Estado deve implantar OSs na área da Educação aos moldes das charter schools americanas

Governador Marconi Perillo pretende repassar a administração de unidades educacionais estaduais para às organizações sociais. Modelo a ser adotado obteve grande sucesso nos Estados Unidos

Governador Marconi pretende que as escolas estaduais goianas tanham o mesmo padrão de qualidade das particulares / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Governador Marconi pretende que as escolas estaduais goianas tanham o mesmo padrão de qualidade das particulares / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Frederico Vitor

Pelo que tudo indica, o governo de Goiás está empenhado em levar a cabo uma nova experiência com as organizações sociais (OSs) dentro da estrutura do Estado. Depois da Saúde, no qual em 2011 as principais unidades hospitalares foram repassadas para a administração das OSs, a Educação será a próxima área a ser submetida ao novo modo administrativo. Por enquanto, não há informações oficiais de como este plano será implementado, porém fontes indicam que o modelo a ser implantado vai seguir o padrão de Charter Schools americanas, ou seja, colégio estadual com maior autonomia, cuja gestão é compartilhada entre os setores públicos e privado.

O governo avalia que a proposta é viável, porém o projeto deve passar por análise mais profunda. A nova secretária estadual de Educação, Raquel Teixeira, está em viagem pelos Estados Unidos, contudo não se sabe se a titular estaria buscando maiores informações acerca do modelo americano de colégios charter. O Palácio das Esmeraldas tem como objetivo melhorar ainda mais a qualidade da rede estadual de ensino, apesar de a Educação em Goiás ficou em 1º lugar do País no ensino médio pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para o ano de 2014.

O Estado entende que a gestão terceirizada em parceria com o setor privado, pode-se alcançar uma qualidade de ensino ainda maior. O objetivo é repetir em outras unidades de educação o mesmo sucesso apresentado pelos colégios militares, cujo corpo administrativo é formado por oficiais e praças da Polícia Militar e o corpo docente é preenchido por quadros da Secretaria de Educação. O que difere esses colégios dos demais é a disciplina aos moldes dos quarteis e o método pedagógico que exige mais comprometimento dos alunos.

Secretária estadual de Educação Raquel Teixeira vai analisar novo modelo   / Foto: Fernando Leite

Secretária estadual de Educação Raquel Teixeira vai analisar novo modelo / Foto: Fernando Leite

O governador Marconi Perillo (PSDB) disse em entrevista à imprensa na semana passada que quer ir além, ou seja, seu deseja que é de que “o filho do pobre estudem em escolas com padrão de escola de rico”. Outro aspecto abordado pelo chefe do Executivo é em relação à produtividade dos servidores no regime celetista sob o comando das OSs em detrimento do estatutário. Para o tucano, os funcionários do Estado contratados pelo regime celetista rendem mais pelo simples fato de serem substituídos por profissionais no mercado se não corresponderem as expectativas da sociedade em desempenhar um trabalho de qualidade.

A legislação brasileira permite a gestão compartilhada há mais de uma década. As OSs, desde que legalmente constituídas, podem firmar convênios para exercer atividades típicas do Estado, recebendo para isso repasse de recursos públicos em forma de valores orçamentários, material, bens imóveis e pessoais. A legislação também é específica quanto aos critérios de gestão compartilhada. O corpo diretivo deve necessariamente ser composto, entre 20% e 40%, de representantes do Poder Público. Além disso, na área em que atua as OSs deverão ter sua qualificação devidamente autorizada pelo ministério ou secretaria correspondente, que também se encarrega dos repasses de recursos.

Áreas como a da saúde têm utilizado mais amplamente a legislação que rege as OSs nas parcerias público-privadas. Na educação, essa é uma iniciativa ainda pouco disseminada, em parte porque a Lei das Diretrizes Básicas da Educação (LDB), de 1996, estabelece que recursos públicos da educação só podem financiar escolas comunitárias, confessionais e filantrópicas em forma de bolsas de estudo, o que torna instável a regulamentação das escolas charter no Brasil.

Experiências com Charter Schools tem se mostrado eficaz no exterior
Foto: Fernando Leite

Foto: Fernando Leite

Os Charter Schools são escolas públicas financiadas pelo setor público e privado que têm maior autonomia em relação às escolas públicas tradicionais. Trata-se de um modelo de gestão compartilhada instituído por um contrato — charter — entre o governo e uma instituição privada. Em troca dessa autonomia, as escolas devem atingir as metas estabelecidas no contrato que as instituiu. Nos Estados Unidos, devido ao elevado número de alunos que pleiteiam um número restrito de vagas, a distribuição é feita por meio de sorteio.

O modelo, cuja gestão é compartilhada entre os setores público e privado, tem se mostrado, em algumas experiências, um exemplo inovador na formação de parcerias entre empresas, entidades, sociedade civil organizada e Secretarias de Educação. Outra importante característica das escolas charter é o fato delas operarem livres de muitas leis e regulamentos a que está exposta a maioria das escolas públicas. Embora representem uma fração minoritária das escolas públicas no universo geral de unidade de educação, os Charters Schools podem ocupar papel importante no debate sobre reformas educacionais.

Os Charters Schools possuem muito mais autonomia que as escolas públicas regulares em itens fundamentais da gestão do ensino, como seleção e retenção de gestores e professores. A admissão de alunos é feita ou por meio de sorteio ou por critérios geográficos, mas, em geral, os alunos que nelas ingressam possuem um perfil de alto comprometimento escolar. Dependendo da região ou País, e do tipo de convênio estabelecido pela parceria público-privada (PPPs), as escolas charter podem contratar professores segundo critérios próprios, desenhar seus currículos e oferecer uma carga horária maior.

Para as famílias que procuram esse modelo de escola, um dos principais atrativos é o número de alunos matriculados, que tende a ser bem menor que o das escolas públicas regulares. Outro diferencial costuma ser a proposta pedagógica muitas vezes inovadora, com elevados padrões de ensino, além de aulas complementares em áreas específicas.

Pioneirismo americano

Os Estados Unidos foram pioneiros na consolidação dessa proposta no início dos anos 1990. Países como Austrália, França e Japão também adaptaram e introduziram o modelo, mas de forma pontual, e não como elemento importante nos esforços de reforma educacional. No Reino Unido, onde esse modelo tem maior relevância nos esforços de melhoria da educação, as escolas charter são chamadas de academias e foram introduzidas em 2002 como parte da reforma de ensino liderada pelo então primeiro ministro Tony Blair.

Na América Latina, verificamos que as instituições católicas são as organizações do setor privado mais ativas na gestão de escolas públicas em parceria com o Estado. No Chile, por meio do sistema de voucher, os alunos são matriculados em escolas do setor privado com financiamento público. No entanto, resultados de avaliações nacionais e internacionais mostram que a participação do setor privado na educação pública não é, em si, garantia de melhoria de resultados no aprendizado.

Contudo foi nos Estados Unidos que a experiência de escolas charter mais se proliferou, vindo a tornar-se um elemento importante nas reformas de ensino de cidades importantes como Nova York e Chicago. A primeira escola charter nos Estados Unidos foi fundada em Minneso­ta, em 1992, atualmente já são mais de quatro mil escolas no País com mais de um milhão de habitantes. Mesmo em forte crescimento, as escolas charter são predominantemente um fenômeno urbano e somente para 3% da população total de estudantes americanos.

As escolas charter americanas são submetidas a contratos com as prefeituras, seguindo leis estaduais que têm o poder de autorizar ou impedir seu funcionamento, dependendo de seu desempenho. Seus fundadores costumam ser lideranças da sociedade civil — incluindo professores, pais ou ativistas — ou organizações não governamentais. Um dos segredos do sucesso de charters na cidade de Nova York, por exemplo, está relacionado ao fato de que essas escolas nova-iorquinas não estão presas às mesmas exigências burocráticas que as escolas públicas regulares. Por essa razão, alguns dos melhores diretores e professores optam por trabalhar nelas.

Outra grande vantagem das escolas charter nos Estados Unidos é o fato delas não terem que selecionar um diretor que esteja certificado pelo Estado e pela Secretaria de Educação da cidade onde ela tem contrato. Elas podem escolher um empresário ou um professor bem-sucedido para ser seu diretor. Essa autonomia faz com que talentos diferentes possam se envolver na educação pública, tendo assim maior flexibilidade para contratar professores. Outra vantagem é a autonomia de gestão financeira, no qual cada escola decide como gastar seus recursos.

Colégio Rudá foi o “Charter School” de Goiânia há 35 anos atrás

Enquanto as escolas charter são um elemento comum nos esforços de reforma de ensino em outros países, como nos Estados Unidos, no Brasil essa experiência ainda é pouco debatida. A proposta das escolas charter é um tipo de inovação que pode abrir novas possibilidades para reformas do ensino público na medida em que rompe mitos sobre a capacidade de aprendizado de alunos com altos déficits de aprendizagem. No Brasil existe a experiência dos Centros de Ensino em Tempo Integral (Procentro), um modelo de Charter School implantado pela Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco em parceria com o Instituto de Co-Responsabilidade pela Educação (ICE).

Porém, poucas pessoas sabem, mas há 35 anos atrás, em Goiânia houve uma experiência muito parecida com uma escola charter, que foi o colégio Rudá que funcionava no mesmo espaço em que atualmente, se situa a Faculdade Universo, no setor Marista. Fundado em 1980 e financiado por pais de alunos e professores, o Rudá oferecia aulas tanto para o ensino fundamental quanto médio e quebrou os paradigmas da educação naquela época.

A metodologia de ensino era diferenciada no sentido dos alunos terem mais liberdade em aprender as disciplinas fora do método tradicional. Outro ponto que diferenciava o Rudá dos demais colégios era o número de estudantes por sala de aula que não excediam 20 alunos. Além das disciplinas tradicionais como língua portuguesa, matemática, história, biologia, o colégio foi um dos pioneiros no ensino de filosofia e arte em Goiânia.

Outra característica que gera semelhança entre o Rudá e os colégios charter era a autonomia das decisões financeiras por parte da direção da escola e maior aproximação entre pais, alunos e professores. O ex-prefeito de Goiânia e atual presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Pedro Wilson, tinha suas filhas matriculadas no Rudá e conta como foi a experiência. Segundo ele, o colégio era uma espécie de cooperativa formal e chegou ter grande influência na cidade. “O Rudá foi uma tentativa de novos métodos construtivistas, uma nova linha de renovação da educação e nós pais acompanhávamos o desenvolvimento dos alunos.”

Por questões de divergências entre professores do ensino médio e ensino fundamental o Rudá fechou às portas no final da década de 80.

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É preciso pensar em ter professores em dedicação exclusiva com salários satisfatório , diminuir o número de alunos em sala de aulas , cumprir a lei que ampara aluno inclusivos e dar a eles realmente a atenção necessária . Não abandonar alunos e professores à sorte como tem sido feito.

A questão é justamente essa, esse governo não valoriza os professores, não diminui o número de alunos por sala e abandona todos à própria sorte. Teremos “Sharter Schools” a brasileira, só no papel, só no faz de conta e na propaganda. A propósito, o estado que tanto evoluiu no IDEB (maquiagem), foi um dos que menos aprovou no ENEM (realidade). Tenho esperança não…

Acho incrível. A SEDUC/GO tem o Programa Novo Futuro que segue o Modelo de Pernambuco. O resultado dele é muito superior às escolas militares em Goiás e o Jornal Opção nem ao menos o cita.

Infelizmente olhamos mais uma vez a “construção” de uma proposta que não será pensada conforme a realidade vivenciada em Goiás, mas sim uma proposta que será moldada conforme os resultados obtidos em outros lugares, o que suprime as características regionais, sociais e financeiras de uma região. Como citado pelo colega acima, “nosso” IDEB apresenta resultados que não condizem com as práticas impostas para reprodução em sala de aula. A precarização do ensino em Goiás se agrava cada dia mais, pois carece de material humano (professores) e infraestrutura adequada para receber os exorbitantes 30, 40, 50 alunos em uma sala de… Leia mais
João Paulo, você deve desconhecer o Programa que citei. Nada do que você diz se refere a ele. Ele é pensado, sim, de acordo com a realidade de Goiás, os professores são muito mais valorizados e respeitados do que em qualquer outro modelo. A quantidade de alunos é muito inferior a dos convencionais. As disciplinas do Núcleo Diversificado, Eletivas e Opcionais são pensadas, não apenas, para dar acesso à universidade, mas principalmente para que o próprio aluno elabore um Projeto de Vida. Aliás, Projeto de Vida é uma das disciplinas do Programa em questão. Conheça o Programa com isenção, João… Leia mais

A Seduc/GO tem o programa Novo Futuro. Nele as escola oferecem ensino médio em tempo integral, com atividades e disciplinas diversificadas que despertam no aluno a importância e a vontade de estudar. E os resultados até o momento são excelentes. Seria ótimo se as mudanças (com ou sem a participação da iniciativa privada) fossem no mesmo sentido do referido programa.

Esse modelo de educação num país de corrupção galopante como o Brasil vai ser apenas mais um canal de desvio de dinheiro público. O que a educação brasileira precisa é da valorização do professor, gestores comprometidos, alunos e professores estimulados, estruturas física, material e humana que atenda às necessidades educacionais, enfim, de escolas em tempo integral bem estruturadas e equipadas, com poucos alunos em sala e com professores exclusivos e bem remunerados.

E se possível, jetpacks para os alunos voltarem para casa de uma maneira mais divertida. Enquanto continuarem colocando a solução para a educação numa esfera ficcional, tudo que vai acontecer é este serviço público aspirar mais dinheiro dos impostos, sem contudo deixarmos de ser uma nação de ignóbeis. Quem melhor apresentou resultados foi a iniciativa privada. Mas mencionar isto é tipo algum tabu social tal como casar de chinela ou namorar a irmã. Todo mundo dá um duro danado para colocar seus filhos na escola particular mas ainda assim, continuam defendendo a escola pública. A escola pública vai continuar o… Leia mais
Então me diga ai o que você conhece da educação básica oferecida em Goiás pelos IFG, IFGO e pelo Colégio de Aplicação da UFG. Não estou dizendo que toda a escola deve ser pública e nem que as instituições que citei são as melhores, mas que é possível um projeto de qualidade desde que exista empenho do poder público em se dedicar à estruturação do espaço escolar e à valorização do profissional docente, esse ultimo um aspecto fundamental para a qualificação continuada que deve fazer parte da vida de todo professor. Aliás, quem é que quer se qualificar se a… Leia mais
“Aliás, quem é que quer se qualificar se a carreira não dá retorno financeiro ?” Pensei que os professores estivessem nessa pelo apreço à intelectualização e preocupação com as novas gerações, e não por reles dinheiro. “Sim, eu acho que ser bem remunerado é um estímulo ao crescimento pessoal e profissional.” Eu acho que o crescimento pessoal e profissional pode muito bem ser estimulado por questões pessoais, não por se estar recebendo muito (repetindo meu exemplo, por esta lógica, o Brasil teria a melhor classe política e judiciária do mundo). Eu só estou pedindo para que estas pessoas parem de… Leia mais
Não vou responder tudo, sobretudo pela preguiça dominical. Dois pontos me interessaram, contudo. Professor que não se interessa pela valorização financeira de sua carreira possivelmente ministra aulas em escola dominical. Aliás, essa associação entre docência e sacerdócio é conversa para boi dormir da época do ronca. Se hoje ministro aulas o faço também porque tenho algum retorno financeiro, ora. Sobre a referência a Mao, o déspota chinês, acho repugnante qualquer pragmatismo que passe por cima da dignidade humana. O fim não justifica certos meios, como pensaram os ideólogos de regimes autoritários. Digamos que o “rato” é aquele que em nome… Leia mais
E por minha vez, desculpe a preguiça em respoder só depois de tanto tempo. #1) Bons profissionais sabem que o foco de suas carreiras é desenvolver habilidades e o que conta, são projetos que se envolvem e resultados obtidos. Recompensa financiera é consequência. Me custa entender porque professores ignoram esta realidade. Em tempo: Não estou colocando em questão seu profissionalismo, o que mais torço é que todos os professores sejam reconhecidos como todas demais profissões. Mas estas outras são reconhecidas graças as leis do livre mercado. No momento que as troca pela estabilidade empregatícia, esta realidade para de funcionar. #2)… Leia mais

Porque usar o modelo norte amaricano? Sendo que, o melhor modelo educacional e o da Finlândia. O melhor a fazer e estudar o modelo educacional Filandes e implementa-lo em Goiás.

Ele pode fazer o que achar melhor para a educação, porém os professores americanos tem altos salários. .Não um salário mínimo. Se pagar bem que mau tem?

Um bom salário para os professores é a última coisa que esse governo (e outros, de outras siglas e de outros Estados) se preocupa.

As charters amerianas detonaram ainda mais a educacao publica nos EUA. Nem quero imaginar o q farão por aqui…

Quantos nobeis o EUA tem mesmo?

Quantos laureados dos EUA vieram das “Charters Schools”?

Excelente pergunta, que como toda excelente pergunta, não se tem a resposta à mão. Só uma coisa é certa: Todos vieram de ensino superior PRIVADO.

É preciso pensar na Educação como aquilo que forma/transforma, ou seja, como um “pilar” que servirá de sustentação para a vida. Sendo assim, investir, com melhores formações e salários dignos, nos professores é o primeiro passo. Um bom professor faz um bom aluno e um bom aluno faz um bom professor.

“Nunca deixei a escola interferir na minha educação” –Mark Twain, este desconhecido do ensino, porque de acordo com a ótica docente brasileira, apenas brasileiros e portugueses escrevem livros. As pessoas a-d-o-r-a-m dizer como a escola é importante para a formação do cidadão. É curioso então como o Brasil segue sendo uma nação de idiotas que vê a presidente se gabando de que vai fazer mais gente depender do Governo e ainda, a elegê-la. Escola pode ser muitas coisas, mas a que menos é é um local de saber. Ela é um local de comportamento. Se alguma criança brilhante se sente… Leia mais

Melhor resposta até agora !!

Pois é, já estão querendo provatizar tb a educação. A educação norte americana é uma das piores do mundo. Por que não procurar a educação da Suécia por exemplo? Ah fácil. Por que a ordem é privatizar sem olhar para qualidade.

JÁ PRIVATIZARAM! Se você é de classe média, seus filhos já foram postos numa escola privada! Porque ninguém confia mais no Governo para administrar sequer um curso de datilografia – eles são péssimos nisto, porque tem que dividir para atender a agenda sindical e a agenda das boas intenções. E isto o ocupa de tal forma que esquecem ensinar o trivial para os alunos.

Quem iniciou o processo de sucateamento da educação, levando para as escolas privadas os que podem pagar, não foi esse governo…

A educação sempre foi uma sucata. A escola é um fim em si mesma, desconectada da realidade, e isto não é de hoje ou do governo passado. Quando você tem que resolver um problema, você pode consultar livros ou outras pessoas. Na escola, isto se chama “cola” e você ganha um redondo zero. O pessoal se amarra em dizer que o Governo age intencionalmente para sucatear a educação para favorecer os interesses privados. QUEM DERA se nossos políticos tivessem inteligência para tanto. Mas TODOS concordam unamimamente que educação é a chave mais importante, que precisa haver público, gratuito e de… Leia mais
Mais uma tacada de mestre desse governo para implementar o neoliberalismo nas escolas e reduzir cada vez mais a responsabilidade do Estado em relação aos serviços básicos que já são precários em praticamente todo o Estado, no entorno do DF mesmo a situação é desesperadora pois não há nenhum hospital regional goiano e a população se quiser ser atendida tem que correr para Brasília, se a educação seguir o modelo adotado de parceria público e privada pela a saúde estamos perdidos, pois na maior parte do Estado os serviços públicos são sucateados e não conseguem atender as demandas da população… Leia mais

1) O Governo é inepto em prover um serviço;

2) Então vamos aumentar a responsabilidade do Governo em prover o serviço.

Tipo pensamento brilhante de quem usar o termo “neoliberal” (que, como o termo “presidenta”, só é utilizado por um só tipo de opinião).

Sempre aparece uma olavete… mas aí a empresa dela quebra e reclama interferência do estado.

Sua ignorância é tamanha que acha que dou prestígio a Olavo de Carvalho, quando eu o acho uma aberração conservadora. No naipe de um Bolsonaro, embora o primeiro tenha ao menos uma plumagem de cultura. Uma bem curta, vista a defesa dele da… astrologia. Mas se o Olavo, Bolsonaro ou Neymar (não consigo pensar em outros estúpidos) dizem algo óbvio como “a água molha”, eu deveria deixar de reforçar por não gostar deles? Eu vejo um óbvio: Uma instituição, HÁ GERAÇÕES, é inepta em prestar um serviço… e o pessoal acha que falta que a tal intituição aumente sua responsabilidade… Leia mais

Como o aluno da favela vai pagar essa escola?

Olhe o exemplo chileno: Governo dá vouchers à população carente e ela pode escolher em qual escola poderão gastar.

E adivinhem? As escolas se esmeram em qualidade para atrair os vouchers.

No caso específico do Brasil, a estabilidade é para que cada novo governante picareta que assume na União, nos estados e nos municípios não troque todo o corpo de funcionários por seus apadrinhados. Seja lá quem foi o partido no poder anteriormente ou qual seja o partido que está entrando agora: PSDB, PMDB, PT…

E sempre tem um esquerda caviar, doutrinado a não pensar.

A saúde pública, em São Paulo, tanto municipal quanto estadual, mal administrada pela OSs

Entendo que o Governo precisa dar esta volta enorme já que não pode assumir o óbvio: Educação privada é a melhor. Como isto afronta as vovózinhas de esquerda que acham que se é público é de graça (ignoram que elas próprias pagam pelo pior sistema de administração que existe, o público), então o Governo precisa se contorcer do que ir direto no alvo. O que são 7 ou 8 gerações perdidas, se o que está em jogo é o princípio da “escola gratuita e de qualidade”? Vamos prezar o conceito, não importa se ele não deu certo.

Quantas escolas privadas existem no País? Todas elas são de excelência? Por que você crê na privatização como melhoria automática de serviços? A maioria das empresas de telefonia não são privadas? Só para constar, frequentemente são os recordistas de reclamações,,,

Se você acha as atuais empresas de telefonia ruins, deveria ter visto quando havia uma única, estatal. Faz as operadoras de hoje parecerem um paraíso. Mas não lhe culpo desconhecer a história: Talvez você tenha ali seus 30 anos e não acompanhou isto. E escolas tratam história como uma coisa que você tem que estudar para não tirar zero, e não como uma coisa para evitar proferir desconhecimentos. E se a telefonia é privada, porque são tão ruins? Porque o Governo ainda mantém sua mão pesada em cima do mercado. As telefônicas preferem investir em lobby no Governo do que… Leia mais
Quantas faláceas… A realidade é simples, não há investimentos e não há retorno. É tão simples assim! Se quer pegar exemplos de outras escolas pelo mundo, pegue o exemplo da Finlândia. É talvez o único país do entre os ocidentais que brigam em qualidade de ensino com os orientais. Basta pegar as últimas colocações desse país no PISA e comparar com as colocações americanas. Na Finlândia o modelo é bem simples, professor é bem remunerado, tem prestígio e a carreira é bem atraente. As reciclagens são constantes. Só pode lecionar quando for mestre. O currículo das escolas é livre. Há… Leia mais
Não falar bobagens do tipo… escrever “faláceas”? Então, como você é um conhecedor e eu não, você estudou o modelo finlandês (eu no máximo, comi bacalhau e comprei Nokia deles), lá o cargo de professor tem boa renumeração e os resultados são excelentes. Ovo ou a galinha: A renumeração é excelente e atrai uma multidão de pessoas nos quais vão permanecer quem demonstra ter mais títulos e aptidão OU os professores passaram a colecionar títulos e aptidões quando aumentaram seus salários? É por isto que imploro para deixarem os salários dos professores brasileiros baixos, pois se aumentar, gente com mais… Leia mais

Na telefonia, trocaram o monopólio estatal pelo oligopólio privado. É o Estado (leia-se Anatel e Ministério das Comunicações) apoiando o oligopólio da Vivo, da Oi, da Claro, da TIM e de menos cotadas. Mas vá uma Vodafone ou uma AT&T tentar entrar no mercado brasileiro. Se não comprar uma empresa já estabelecida, será escorraçada pelo oligopólio apoiado pelos mesmos órgãos públicos que deveriam combater oligopólios, monopólios e cartéis.

Educação Privada e melhor…é por isso que a Finlândia, onde a educação é 100% estatal,gratuita e universal, está na lama.
Educação privada é melhor…é por isso que o vestibular para as Universidades Federais é tão pouco concorrido.
Educação Privada é melhor…é por isso que essas N faculdades de direito andam com dificuldades para aprovar seus formados na prova da OAB.

Tá serto.

Ah, temos um viking por aqui! Senta e pegue um corno de hidromel e vamos cantar uma canção sobre as vitórias de Odin! O pessoal adora mencionar os países nórdicos como exemplo do estado de bem estar social. Noves fora que são comunidades diminutas – administradores são sempre parentes de alguém e você tende a não ser corrupto com primos; noves fora tem uma das maiores cargas tributárias do globo – “de graça”, até quando o pessoal achará que o Governo é bonzinho?; noves fora serem sustentado por petróleo. Realmente, vestibular das faculdades federais são mais concorridos. E VENCIDOS por… Leia mais

Vejo nos comentários o pessoal tocando o samba de uma nota só: “Precisa valorizar o professor” (afinal, se ganha muito, então provê um bom serviço. Por isto o Brasil é o país com um dos melhores legislativo, executivo e judiciário do planeta). Eu sou contra aumentar salário dos professores e vocês vão concordar comigo:

Se passarem a pagar mais para professores, isto vai atrair bons profissionais de outras áreas, tirando vagas dos atuais professores.

Salvem o emprego dos atuais professores! Mantenha os salários deles baixo!

Hah! Você é hilário!
Acreditar que os resultados pífios da educação brasileira se devem a professores incompetentes é no mínimo inocência…

Muito se diz que o professor é a pessoa chave na formação de cidadãos conscientes. Já não era para estes professores terem formado pelo menos uma geração de cidadãos que ativamente interferissem pelo menos na melhoria do quadro da educação, para que a geração seguinte se aprimorasse ainda mais? Greves todo ano, há mais de 30 anos, me dão a entender que professores ou não sabem fazer o serviço de formar consciências ou não tem compertência para tanto. E se estão esperando melhores salários para daí começar a gerar estes cidadãos conscientes, então além de ineptos, estão na educação por… Leia mais
Trabalhei como professor na rede pública,e posso dizer que qualquer profissional que tentar fazer um trabalho diferenciado vai se decepcionar. O sistema está todo viciado.Diretores,alunos,pais de alunos,os próprios professores estão satisfeitos da forma como a educação pública funciona,com raras exceções.O comprometido professor de início de carreira torna-se frustrado e dragado pelo oceano de comodismo e mediocridade,pois quem nadar contra a maré enfrentará uma corrente violenta.Ainda nadei por 10 anos da minha vida. Também não acredito que o salário serve como parâmetro determinante para uma educação de qualidade,pois vários ex colegas também possuíam empregos em escolas privadas e nem preciso dizer… Leia mais

vejam o filme esperando pelo super homem, é um desastre

E podem me responder uma velha duvida: E mesmo tendo este plano futuro de colocar as O.S. nas escolas.Haverá o tão esperado concurso público p/ todos cargos( tanto de professores e administrativos ) neste ano de 2015″?E ai”?

Karlos Henrique Alencar Borges

Concordo

As charter schools não se mostraram tão eficazes assim no exterior. Nos Estados Unidos, a qualidade dessas escolas oscila bastante e na média elas não se mostraram melhores que a média das outras escolas públicas. No Reino Unido há problemas(Como, cof, cof, uma escola que era administrada por islamistas que exigiam oração e o uso do véu por parte dos professores). Além do mais, charter school não significa dar escola para o controle de ONGs – a melhor charter school americana foi criada por dois professores.

Não importa o sistema no Brasil. Quem vai administrar vai ser honesto?

E quem não for honesto, poderá ser desligado?

Karlos Henrique Alencar Borges

Quem vai ter certeza da resposta futurista?

Karlos Henrique Alencar Borges

Concordo novamente!

Tanta volta pra esconder a palavra certa: PROVATIZAÇÃO ou então TIRAR O C… DA RETA. Dá licença. Essa discussão é bem maior que o Estado.

Karlos Henrique Alencar Borges

É maior, já que esta na raiz social da arvore genealógica do brasileiro nunca tem atitude só tem resposta ou interrogações.

Para dar ao pobre a educação do rico, é necessário informar ao pobre que a educação deverá ser posta em suas vidas como prioridade, coisa que historicamente não é.

Mas eles SEMPRE disseram que é prioridade!

O problema é que eles querem dar educação e sustentar um sistema que não funciona. Daí acham que se o carro não funciona, a solução é sempre colocar mais petróleo (trocadilho com o pré-sal).

Karlos Henrique Alencar Borges

Se o carro não funciona, não adianta combustível, mas ser racional e atuante é o princípio da recuperação da “lata velha”.

Karlos Henrique Alencar Borges

A verdade é abstrata ou concreta?

Viva a meritocracia, se os professores querem ganhar mais, que façam o trabalho direito, para que sejam remunerados de acordo com sua produtividade, porquanto o sistema atual de titulos e tempo de trabalho é um absurdo, tem que remunerar o mérito em sala de aula, o compromisso com os educandos.

Karlos Henrique Alencar Borges
“Viva” o que? Ser professor é … trabalhar na educação é … ser revolucionário seria a atitude …. então debater é sempre bom, mas fazer algo é que quero ver, ser oráculo da cultura ou um bico empregatício, mas ter coragem de entrar na sala de aula sem o estímulo financeiro adequado é um marco, mas fazer diferente sempre será possível, por que ser professor para muitos ainda é um ideal ou um sonho de ser e compartilhar o tem para com os outros, independente da idade e condição social. Saibamos viver o boom global do conhecimento e não o… Leia mais
O governo foi esperto mesmo. Já começou por “agradar” ao único jornal que lhe poderia ser “mais realista”. O “Opção” está sendo “induzido” a mostrar o que é conveniente ao governo. Interessante notar alguns pontos, convenientes ao “novo” modelo. Aliás, uma escola que se baseia em modelo adotado por dois países nitidamente neoliberais (um, inclusive em governo neoliberal típico – Tony Blair) e que nem de longe são exemplos de sucesso em educação pública. Os EUA tem modelo reconhecidamente fracassado. A Inglaterra então… perguntem a alguém que teve filhos estudando em escola pública lá. Outros pontos: 1. Procura fragmentar os… Leia mais

E assim se cria mais uma oportunidade de corrupção em Goiás. Uma vergonha isso, gente! Por que não investe esse dinheiro nas escolas que já existem contratando mais professores, ampliando o espaço, investindo em tecnologia?

Será que para alcançar a qualidade é preciso terceirizar??
Qual será o valor gasto por professor??
Quer dizer que um indicador de qualidade é poder demitir um professor(a)??
Qual será o critério de seleção das OSs??
Essa medida é desnecessária, pois, nesse caso terceirizar é o mesmo que se omitir em lutar por uma educação de qualidade…
Espero que haja uma grande discussão sobre o tema…

O Brasil nunca deixa de copiar modelos de outros países cuja a realidade é diferente. Enquanto não forem resolvidos os verdadeiros problemas da educação brasileira (baixa remuneração dos professores, falta de estrutura das unidades escolares, falta de compromisso dos alunos com os estudos, falta de tempo para os professores se capacitar e planejar as aulas, elevado número de alunos nas salas de aulas, violência nas escolas, etc.), os gestores públicos poderão adotar qualquer modelo educacional que nenhum atingirá as metas almejadas. Quem realmente conhece a realidade da educação no Brasil sabe que tal modelo jamais surtirá os resultados almejados. Sempre… Leia mais
Realmente, o Brasil deve se privar de copiar modelos de realidades diferentes. Mesmo que eles funcionem. Desculpe minha presução, mas você é professor, não? Se errei, pelo menos tem algum familiar que é, correto? Porque sua opinião é a mesma deles: É aquela opinião corporativa, que pede mais salários, menos aulas, menos alunos, mais estrutura. E de quebra, se possível, alunos interessados. Pedir melhores notas? Uma educação mais efetiva? Não, primeiro mais farinha. Depois vem o pirão. O problema da educação brasileira é só um: Corporativismo. Qualquer ideia que tenta ser aplicada para buscar uma educação mais efetiva, qual a… Leia mais

No exterior, a visão que pais e alunos têm da escola é diferente. Difícil essa gente que não faz parte do meio entender. Ignorantes.

Novas idéias são bem vindas, no entanto, aqueles que tem real interesse na melhoria do ensino do povo brasileiro verificarem a quem se destinam as “chater schools” nos EUA: HISPÂNICOS, LATINOS, NEGROS e IMIGRANTES ÁRABES, ou seja, local de esconder a pobreza deles por 10 horas. Visitem os sites destas escolas e observem a fisionomia dos estudantes.

Colégio militar deve ser penas para os ingressos na carreira militar. Vai estragar nossa juventude. São proibidos de pensar. Preparados só para cumprir ordens e dar ordem.

O grande problema é que gestão comunitária e participativa não tem relação com privatização e terceirização. E esta é a primeira proposta relatada: o repasse da gestão financeira e pedagógica das escolas por empresas e com isso a contratação sem estabilidade dos funcionários – imagina o que vai acontecer com os funcionários que exigirem melhorias nas condições de trabalho? A participação da comunidade, dos pais, alunos e professores é de um modelo aberto e público de decisão, o que não ocorre numa empresa. A terceirização não aumenta qualidade em lugar nenhum, só desobriga o contratador da empresa em ter que… Leia mais

O que presta para os EUA não serve para o Brasil…

A afirmativa do texto, creio que será difícil se concretizar: “A admissão de alunos é feita ou por meio de sorteio ou por critérios geográficos, mas, em geral, os alunos que nelas ingressam possuem um perfil de alto comprometimento escolar. ”

Mas para demitir professor é mais fácil…

A mim me parece razonable, tendo em vista que um dos grandes problemas da educaçäo está vinculado ao “corpo administrativo” e claro ao sistema de funcionamento público desde a seleçäo de profissionais até à prática dos mesmos. Um exemplo é que exige tal grau e área de formaçäo para respectivos gargos, sendo que na prática näo funciona assim, pois nem sempre o suscesso depende das duas situaçöes citadas e sim de uma formaçäo que poucos adquiriu que é o dom de administrar de uma maneira simples, justa e lógica…Por tanto, o sistema que vem sendo usado na seleçäo de funcionários… Leia mais

Como um professor pode melhorar suas habilidades sem recursos financeiros suficientes?

Como é que Sócrates formava cidadãos apenas usando uma pedra para subir em cima?

Se o estado de Goiás investir o mesmo que os países desenvolvidos investem em educação não seria necessário nenhuma OS. O problema é que querem fazer o que os grandes fazem com muito menos dinheiro. está passando da hora desse país para de copiar tudo que vê lá fora e começar a construir o que é possível fazer com a realidade na qual vivemos.

Que pena que fechou…. penso que é uma metodologia diferente, porém necessária para elevar a qualidade di ensino no Estado e Pais. sou educadora e acredito que a educação pode sim mudar a ideologia atua de educação que está se tornando fútil e insignificante e além disso está deixando a desejar quanto ao que é verdadeiramente educação de qualidade. Os resultados estão explícitos…. o índice de criminalidade aumentado em demasia…. Vejo isso com muita tristeza. precisamos mudar nossas Leis e criar Políticas Públicas que decolca à população sua responsabilidade e respeito entre todos. Amei a ideia e abraço a causa.… Leia mais
Incompetência da Própria Gestão. Mas isto está no Governo Dilma, Lula, Fernando Henrique, todos não querem uma educação melhor. Burro Vota pela Cesta Família de fome (não que não seja boa mas não pode ser eterno). Bom tem muito mais….. Vou numerar a sequência lógica: Aprender com projetos. 1) Especialização em Projetos 2) Montar equipe mulfuncional validar a equipe 3) Visitar os BenchMarket na área. Japão por exemplo montou uma turma que irá aprender 4 idiomas e também todos os softwares da microsoft win, word, power, excel, visual basic, acess…. quer mais do que essa preparação, com certeza seremos empregados… Leia mais

Nós concursados não precisamos puxar saco de ninguém!
Esse papinho de que “a escola pode contratar a livre critério”, isso na mão do governo corrupto que temos, vai virar um curral eleitoral sensacional!
Concordo com investimento do setor privado, mas sem acabar com o CONCURSO PÚBLICO! e que acabem com as fraudes nos concursos!

Participei do quadro de professores do Colégio Rudá durante sete anos, com muito orgulho. Minhas filhas também estudaram lá. Oferecíamos aulas para Educação Infantil e Ensino Fundamental. De fato tínhamos uma proposta diferenciada envolvendo a participação efetiva dos familiares. Era uma escola elitizada… Na Educação Infantil, atendíamos vinte crianças no máximo e havia fila de espera, sempre. No Ensino Fundamental eram vinte e cinco alunos. As salas de aulas eram amplas possibilitando diferentes organizações no ambiente e todos os materiais solicitados ao longo do ano eram prontamente reconhecidos e adquiridos como instrumentos fundamentais para desenvolvimento das atividades propostas, que tinham… Leia mais

Se a saúde já é assim, ela melhorou?
Se sim, ok.
Mas aposto que não.
E esse orçamento para as OS, heim? Que farra!

Bem Vindo à DITADURA…

Concordo plenamente.

nada excludente esse projeto ne?

Muito rasa a matéria , não aprofundou no debate no próprio EUA sobre o tema . Não há evidências nas pesquisas realizadas da melhora qualitativa do ensino das Charters Schools , pelo contrário , podem ser até piores.

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