Organizações Sociais (OSs).

O secretário visitou o Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO), o Hospital Alberto Rassi (HGG) e o Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER). João Batista elogiou os monitores que mostram, em tempo real, a situação dos hospitais de Goiás. “Muito bom, gostei muito. Igual a esse só tem um em Brasília. E olha que lá são 15″, comparou. Ele se disse impressionado com a estrutura dos hospitais, dando destaque ao centro cirúrgico do CRER.

João Batista se disse muito animado com o que viu e com os resultados alcançados pelas OSs. Por fim, o secretário afirmou que o modelo adotado pelo DF deve ser muito parecido com o criado pelo governador Marconi Perillo (PSDB) em Goiás.

João Batista acertou com Leonardo Vilela um calendário de visitas de servidores do Governo do Distrito Federal a Goiás nos próximos dias para absorver a expertise do governo Marconi em gestão de hospitais compartilhada com OSS. Nesta quinta-feira, ele próprio se encontrará com o governador em um evento do qual os dois participarão no município de Valparaíso, que fica na região do Entorno de Brasilia.

Na opinião do secretário, está provado que a administração direta, sozinha, é incapaz de levar a termo uma boa gestão em Saúde pública. “Temos 34 mil funcionários e um orçamento muito grande, mas para dar conta de todos os serviços eu teria de contratar outros nove mil. Se eu contratá-los, estouro a Lei de Reponsabilidade Fiscal (LRF). Não dá, é um sistema que não funciona mais”, afirma João Batista.

*Com informações da Secretaria da Saúde do Estado de Goiás

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