Após 37 dias, greve da Educação municipal chega ao fim

Decisão para o retorno aos trabalhos em CMEIs e creches da capital veio após assembleia da categoria. Movimento foi deflagrado no dia 14 de abril

Após um mês e sete dias a greve da Rede Municipal de Educação de Goiânia chegou ao fim no início da tarde desta quinta-feira (21/5), após decisão em assembleia da categoria.

O fim do movimento veio, principalmente, depois de reunião entre representantes do Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Simsed) — que liderava a greve –, o Ministério Público de Goiás (MPGO) e o chefe de gabinete do prefeito do prefeito Paulo Garcia (PT), Paulo César Fornazier. Mais cedo, em entrevista à imprensa, o auxiliar afirmou que as condições do encontro sinalizavam pelo fim da paralisação.

Na reunião, a Prefeitura de Goiânia apresentou propostas como a gratificação de incentivo funcional (GIF) para auxiliar de atividades educacionais; a progressão para os servidores administrativos em junho; adicionais de incentivo à profissionalização; titulações e titularidades de professores e servidores administrativos da Educação a partir de setembro; além de realização de concurso em ainda 2015 para cargos administrativos na Educação, a fim de substituir servidores temporários.

Recentemente, a Secretaria Municipal de Educação determinou o corte dos pontos dos grevistas, após insucesso nas negociações. Esse era um dos pontos que a categoria reivindicava para voltar ao trabalho.

A greve dos professores começou no dia 14 de abril e um dos pontos mais discutidos foi a derrubada de decreto baixado no primeiro semestre de 2014, que estabeleceu corte de benefícios de servidores, com o auxílio locomoção dos professores.

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