Sem ter o que fazer, Amastha provoca

Ex-prefeito continua atitude equivocada para quem quer se apresentar como opção viável para o eleitorado tocantinense

Foto: Reprodução

Pré-candidato ao governo, o ex-prefeito de Pal­mas e agora twitteiro profissional Carlos Amas­tha (PSB) tem feito o que po­de para continuar na mídia. É uma estratégia perigosa, essa de “apa­recer” de qualquer forma.

A mais recente diatribe de Amas­tha nas redes sociais foi so­bre a possível realização de uma elei­ção-tampão, caso o Tribunal Su­perior Eleitoral (TSE) afaste de vez o governador Marcelo Miran­da, na terça-feira, 10. Numa mes­ma publicação, Amastha criticou não só o gestor emedebista, como tam­bém disparou contra o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Mauro Carlesse (PHS): “Na quinta-feira deve voltar o que entrou depois do que sa­iu e voltou. Vá embora em definitivo. Tudo farinha do mesmo sa­co. Política mais asquerosa do mundo”.

Acostumada com os ataques gra­tuitos, a assessoria do governador Marcelo Miranda não respondeu à provocação. Contudo, em nota à imprensa, Carlesse re­ba­teu de forma dura a postura “pro­vocativa” do pessebista, com­portamento que julgou ser fru­to de “desequilíbrio emocional provocado pela ansiedade de querer chegar ao poder ofendendo famílias e quem quer que seja”.

Mais à frente, o parlamentar pro­­voca: “Tenho visto na mídia que este senhor comporta-se de for­­ma agressiva e desrespeitosa con­­tra todos que contrariam os seus interesses políticos pessoais e es­­se tipo de atitude tem proporcionado situações constrangedoras pa­ra as pessoas e instituições. ‘Não me curvarei a ofensas irresponsáveis e fruto de desequilíbrio emocional e desespero exacerbado’”.

Ao final, o parlamentar reforçou que ocupou o Palácio Ara­gua­ia em cumprimento a uma obri­gação constitucional: “Ao as­su­mir interinamente o governo do Es­ta­do, busquei, ao contrário dos políticos que se lançaram na cor­rida desenfreada para alcançar o poder na eleição suplementar, re­solver os graves problemas que atin­gem nossa população. Jamais irei usar de termos pejorativos pa­ra denegrir ou desonrar pessoas ou famílias tocantinenses com o único propósito de alcançar o poder”.

Definitivamente, Amastha en­con­trou um adversário que lhe re­pele à altura. O ex-prefeito fa­las­trão poderia ter dormido sem essa.

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