A pedido da Defensoria Pública, morte do “novo Lázaro” será investigada

Wanderson Mota Protácio, de 21 anos, confessou ter matado a namorada, a enteada e um idoso em Corumbá de Goiás. Ele ficou conhecido como “novo Lázaro” após fuga e perseguição policial que durou quase uma semana

A morte de Wanderson Mota Protácio, 21 anos, que confessou ter matado a namorada, a enteada e um idoso em Corumbá de Goiás, deve ser investigada a pedido da Defensoria Pública de Goiás (DPE-GO). Ele estava detido no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. A apuração foi solicitada por meio de ofício encaminhado à Diretoria-Geral de Administração Penitenciária do Estado de Goiás (DGAP) com fixação de prazo de 48 horas para prestar informações. Ele estava detido no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

No documento, o defensor público Marco Túlio Félix Rosa pede ao diretor-geral de Administração Penitenciária do Estado de Goiás, Josimar Pires Nicolau do Nascimento, que detalhe as circunstâncias em que a morte ocorreu. “As informações são necessárias para que a Defensoria possa tomar as medidas pertinentes caso tenha havido uma possível violação dos Direitos Humanos no fato”, ressalta. A DPE-GO informa que só soube da morte após notícias na imprensa.

Suicídio

Wanderson ficou conhecido como “novo Lázaro” após fuga e perseguição policial que durou quase uma semana. Ele foi encontrado morto no presídio onde ele estava preso. Protácio estava detido no Núcleo de Custódia que fica no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. Para a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP), o caso, a princípio, é tratado como suicídio. O rapaz teria se matado com um lençol amarrado no pescoço, mas só a perícia será capaz de atestar o real motivo.

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