Delação premiada aponta irregularidades em contratos da Codego

Informações sobre o nome do delator, não foram divulgados, porque o acordo está sob sigilo. Companhia enviou nota onde diz que está ajudando a apurar “ações suspeitas”

A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) se posicionou o sobre a Operação Propinoduto, deflagrada pelo Ministério Público, nesta quinta-feira, 13, para apurar irregularidades em obras do anel viário que liga a BR-060 ao Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia). A investigação é baseada em acordo de colaboração premiada.

Em nota a a Companhia esclareceu que está ajudando a apurar “ações suspeitas” que, se descobertas, serão levadas às autoridades. Confira na íntegra:

Em nota a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás – CODEGO, esclarece que o objeto de investigação do Ministério Público do Estado de Goiás junto a esta Companhia já eram objeto de ações de auditoria e fiscalização por seus técnicos.

Lamentamos que ao longo do procedimento, os membros do Ministério Público negaram ao corpo de advogados desta Companhia vista aos autos de investigação, deixando de cumprir com a súmula vinculante nº 14 do Supremo Tribunal Federal e a Lei de prerrogativas dos procuradores desta Companhia, ferindo frontalmente a Lei infraconstitucional. 

De qualquer forma, informamos à população que qualquer ação suspeita ou irregular será devidamente apurada e levada ao conhecimento das autoridades competentes. Ressaltamos o estrito cumprimento da legislação vigente, especialmente aquelas decorrentes da transparência exigida na transição de governo. 

Finalmente toda a Diretoria da atual Gestão reitera o compromisso para a completa elucidação dos fatos, primando pela aplicação dos princípios administrativos, dos preceitos republicanos e de respeito à população.

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