Data-base pode ser vetada parcialmente pelo Paço Municipal

Informação partiu do prefeito Paulo Garcia, em visita às obras do projeto Macambira-Anicuns. Se aprovado na Câmara, projeto geraria impacto de cerca de R$ 44 milhões

Prefeito disse que terá certeza sobre decisão após reuniões nesta tarde | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Prefeito disse que terá certeza sobre decisão após reuniões nesta tarde | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), afirmou nesta quinta-feira (29/1) que pode vetar parcialmente o projeto de lei de reposição salarial de 6,28% dos servidores públicos municipais. O petista pontuou que terá certeza de sua decisão após duas reuniões com assessores e sindicalistas ainda hoje.

“A diferença é que o projeto apresentado pelo Poder Executivo, previa gastos de R$ 12 milhões. E o que tem as emendas chega a R$ 44 milhões”, disse. Ele se refere aos complementos apresentados por vereadores da oposição e aprovados em sessão de autoconvocação em dezembro passado.

“Vamos dialogar alguma possibilidade [de mudança] entre os sindicatos e a administração”, comentou o prefeito. A proposta, de Djalma Araújo (SD), solicitava o pagamento retroativo da data-base a maio de 2014 e estendido a todos os servidores municipais. O original limitava-se apenas aos trabalhadores da educação.

Na terça-feira (27), em entrevista ao Clube dos Repórteres Políticos de Goiás, ele classificou a emenda de armadilha montada pelos oposicionistas. “Não é segredo para ninguém. Isso é uma armadilha para me colocar em atrito com os servidores”, reclamou.

Paulo Garcia tem até o próximo dia 2 de fevereiro para sancionar ou não a proposta. A matéria foi a última pauta votada de 2014, quando a Casa era presidida por Clécio Alves (PMDB). Os vereadores podem derrubar o veto. Os trabalhos do Poder Legislativo voltam em 19 de fevereiro.

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