Coaching: como escolher um bom profissional no mercado que mais cresce no país

Profissão cresceu mais de 35% no Brasil nos últimos três anos

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A procura por formação profissional em coaching não para de crescer. Segundo dados do International Coach Federation (ICF), esse mercado já conta com 73 mil profissionais e movimenta US$ 2,3 bilhões em todo o mundo.

No Brasil, apesar de ser um profissão nova, já marca presença na 15ª colocação entre as 42 profissões em alta referente a 2017. Só no ano passado, a contratação de coachs no país cresceu mais de 35%. Saltou de oito mil profissionais em 2014 para 35 mil no último ano.

Apesar dos dados volumosos, apenas 5% desses profissionais conseguem viver muito bem trabalhando exclusivamente na área.

Gláucia Yoshida | Foto: Divulgação

Com tanta oferta, surge um desafio: como diferenciar os bons profissionais dos charlatões. Para a coach e coordenadora de curso de Formação de Professores em um instituto de pós-graduação, Gláucia Yoshida, apenas o fato de ter uma certificação não qualifica o profissional para o enfrentamento de mercado.

“A profissão demanda outros elementos que nem sempre são contemplados nas formações como plano de negócio, marketing pessoal e o framework próprio do coach. Desta forma, o mercado tem sido seletivo “, analisa.

Gláucia explica que, para se diferenciar, o profissional precisa ter uma formação polivalente. “Quanto mais áreas de conhecimento possuir, maior a eficácia de seu atendimento. A profissão ainda requer deste profissional maturidade e postura ética, afinal estará lidando com algo precioso, que é a vida e o destino de seres humanos.”

Para a especialista, uma boa forma do selecionar o profissional que vai lhe ajudar a definir metas e ferramentas para alcançar os objetivos, é analisar a experiência. “A maestria se alcança com a prática. Assim o cliente deverá escolher um coach pela quantidade de horas que o mesmo possuir”, finaliza.

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