Cremego cobra medidas para evitar vácuo de gestão no Hugo, após OS ter sido impedida de assumir

Fala foi do presidente, feita durante visita ao hospital, em que esteve presente, também, o conselheiro por Goiás no Conselho Federal de Medicina, Salomão Rodrigues Filho

Foto: reprodução

Com impasse sobre o destino da gestão do Hospital de Urgência de Goiânia (Hugo), o presidente do Conselho Regional de Medicinal de Goiás (Cremego), Leonardo Mariano Reis e conselheiro por Goiás no Conselho Federal de Medicina, Salomão Rodrigues Filho visitaram o Hospital nesta segunda-feira, 26.

A visita dos líderes foi motivada pelo possível vácuo de gestão no Hugo, após a Justiça suspender o Chamamento Público que autorizava a manutenção de uma nova gestão. Leonardo Reis afirma que há preocupação em manter o atendimento do local em pleno funcionamento.

“Eu espero que o governador, junto com o seu secretário de Saúde não deixem que seja criado um vácuo, uma transição, que deixe os pacientes desassistidos. Estamos acompanhando de perto”, pontua o presidente do Cremego.

O conselheiro do CFM pontua que a transição de OS, adiada para o dia 1º de outubro, gera insegurança. “Um hospital desse porte, responsável por uma quantidade imensa de atendimento de urgência é importante que as coisas fluam adequadamente, que cada etapa seja cumprida da melhor maneira possível”, disse.

Suspensão do chamamento

A Justiça entendeu que a OS chamada para assumir a gerência, oInstituto de Amparo a Pesquisa e Tecnologia Inovação na Gestão Pública (Ints), não estaria habilitado pelo certame.  No entanto, ao Jornal Opção, a Secretaria Estadual de Saúde  afirmou que Instituto atendeu todos os requisitos legais do chamamento público.

Segundo informações da assessoria de imprensa do secretário de Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, ele só irá se posicionar após receber as coordenadas que serão repassadas pela PGE. Alexandrino ainda não atendeu à imprensa e aguarda o resultado da análise do órgão para falar com jornalistas.

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