Bittencourt sobre rompimento do PMDB com Dilma: “Ato de oportunismo”

Pré-candidato a prefeito pelo PTB, engenheiro diz que o Brasil está cansado da política do conchavo e da volatilidade

Luiz Bittencourt e o jornalista Oloares Ferreira

Luiz Bittencourt e o jornalista Oloares Ferreira

Em entrevista aos jornalistas Oloares Ferreira e Jones Matos na rádio Sucesso FM, na última quarta-feira (30/3), o engenheiro e pré-candidato a prefeito de Goiânia Luiz Bittencourt (PTB) criticou o PMDB por abandonar o governo Dilma depois de apoiar o PT por mais de 10 anos e a poucos dias da votação do pedido de impeachment da presidente da República.

“Ato de oportunismo”, criticou ele e completou: “É um partido que atuou de forma oportunista, até porque há 13 anos o PMDB faz parte desta aliança e, no momento de dificuldade, pulou fora. Pulou fora porque já trabalha na composição do próximo do próximo governo”, diz o engenheiro.

Ele afirma que o reflexo da volatilidade e deslealdade do PMDB foi a frase dita pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), após a reunião que selou o divórcio com o governo e que durou incríveis três minutos: “Eu teria feito em um”.

“É essa política que o povo não aguenta mais. A política do conchavo, do acordo, da vantagem. O PMDB é um dos responsáveis por esta crise. Tem o maior número de ministérios na Esplanada e, ainda assim, Renan Calheiros, José Sarney e Michel Temer ficaram silenciosos este tempo todo. Este tipo de comportamento na política brasileira ninguém aguenta mais”, arrematou.

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