Com salários atrasados, vigilantes fecham entrada da UEG de Anápolis em protesto

Em nota, UEG afirmou que “todas as medidas estão em andamento para que as atividades sejam normalizadas”

Vigilantes fecharam a entrada da Universidade Estadual de Goiás (UEG) de Anápolis na manhã desta segunda-feira (5/11). A manifestação, que durou cerca de uma hora, foi realizada para cobrar salários atrasados. Segundo os funcionários, o pagamento está atrasado em pelo menos três meses.

Em nota, a UEG afirmou que “todas as medidas estão em andamento para que as atividades sejam normalizadas”. “O pagamento das faturas anteriores teve todos os seus trâmites realizados pela UEG, com empenho e encaminhamento para liquidação, estando por conta de liberação por parte do Governo do Estado”, diz a nota.

Confira a nota na íntegra:

A Universidade Estadual de Goiás (UEG) informa que, em relação à paralisação da empresa de segurança que presta serviços para a Instituição, todas as medidas estão em andamento para que as atividades sejam normalizadas. A UEG informa ainda que:

  1. a) Houve, por parte do órgão centralizador do orçamento do Estado, o cancelamento de todos os empenhos, fase que no serviço público precede a realização da despesa;
  2. b) A lei número 4.320/64 veda a realização de despesa sem prévio empenho e prevê sanções ao ordenador de despesa que o fizer;
  3. c) A suspensão do contrato é um instrumento legal utilizado quando verificada por uma das partes a impossibilidade de cumprimento das obrigações nele dispostas;
  4. d) O pagamento das faturas anteriores teve todos os seus trâmites realizados pela UEG, com empenho e encaminhamento para liquidação, estando por conta de liberação por parte do Governo do Estado;
  5. e) A suspensão do contrato não visa prejudicar a empresa e, sim, resguardá-la de prestar o serviço e não ter como receber por isso;
  6. f) Tão logo a situação de contingência seja superada, espera-se a retomada do contrato.

A UEG tem mantido diálogos constantes com seus fornecedores e prestadores de serviço, de forma a atenuar, dentro das possibilidades, os impactos trazidos pelas medidas contingenciais que a situação fiscal impõe. Por fim, reforçamos que a gestão está empenhada em encontrar soluções que resguardem a segurança pessoal e patrimonial da Instituição.

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