Bolsonaro diz que novo auxílio emergencial pode variar de R$ 150 a R$ 300

O presidente aproveitou que estava com apoiadores e criticou medidas de isolamento social em combate a pandemia da Covid-19

Presidente Jair Bolsonaro | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Na sexta-feira, 5, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), disse que a nova rodada do auxílio emergencial deverá ter repasses que vão variar de R$ 150 a R$ 300.

Em transmissão feita pelas redes sociais, Bolsonaro disse que o auxílio emergencial é endividamento do Estado e não deve durar “a vida toda”. Ele ainda completou: “Lá atrás eram quase R$ 50 bilhões por mês quando era R$ 600. Agora assinamos, assinamos não, fizemos um acordo se não me engano R$ 42 bilhões para mais quatro parcelas de, em média, R$ 250”, disse em relação a uma PEC que está em tramitação no Congresso e que reserva R$ 44 bilhões para o auxílio.

Ainda na transmissão, o presidente disse que o valor pode variar.  “Por que média? Tem história de mãe solteira, não sei o quê, então varia, vai variar de R$ 150 a R$ 300 e poucos. É pouco? Eu preferiria ter isso aí a não ter nada”, completou.

Ao criticar as medidas de isolamento, Bolsonaro disse que vai definir o que seriam as atividades essenciais que podem funcionar durante a pandemia, por meio de projeto de lei que deve ser encaminhado ao Congresso Nacional.  “Hoje em dia, com essa historinha de ‘fique em casa, a economia a gente vê depois’ o cara não tem como ganhar a vida dele, vai ganhar como? Como o cara vai levar o pão para casa? É comum o pobre ter três, quatro filhos, é comum. Eu sou classe média tive cinco”.

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