6 mil empresários e intelectuais assinaram manifesto em apoio ao sistema eleitoral

Manifesto vai contra fake news que tentam colocar o atual sistema eleitoral brasileiro como plausível de fraudes

Um manifesto feito por empresários e intelectuais em defesa do atual sistema eleitoral brasileiro já alcançou a marca de 6 mil assinaturas. Ao Estadão, o  ex-presidente do Santander e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fábio Barbosa, disse que de início haviam apenas 30 pessoas participando do movimento que eram ligadas ao Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP), mas que em 24 horas o manifesto cresceu muito.

No manifesto, eles não citam Jair Bolsonaro (sem partido) nem a polêmica envolvendo as fakes news a respeito de fraudes cometidas no atual sistema eleitoral brasileiro que o presidente tanto tenta defender, mas deixa claro que “a Justiça Eleitoral brasileira é uma das mais modernas e respeitadas do mundo. Confiamos nela e no atual sistema de votação eletrônico”. Eles também afirmam que “a sociedade brasileira é garantidora da Constituição e não aceitará aventuras autoritárias”.

Confira o manifesto na íntegra, conseguido pelo jornal Estadão:

“O Brasil enfrenta uma crise sanitária, social e econômica de grandes proporções. Milhares de brasileiros perderam suas vidas para a pandemia e milhões perderam seus empregos.

Apesar do momento difícil, acreditamos no Brasil. Nossos mais de 200 milhões de habitantes têm sonhos, aspirações e capacidades para transformar nossa sociedade e construir um futuro mais próspero e justo.

Esse futuro só será possível com base na estabilidade democrática. O princípio chave de uma democracia saudável é a realização de eleições e a aceitação de seus resultados por todos os envolvidos. A Justiça Eleitoral brasileira é uma das mais modernas e respeitadas do mundo. Confiamos nela e no atual sistema de votação eletrônico. A sociedade brasileira é garantidora da Constituição e não aceitará aventuras autoritárias.

O Brasil terá eleições e seus resultados serão respeitados.”

*Com informações do Estadão

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