Conselho de empresários ajudará prefeitura a modernizar município

Diretoria executiva, composta por seis membros, será paga pelo município. Projeto, encabeçado pelo deputado Lissauer foi enviado pelo prefeito e será votado em agosto

Dejana Maffissoni: "Conselho ajudará a cidade" | Foto: Facebook

Dejana Maffissoni: “Conselho ajudará a cidade” | Foto: Facebook

O deputado estadual Lissauer (PSD) trabalha, juntamente com um grupo de empresários e associações, para implantar o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Rio Verde (Coderv), que vem com o objetivo de trabalhar junto com a prefeitura em projetos nas diversas áreas do município com foco no desenvolvimento econômico. O projeto foi enviado à Câmara Municipal de Rio Verde pelo prefeito Juraci Martins (PSD), e deve ser votado em agosto.

Modelo foi copiado de Maringá, que possui um conselho há 20 anos. A ex-presidente da Associação Comercial e Industrial de Rio Verde Dejane Maffissoni — no cargo até junho deste ano — explicou que a ideia começou com a criação de um grupo dentro da associação para discutir problemas estruturais da cidade e sugerir melhorias para a administração pública.

“Trouxemos a ideia de Maringá, apresentamos às outras entidades e adequamos à realidade de Rio Verde”, explicou Dejane. A empresária assegura que o objetivo principal é planejar as ações a longo prazo não só na área de infraestrutura, como também Saúde, Educação e Cultura. A intenção é suprir as deficiência e planejar ações sem depender da mudança de gestão. “Vai ser aplicado ao longo do tempo. Vamos pensar em tudo e ajudar a administração a seguir o plano.”

Lissauer ressalta que o conselho será constituído por pessoas fora da política. “É apolítico. É um auxílio administrativo para poder planejar e atrair empresas”, sustenta. O deputado garante que para as grandes obras, por exemplo, o conselho será chamado para ajudar a elaborar um projeto e executá-lo, sem ônus à prefeitura. De acordo com o parlamentar, em Marigá o grupo elabora o projeto e doa à gestão. Não há, entretanto, mudança nos processos licitatórios, segundo o deputado.

O conselho terá uma diretoria executiva constituída por seis integrantes que serão pagos pela prefeitura, conforme explicou Dejane Maffissoni. Para um integrante ingressar na carreira política, deverá sair do grupo com três anos de antecedência. Os cerca de 90 cargos serão indicados pelas 30 entidades que fazem parte do conselho, dentre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Sindicato Rural, Maçonaria, sindicatos patronais e dos empregados. O mandato é de um ano, e prorrogável por mais um ano.

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Adalberto De Queiroz

Excelente iniciativa.

Marcio Marques Alves

Um conselho “apolítico” liderado por um político?! Sei