“Administra com verdade, sem vender ilusão”, diz o diretor-geral da PC sobre Eliton

André Fernandes falou sobre “discernimento do governador Zé Eliton ao promover 78 policiais”, durante evento

Divulgação

“O senhor administra com verdade, com o que é possível, sem vender ilusão”, reconheceu o diretor-geral da Polícia Civil de Goiás, delegado André Fernandes, pelo discernimento do governador Zé Eliton ao promover 78 agentes, escrivães, delegados e papiloscopistas, em cerimônia que reuniu policiais e familiares no Palácio das Esmeraldas, na tarde deste sábado (22/9). As promoções assinadas pelo governador são retroativas a 31 de julho de 2018, concedidas por antiguidade e merecimento.

Zé Eliton disse que assinava a promoção dos 78 policiais civis “com a tranquilidade” de que poderá “honrar o que está sendo firmado neste momento porque eu sei que devemos buscar gerir a administração pública com a responsabilidade de saber que impactamos vidas de milhões de pessoas”. O governador afirmou sentir-se honrado pelo trabalho executado pelos delegados e delegadas, “profissionais dos quais eu me orgulho, porque sei o quanto é difícil fazer segurança pública neste país”.

André Fernandes observou que a promoção “vai motivar ainda os policiais que já vêm recebendo estrutura, viaturas, armamento e material de inteligência”. O diretor-geral da Polícia Civil testificou que a corporação é fiel ao comando do governador Zé Eliton, para que, “juntos, possamos trabalhar ainda mais para continuar reduzindo os índices de criminalidade no Estado de Goiás”.

“Quantas vezes eu fiquei feliz com os avanços extraordinários dos índices de apreensão de entorpecentes. Qual crime de grande impacto praticado em Goiás nós observamos que ficou sem a identificação do criminoso e de sua prisão?”, asseverou Zé Eliton ao criticar “pessoas que ficam desmerecendo o trabalho das polícias como se ninguém fizesse nada”. No seu entender, “os desafios são grandes, mas não existe varinha de condão para resolver tudo num passe de mágica”.

O secretário de Segurança Pública, Irapuan Costa Júnior, recordou que estava numa “zona de conforto” quando aceitou o desafio de gerir a Segurança Pública de Goiás, após os 80 anos de idade, decisão que tomou motivado pela segurança de que desempenharia a função ao lado de um “homem sério, honesto, que não promete o que não pode cumprir”, em referência ao governador Zé Eliton.

“Goiás já foi um estado atrasado, ter galgado posições de destaque no cenário nacional, figurando entre os mais prósperos do Brasil, também contribuiu para a minha decisão”, complementou Irapuan. Ele disse, ainda, lembrar-se de quando o governador foi secretário de Segurança Pública, da forma como ele tratava os policiais, “com respeito, cuidando para que eles tivessem equipamentos de trabalho dignos, sendo promovidos e recebendo seus salários em dia”.

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