Brigas e confusões generalizadas registradas durante a Pecuária de Acreúna, na madrugada do último dia 8 de maio, viraram alvo de um pedido de apuração criminal à Justiça por parte do Ministério Público de Goiás (MPGO).

Segundo a instituição, quatro pessoas são investigadas por participação nos tumultos. O caso é tratado como envolvimento em briga coletiva, crime previsto no Código Penal brasileiro.

A promotoria também pediu o levantamento da ficha criminal dos envolvidos, medida que deve ajudar na definição das providências que poderão ser adotadas no decorrer da investigação.

De acordo com o promotor Sandro Halfeld Barros, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Acreúna e coordenador do Grupo de Atuação Especial em Grandes Eventos Esportivos (Gaege), o objetivo é responsabilizar os participantes das agressões e reforçar o combate à violência em eventos públicos.

“A atuação do Ministério Público busca garantir a responsabilização dos envolvidos e reforçar a mensagem de que episódios de violência em eventos públicos não serão tratados com indiferença pelas instituições responsáveis pela segurança coletiva”, afirmou.

O promotor destacou ainda que festas e grandes eventos devem oferecer um ambiente seguro para famílias e frequentadores, sendo necessária uma resposta firme contra atitudes violentas que coloquem pessoas em risco.

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