Conversa pelo WhatsApp determina suposta paternidade

Os dois envolvidos se conheceram em aplicativo de paquera online chamado Tinder e tiveram rápido relacionamento 

Uma troca de mensagens pelo aplicativo de celular Whatsapp foi utilizada pela 5ª Vara da Família de São Paulo para determinar a suposta paternidade de uma criança. O sentença se baseou na Lei 11.804/2008 que arbitra pelo movimento da assistência alimentar até o nascimento da criança com o pagamento de mil reais mensais pelo suposto pai.

“Nestes termos, levando-se em conta o binômio necessidade e possibilidade, fixo os alimentos gravídicos em 1,5 salário mínimo”, afirmou o juiz André Salomon Tudisco em sua sentença. O magistrado já havia definido anteriormente em liminar o pedido da mulher pelo reconhecimento do pai. Os dois envolvidos se conheceram pelo aplicativo Tinder, uma rede social de paquera online. O casal teve um relacionamento momentâneo.

Veja a conversa abaixo.

Confira a conversa abaixo:

“Clau: to pensando aqui..
Acacio: O que
Acacio: ?
Clau: vc sem camisinha..
Clau: e eu sem pilula
Acacio: Vai na farmácia e toma uma pílula do dia seguinte
Clau: eu ja deveria ter tomado
Clau: no domingo..”

Outra conversa de um mês depois também foi utilizada:

“Clau: Amanha tenho o primeiro pre natal, minha amiga nao vai poder ir comigo.
Clau: Sera que voce pode ir comigo?
Clau: A médica e as cinco e meia.
Acacio: Olá… Já estou dormindo… Bjo
Clau: Oi Acacio tudo bem? Fui a médica, preciso ficar 10 dias em repouso absoluto. Minha irma e meu cunhado querem te conhecer. Vc. Pode vir este final de semana, podemos marcar um almoco ou um jantar? Beijos
Acacio: Bom dia! Fds vou trabalhar! Bjo”

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