Integrantes da CUT e do MST ocupavam prédio protestando contra privatização da Celg. Secretaria ficou sem funcionar durante todo o dia 

Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) que invadiram a Secretaria da Fazenda de Goiás (Sefaz) decidiram deixar o prédio.

Após mais de dez horas de negociação, a sede da Sefaz-GO começou a ser desocupada por volta das 18 horas desta quarta-feira (27/1).

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O protesto mirou na privatização da Celg e chegou a atacar o projeto de implantação de gestão compartilhada com as Organizações Sociais na Educação. A secretária Ana Carla Abrão suspendeu as atividades do órgão após funcionários serem impedidos de entrar no prédio.

A polícia foi chamada, mas acompanhou a manifestação de longe. Com a impossibilidade de dar continuidade nas ações da pasta, a titular chegou a informar, por meio de nota ao Jornal Opção, que a invasão poderia atrapalhar o pagamento da folha de janeiro de mais de 100 mil funcionários estaduais.

No entanto, a expectativa é que, com a normalização das atividades nesta quinta-feira (28), a folha de pagamento de mais de 70% do funcionalismo seja quitada dentro do mês trabalhado.

 

Protesto

Na manhã desta quarta-feira (27/1), por volta das 7 horas, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) bloquearam a entrada da sede da Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás (Sefaz), no setor Vila Nova, em Goiânia.

Os manifestantes permaneceram no local durante todo o dia e chegaram a invadir, em Brasília, a sede do Ministério da Fazenda, em um protesto contra a privatização da Celg.