Desde a flexibilização, 90% do comércio varejista reabriu na capital

Para Sindilojas, embora não tenham atingido o volume de vendas esperado, os comerciantes concordam que é melhor que haja queda do que paralisação

A retomada do comércio varejista em Goiânia foi celebrada pelo segmento lojista. Embora não tenha atingido o volume de vendas esperado, os comerciantes concordam que é melhor que haja queda do que paralisação. Pelo menos é o que garante o presidente do Sindicato do Comércio Varejista no Estado de Goiás, Eduardo Gomes.

Durante o primeiro dia de reabertura do comércio, em decorrência do decreto municipal 1313, no último dia 14 de julho, 90% do comércio varejista reabriu na capital. Os 10% restantes ou não vão reabrir, devido a falência e outros motivos, ou não estavam preparados para a reabertura.

O setor celebra a portaria, publicada no dia 14 de julho, que permite às empresas recontratarem funcionário em menos de 90 dias depois da demissão. A regra vale para enquanto durar o estado de calamidade.

Segundo o presidente do Sindilojas, a medida pode dar fôlego para as empresas durante o período que durar a pandemia. Ele também lembra que o impacto das medidas de isolamento social no setor não foi maior devido à permissão para suspensão dos contratos de trabalho e redução salarial a partir de lei federal.

Assim, Eduardo Gomes aponta que o segmento concorda que é melhor uma retomada, mesmo com vendas baixas, do que uma paralisação, como ocorreu entre maio e a primeira semana de julho.

“Ficamos quase 120 dias parados. É um transporto terrível. Alguns lojistas ainda se preocupam com insegurança jurídica, já que veem em outros locais novas medidas de isolamento social. Mas nossa expectativa é que tenhamos uma retomada, com emprego. Há esperança para o lojista”, avalia.

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