Coimbra e Pugliesi estão a serviço de quem?

E agora, depois do papelão, da encenação da farsa da convenção cancelada, o que dirão os deputados Júnior Coimbra e José Augusto Pugliesi, de que não estão a serviço do governo, do siqueirismo, como vinham tentando provar? Que validade jurídica tem uma reunião que foi presidida por dirigentes depostos de seus cargos? Se Coimbra estivesse tão seguro da validade jurídica da sua convenção porque inscreveu a sua chapa na convenção oficial do partido? É, dizer que não estão a serviço do Palácio eles podem até dizer, mas certamente não vão convencer ninguém.

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