“Decisão não é municipalista”, diz Lêda Borges sobre fim do Goiás na Frente

Deputada estadual já foi prefeita de Valparaiso de Goiás, um dos municípios que mais perde com o encerramento do programa

Foto: Arquivo

A deputada estadual Lêda Borges (PSDB) foi uma das críticas do anúncio do Governo do Estado sobre o encerramento do programa Goiás na Frente. Com dívidas deixadas para os municípios, e obras em andamento, gestão diz que não recursos para continuidade do convênio.

Para a peessedebista, a decisão vai contra o que foi prometido pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) em campanha. “Não é municipalista como propagou que seria, o Goiás na Frente não é de um governo, é de extrema importância para as cidades, é o retorno do recurso público direto às necessidades definidas pelos gestores municipais”, disse ao Jornal Opção.

Ela, que já foi prefeita de Valparaiso de Goiás preocupa-se com os danos que podem ser deixados para os prefeitos devido a obras inacabadas. A cidade do Entorno do Distrito Federal está entre elas.

Para Valparaiso, restam passar R$ 7,6 milhões para uma obra de pavimentação asfáltica e outra de recapeamento. O prefeito e aliado de Lêda, Pábio Mossoró (PSDB), já disse que caso o Estado não termine de repassar, irpa judicializar a administração.

O programa Goiás na Frente foi um convênio entre municípios e Estado para investimento em obras da escolha dos prefeitos. Cidades ainda não receberam nada do que foi acordado e outras ainda esperam receber o restante. A Secretaria de Governo já anunciou que não há condições de continuar e irá procurar meios de negociar com os municípios uma saída.

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Ronaldo Rodrigues

Entao ser municipalista é começar obras sem dinheiro, por a prefeitada pra assumir o desgaste e pedir voto. É melhor nao ser municipalista.