Divergência entre juízes eleitorais termina em bate-boca e abandono de plenário

Presidente do TRE-TO e juiz eleitoral se desentenderam e julgamento do caso foi retirado de pauta, ante à ausência do juiz relator

Divulgação

Na sessão ordinária de terça-feira (3/7), o pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins julgou as contas de quatro partidos políticos que participaram das eleições suplementares para escolha de governador e vice-governador do Estado para o mandato tampão até o dia 31 de dezembro, restando aprovadas as contas do Partido Social Cristão (PSC), do Partido Popular Socialista (PPS), do Partido Ecológico Nacional (PEN) e, também, do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Contudo, quando foi iniciado o julgamento de uma ação de investigação judicial contra o prefeito de Lajeado Tércio Neto (PSD), e juiz eleitoral Agenor Alexandre da Silva, foi interrompido pelo presidente da Corte, Desembargador Marco Villas Boas, que solicitou que ele se abstivesse de ler os recortes doutrinários que foram inclusos no voto.

O magistrado disse que estava sendo tolido no seu direito de se expressar e julgar e, diante da insistência do Presidente, se retirou do plenário, oportunidade em que ressaltou que vai denunciar o caso ao Corregedor do Tribunal Superior Eleitoral.

Confira abaixo vídeo da discussão, que tem início a partir do 51º minuto:

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