CPI ouve sócio da Precisa e busca fechar investigação sobre venda da Covaxin

Precisa Medicamentos intermediou a compra da vacina indiana Covaxin junto ao Ministério da Saúde

Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos | Foto: Reprodução/PF

A CPI da Covid ouve nesta quinta-feira, 19,  Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, que intermediou a compra da vacina indiana Covaxin junto ao Ministério da Saúde. A Comissão tenta fechar apuração sobre a participação de intermediárias na venda de imunizantes.

A compra da Covaxin foi suspensa após dois documentos apresentados pela Precisa ao Ministério da Saúde serem tidos como falsos. Um deles é uma autorização de que a empresa atuasse como distribuidora exclusiva do laboratório indiano Bharat Biotech. Relatório de auditoria realizada pelo órgão, revela que a compra não tem relação com corrupção ou desvios de dinheiro. A Precisa responsabiliza a Envixia, empresa baseada nos Emirados Árabes, por ter produzido a representação.

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que Maximiano não responda a “perguntas potencialmente incriminatórias a ele direcionadas”. Com isso, o sócio da Precisa Medicamentos precisará comparecer à CPI, mas poderá ficar em silêncio.

Em depoimento à CPI, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e o irmão, Luis Ricardo Miranda, que é servidor do Ministério da Saúde, indicaram que houve uma pressão indevida no Ministério da Saúde envolvendo a compra da vacina indiana.

*Com informações do O Globo

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