Com reforma orçada em R$ 32,5 milhões, nova sede do TCM-GO deve ser entregue em dezembro; mudança do órgão ocorre em seguida
14 outubro 2026 às 19h42

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Com obras de reforma e readequação em andamento desde 2024, o antigo prédio da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), localizado na Alameda dos Buritis, em Goiânia, deve ser entregue em dezembro deste ano para ser a nova sede do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO). A previsão é do próprio Tribunal, que informou que o custo final das obras ficará em torno de R$ 32,5 milhões.
De acordo com o TCM-GO, a expectativa é que a mudança do órgão, hoje localizado na Rua 68, no Setor Central, para o novo prédio comece tão logo ele seja entregue, ou seja, ainda neste ano.
O imóvel foi incorporado ao patrimônio da Corte em 2023, por meio de doação aprovada pela Alego, com o objetivo de concentrar as atividades do órgão em uma estrutura mais ampla e adequada às suas demandas administrativas e operacionais.
A concessão do imóvel ao TCM-GO aconteceu por meio de um projeto de lei do então deputado Lissauer Vieira que determinou a destinação do imóvel “para realização de reforma, adequação, ampliação e instalação de sua nova sede”. A proposta revogou uma lei que autorizava a doação do edifício ao município de Goiânia.
Em contrapartida, o TCM-GO confirmou, à reportagem, que o atual prédio do órgão, localizado no setor Central, será doado à Prefeitura de Goiânia. Ainda não há informações sobre qual será a destinação do imóvel.
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O local conta com um área total de 12.486,22 metros quadrados, com área construída de 8.381,27 metros quadrados, localizada em pleno Bosque dos Buritis. Inicialmente, foi anunciado que o edifício seria transformado no Palácio da Cultura, informação dada pelo então prefeito Rogério Cruz.
“Agora é oficial! Goiânia terá o Palácio da Cultura no Bosque dos Buritis, na antiga sede da Assembleia Legislativa. O lugar será palco da arte e da cultura goianiense, com local para ensaio e apresentação da Orquestra Sinfônica de Goiânia e espaço para diversas intervenções artísticas”, afirmou ele, ainda em março de 2022, pelas redes sociais.
Porém, as conversas tomaram outros rumos após o projeto de lei apresentado por Lissauer, que culminou com o prédio em posse do TCM.


