Carlos Bolsonaro tem sigilos bancário e fiscal quebrados

Ele é investigado por suspeita de praticar rachadinha e nomear “funcionários fantasmas”

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) teve seu sigilo bancário e fiscal quebrado por ordem do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O filho do presidente é investigado desde 2019 por supostas rachadinhas e nomeações de funcionários fantasma em seu gabinete na Câmara Municipal do Rio.

O Ministério Público do Rio abriu um inquérito para investigar o vereador após a divulgação de uma reportagem da Época revelar que Carlos teria “empregado” sete parentes de Ana Cristina Valle, ex-mulher de seu pai, Jair Bolsonaro.

Um dos parentes de Ana Cristina que são apontados como funcionário fantasma, seria sua cunhada, a professora Marta Valle. No gabinete de Carlos, no Rio de Janeiro, consta que ela trabalharia lá há sete anos. Contudo, Marta sempre morou  em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Na época da reportagem, ela chegou a afirmar que nunca trabalhou no gabinete, mesmo estando nomeado e recebendo um salário bruto de R$ 9,6 mil. “Não fui eu, não. A família de meu marido, que é Valle, que trabalhou”, disse.

Outras seis pessoas são tidas como suspeita de serem possíveis funcionários fantasma.

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