Conselho define modelo para privatização da Celg D

Operação colocará à venda o controle da distribuidora de energia que atende ao Estado de Goiás

O Conselho Nacional de Desestatização (CND) aprovou as condições que definem a modelagem do processo de privatização da Celg D. Conforme os estudos do órgão, o valor total das ações da empresa foi estimado em R$ 2,8 bilhões, quantia mínima para a venda da distribuidora em leilão.

O modelo foi resultado de estudos conduzidos pela International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, e a maior instituição global de desenvolvimento focada no setor privado em mercados emergentes.

A Celg D é controlada hoje pela Eletrobras, que detém 50,93% do seu capital social, e pelo governo de Goiás, que possui 49% . Por esta razão, as condições da operação de desestatização deverão ser aprovadas pelos órgãos de administração das duas empresas.

Após a aprovação da modelagem da desestatização pelo Tribunal de Contas da União (TCU), assinatura do contrato de prorrogação da concessão e deliberação sobre alienação pelas instâncias decisórias da Eletrobras, será publicado o edital de desestatização, que apresentará as condições detalhadas para venda do controle da empresa, como data e formato do leilão.

A evolução do processo de privatização da estatal poderá ser acompanhado pelo blog “Celg Distribuição Eficiente”, que será lançado em breve pelo governo goiano. Na página, será possível acompanhar as principais notícias e a cronologia dos eventos relacionados à desestatização.

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