Caiado realiza vistoria em barragem do João Leite que tem capacidade de mais de 80% para abastecimento da Grande Goiânia

Apesar da capacidade garantir o abastecimento de água, estado pede para que a população faça uso consciente e evite o desperdício

Imagem da Barragem João Leite | Foto: divulgação

O governador Ronaldo Caiado (DEM), realizou uma vistoria na Barragem João Leite na manhã desta quarta-feira, 22. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), o reservatório conta atualmente com mais de 80% da capacidade de água, o que garante o abastecimento da Grande Goiânia. Mas, o estado pede para que a população faça uso consciente da água e evite o desperdício.

O rompimento de duas adutoras na rede da Companhia de Saneamento de Goiás S/A (Saneago) em Goiânia na última segunda-feira, 20, comprometeu o fornecimento de água a bairros da Região Metropolitana. Com os reparos finalizados pelos técnicos da Saneago no início da semana, o abastecimento tem sido normalizado na maioria dos setores de Goiânia e Aparecida de Goiânia, informa o estado.

Medidas contra a crise hídrica

O governo tem tomado medidas para reequilibrar a vazão do Rio Meia Ponte que, devido à estiagem severa, apresenta queda no volume. Para isso foi aberta uma comporta de uma barragem localizada na zona rural de Goiânia.

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) informa que essa é uma das nove barragens da região que estão instaladas em propriedades rurais que são parceiras do Governo.

Com a medida, o governo espera impedir que a vazão caia para o Nível Crítico IV, quando o escoamento é menor ou igual a 2 mil litros por segundo. Atualmente o valor medido diariamente pela Semad está em torno de 2,3 mil litros por segundo.

Em 2019, também em setembro, o governador recorreu à abertura de comportas em barragens particulares da zona rural para socorrer o Meia Ponte e tentar conter a escassez hídrica. A medida foi tomada à época depois que o rio apresentou nova queda na vazão para 1.481 litros por segundo, representando o nível crítico 4.

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