Ato bolsonarista do dia 7 de setembro divide caminhoneiros

Algumas entidades repudiam enquanto outras apoiam

As manifestações que ocorreram no dia 7 de setembro em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) divide a comunidade de caminhoneiros. Contudo, algumas das principais entidades do ramo se posicionam contra os atos do dia da Independência do Brasil.

É o caso da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava). O presidente da Associação, Wallace Landim, diz achar que a manifestação não condiz com as questões dos caminhoneiros. Já o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) do Rio Grande do Sul, Carlos Alberto Litti Dahmer, acha o movimento antidemocrático e afirma que há muitas empresas de agronegócio envolvidas.

Carlos também afirma que a maioria dos caminhoneiros autônomos não participaram do ato doa dia 7 de setembro. Contudo, com empresas de agronegócio e logística envolvidas, o caminhoneiro afirmou ao Folha de S. Paulo que acha “pode ter barulho, pois há poder econômico envolvido.”

O apoio por parte de ruralistas e por transportadoras é forte, porque existem três ações diretas de inconstitucionalidade deles que não são julgadas no Supremo Tribunal Federal (STF). Nos últimos meses, Bolsonaro tem feito críticas e criado desavenças com esse órgão, por isso o apoio dessa parte da população que se sentem “prejudicados” pelo STF.

O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) também não participará do ato.

*Com informações do Folha de S. Paulo

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