Cinco categorias diferentes lotam galerias da Câmara de Goiânia

Médicos credenciados à Saúde municipal, comerciantes da Feira Hippie, mototaxistas, funcionários de pit dogs, mães e funcionários de creches compareceram à sessão

Foto: Larissa Quixabeira/Jornal Opção

Ao menos cinco categorias diferentes compareceram na sessão desta terça-feira (28/3) da Câmara de Goiânia. Os profissionais lotam as galerias da Casa e levam suas reivindicações aos vereadores, fazendo uso da Tribuna Livre, espaço dado pelo Legislativo à população.

A primeira categoria a se manifestar foi a dos mototaxistas. Eles cobram maior rigor da Prefeitura de Goiânia quanto à fiscalização de centrais clandestinas que funcionam na capital. “Não estamos conseguindo manter na profissão”, desabafou o representante dos 1.680 profissionais goianienses registrados em sindicato.

Os médicos credenciados à rede de saúde pública do município que tiveram seus contratos rescindidos pela Prefeitura de Goiânia na última semana também compareceram à sessão. Eles recusam novo acordo contratual oferecido pela gestão e pedem abertura de diálogo com a secretária Fátima Mrué.

Um grupo formado por mães, funcionários e professores de várias creches de Goiânia também foram à Câmara protestar contra a falta de repasse da prefeitura às entidades filantrópicas que gerenciam as unidades educacionais em Goiânia.

Também estão presentes na sessão comerciantes da Feira Hippie, que intercedem por maior fiscalização e segurança, e funcionários de pit dogs, que, por sua vez, cobram da prefeitura o cumprimento de lei que dispõe sobre condições sanitárias e de higiene dos estabelecimentos. Além disso, esses profissionais querem impedir a retroação de lei de 1992 que exige que pit dogs fiquem distantes até 500 metros um do outro.

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