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Iris propõe gestão estadual de Anápolis Foto: Fernando Leite[/caption]
O candidato do PMDB ao governo estadual, Iris Rezende, esteve na cidade participando de inaugurações de comitês. O maior objetivo do líder é superar as dificuldades históricas que seu partido tem com o eleitor anapolino. Por isso mesmo, Iris Rezende quer uma aproximação não só do PMDB com o município e sim da própria gestão com a “cidade desenvolvimentista, que mais merece atenção”, como disse Iris em sua campanha pelas ruas anapolinas, há poucos dias. A gestão não será apenas “para Anápolis”, mas para as demais cidades do Estado, numa gestão ”de Anápolis”.
A proposta do peemedebista é tornar a cidade polo industrial também em um polo político-administrativo de decisões a cada três meses: “Vou administrar junto com os anapolinos”, garantiu. O lançamento das candidaturas de Lucas Vergílio (SD) à Câmara Federal e de Carlos Antônio (SD) à Assembleia Legislativa foi marcado pelo discurso da história do município e de sua importância em âmbito estadual, uma vez que se celebrava os 107 anos do antigo povoado de Santana das Antas. “Essa cidade tem a marca do progresso. O povo de Anápolis é um povo de luta, de garra. Um povo que sempre lutou e colaborou significativamente com o crescimento de Goiás”, disse Iris em seu discurso.
Desenvolvimento industrial e investimento para que se expanda os polos na cidade faz parte da campanha, enquanto continuação e investimento para o crescimento. A Celg também foi objeto de consideração. Iris falou em recuperação e regularização, para que se distribua a energia elétrica, fortalecendo as indústrias. O coordenador da campanha peemedebista, Barbosa Neto, sustenta o argumento da queda de energia, constante em Anápolis, o que prejudica o avanço, sem contar os “gatos” com geradores. No município, o comitê do vereador Eli Rosa, candidato a deputado estadual, somou pontos à sigla com sua inauguração. Iris participou do evento. Ele falou ainda sobre a saúde: “Sabemos da dificuldade que os profissionais da saúde ainda encontram em Goiás. Faremos com que todos os profissionais tenham motivação para o trabalho”.
Prefeitos do PT goiano expulsos por apoiar a reeleição do tucano Marconi Perillo já estão com destino em vista. Joaquim Miranda (Teresina de Goiás) deve ir para o PSDB; José Faleiros (Silvânia) namora o PSD. Há outros petistas que querem aderir, mas, como não querem ser expulsos, vão ficar no partido e, por baixo dos panos, vão apoiar o tucano-chefe.
A obra do centro de convenções de Anápolis está prevista para ser entregue em dezembro deste ano. O projeto foi elaborado pelo arquiteto Manoel Balbino e atende as solicitações do governador Marconi Perillo (PSDB). Lobby, salas e pavilhões de exposições, restaurante, auditórios e teatro totalizam mais de 32 mil m² de área construída. A obra é construída em consórcio das empresas Artec, Serrana e CCB, e segundo a engenheira Waléria Câmara, que acompanha os serviços pela Secretaria de Indústria e Comércio (SIC), o complexo será “o maior e melhor do Centro-Oeste”. O prédio tem muito vidro, de forma a aproveitar a iluminação natural. O piso, com exceção do teatro e pavilhões, foi feito com granito produzido em Goiás. “Nós demos a oportunidade para as empresas goianas participarem”, afirma Waléria. Em local estratégico, o centro integra um complexo logístico e de infraestrutura e propõe promover a geração de empregos e distribuição de renda, além do desenvolvimento socioeconômico.
Os petistas Antônio Gomide e Agnelo Queiroz, candidatos ao governo de Goiás e do Distrito Federal, foram vistos abraçados no Entorno de Brasília. Um peemedebista da região não resistiu: “É o abraço dos afogados”.
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Emilio Botin, dono e presidente do Santander, e a presidente Dilma Rousseff: negócios são mais importantes do que a correção ética?[/caption]
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Sinara Polycarpo Figueiredo e Lula da Silva: o ex-presidente pediu a cabeça da superintendente de investimentos do banco Santander[/caption]
Episódios há em que todos os envolvidos são perdedores. Exemplo: o do comunicado feito pelo banco Santander a seus clientes prime, de que todos tomamos conhecimento. O folheto prevenia os correntistas aplicadores daquilo que todos os analistas de mercado vinham observando: a trajetória eleitoral da presidente Dilma Rousseff e o gráfico das bolsas deslocam-se em direções opostas: Se as possibilidades eleitorais de Dilma caem, as bolsas sobem, puxadas principalmente pelas ações da Petrobrás. Algo claro, racional, indiscutível.
O petismo, de quem hoje a presidente é a segunda expressão (a primeira é ainda Lula), tratou muito mal a petroleira, e vem estiolando a olhos vistos seu patrimônio. Agrava mais a questão o fato de Dilma estar no centro dos acontecimentos mais recentes de prejuízo da companhia, os da refinaria de Pasadena. O que era um fato natural passou a escândalo. Dilma investiu contra a realidade, ao considerar análise “inadmissível, lamentável”. Ao combater canhestramente algo tão claro e concreto, interno a uma empresa privada, Dilma mostrou (uma vez mais) seu caráter autoritário. Diminuiu-se como presidente. Dilma perdeu.
A mesquinhez de Lula, pedindo publicamente a demissão da analista Sinara Polycarpo Figueiredo (“essa moça não entende p... nenhuma de Brasil e de governo Dilma. Manter uma mulher dessa num cargo de chefia, sinceramente... Pode mandar ela embora e dar o bônus dela para mim”, atacou o ex-presidente), é também autoritária, embora não surpreendente. De Lula pode-se sempre esperar uma atitude pior que a anterior. Lula perdeu. Perdeu Emilio Botin, dono e presidente do Santander, ao demitir a funcionária e mais dois subordinados que apenas cumpriram sua função. E perdeu feio, ao enlamear-se na sabujice aos poderosos. Rebaixou-se sem necessidade, por mais alguns favores de governo e mais alguns reais de lucro. Botin, dono de um banco de renome mundial, não precisava curvar tanto a espinha.
O colunista Augusto Nunes, em seu blog na revista “Veja” resumiu o vexame do espanhol: “Emilio Botin mostrou como se preside um grande banco de joelhos”.
A analista Sinara Figueiredo e seus dois colegas despedidos perderam. Perderam os postos de trabalho sem ter cometido nenhuma falta, nenhuma desonestidade. Enfrentarão os dias de desemprego, que, esperamos, não hão de ser muitos. Mas que sempre são de incerteza, de angústia pelos compromissos assumidos e — quem sabe? — pelos familiares que a medida arrasta nessa vicissitude. As primeiras preocupações de quem perde o emprego são sobre como prover a despensa e pagar a escola dos filhos.
Eles, a analista e seus dois colegas, que menos devem no episódio, terão perdido mais que os outros. Até porque aqueles outros perderam algo a que, parece, não têm muito apego. Não é a primeira vez que o presidente do Santander aparece em rumoroso envolvimento com autoridades públicas.
O jornal espanhol “El Mundo”, em 17 de dezembro de 2009 publicou uma reportagem explosiva: o célebre juiz espanhol Baltasar Garzón, responsável pela prisão de Pinochet na Inglaterra, cultivava com Emilio Botin uma amizade fora dos padrões. Garzón, que adorava — e adora — uma manchete de jornal e uma câmera de TV, havia dado uma escorregadela: pediu a Botin, em 2006, por carta, e conseguiu, um patrocínio milionário do Banco Santander para uns cursos que ia ministrar em Nova York, quando ali passava uma temporada. Algo para alimentar sua enorme vaidade. E o que é pior: voltando à sua cadeira de juiz na Audiência Nacional (o tribunal superior espanhol), havia recebido uma ação contra o Santander e a havia arquivado. Sequer se julgara suspeito, o que acabou lhe rendendo um processo interno na corte.
Governo realça massacre no Oriente Médio e esconde ampla violência no Brasil
O governo é pródigo em paradoxos. Mais um vem a público. Numa destrambelhada ação diplomática, a presidente Dilma Rousseff fez o Itamaraty produzir uma nota só 50% certa, ou melhor, 50% errada: condenou Israel, mas se esqueceu de ou não quis condenar os extremistas do Hamas pelos combates na faixa de Gaza, provocando reação dos judeus. Paradoxo. A presidente, na tréplica, classificou de massacre o que ocorre na região. Paradoxo, outra vez. A presidente se esqueceu ou não quis se lembrar do massacre quotidiano que leva cerca de 140 pessoas por dia (a maioria jovens envolvidos com drogas) a serem assassinadas no Brasil, debaixo da omissão governamental. Massacre maior que o da faixa de Gaza. Enquanto o Ministério da Justiça persegue até a histeria as armas do cidadão honesto e chega até a implicar, via do Exército, com as armas dos atletas atiradores, os traficantes continuam trazendo armas para os seus arsenais, junto com as drogas vindas dos países “bolivarianos”. Ninguém os incomoda, enquanto seguem (noutro paradoxo), matando nossos jovens, depois de viciá-los em maconha, cocaína e crack.Ministra Marta não quer respeitar Igreja Católica
A ministra Marta Suplicy abespinhou-se porque a Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro relutava em liberar a estátua do Cristo Redentor para uma filmagem dirigida pelo cineasta José Padilha. Numa cena, do episódio “Inútil Paisagem”, constante do filme, o ator Wagner Moura, um dos queridinhos da esquerda “chique”, dá uma banana para o Cristo. À Cúria, não podia agradar uma exploração desrespeitosa ou ideológica da imagem do Cristo, nem uma negação da fé, simbolizada no ato grosseiro do personagem encarnado por Moura. Além da devoção, a Cúria vê a sua responsabilidade, pois é curadora da imagem do Cristo Redentor. Segundo o muito bem informado e sério jornalista Merval Pereira, a ministra lançou ameaças (indiretas ou diretas, não se sabe ao certo) de retirar dos religiosos a tutela da imagem. De transferir esse controle para algum órgão de seu ministério, se a permissão para as filmagens não fosse dada. Algo próprio de quem não respeita a Igreja Católica e o credo religioso de outras pessoas. A esquerda brasileira aprendeu o que o stalinismo ensinou. Nada esqueceu e nada mais aprendeu. Stálin, como seus seguidores, e todo marxista, era ateu. Mais que desprezava, odiava a religião e foi responsável por muitos massacres de religiosos e fiéis. Não cultivam seus admiradores respeito à fé religiosa, à Igreja, à Cúria Metropolitana, aos padres, aos crentes e à simbologia natural da estátua do Cristo Redentor, no cume do Corcovado. Mas aqui não há paradoxo. É apenas a natureza autoritária da “esquerda revolucionária” se manifestando. A Cúria acabou concedendo a permissão para as cenas. E a ministra negou o fato, ainda que contra todas as evidências.O governo de Dilma Rousseff e a vergonha da CPI fraudada
A Petrobrás continua sendo a vítima preferencial do governo da presidente Dilma Rousseff. E o governo deve mesmo ter muito a esconder para fazer o que faz nas Comissões Parlamentares de Inquérito criadas para investigar os rombos na empresa. Em primeiro lugar, tentou abortar a criação das CPI. Não conseguindo, enxertou-as com os mais fiéis correligionários, encarregados de paralisá-las. Estava conseguindo, mas não satisfeito, resolveu fraudar a do Senado, como se fosse uma simples prova de ensino médio, onde se compram, se vendem e se passam, desonestamente, gabaritos com respostas certas. E autoridades graúdas, ministro, diretores da maior empresa brasileira (para não dizer sul-americana), que deveriam ostentar honra e dignidade, além de competência, vergonhosamente, participam das falsificações.A Assembleia Legislativa está de olho na criação de municípios. Em Goiás são sete distritos em condições de emancipação: Jardim Ingá (Luziânia), Campos Lindos (Cristalina), Jardim ABC (Cidade Ocidental), Monte Alto (Padre Bernardo), Girassol (Cocalzinho), Lago Azul (Novo Gama) e Céu Azul (Valparaíso).
A holding JBS está financiado campanhas de sete candidatos a governador no País. Nenhum em Goiás. Júnior Friboi é filiado ao PMDB de Iris Rezende. A decisão de não financiar candidatos em Goiás prova a força de Júnior Friboi na empresa. Sinaliza, enfim, que ele se dá muito bem com os hermanos Wesley e Joesley Batista.
Há poucos dias, numa reunião em Goiânia, quando Iris Rezende, com quase 81 anos e depois de estar disputando a quinta eleição para o governo de Goiás, disse que é um apóstolo da renovação, os mais jovens deram um sorriso meio sem graça. Um deputado sempre comenta: “Será que renovar é atropelar o novo?” É uma referência ao fato de que Iris vetou a candidatura de Júnior Friboi.
Segundo o presidente do PSDB em Goiás, Paulo de Jesus, a coligação Garantia de um Futuro Melhor Para Goiás vai recorrer da decisão judicial
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO) negou, neste sábado (9/8), o pedido do governador Marconi Perillo (PSDB) e do vice, José Eliton (PP), direcionado às críticas feitas à atual gestão do governo pelo deputado federal Ronaldo Caiado (DEM), candidato ao Senado pela chapa encabeçada por Iris Rezende (PMDB).
Ronaldo Caiado já publicou críticas sobre a situação energética do Estado e também quanto à segurança pública, além de assegurar, por meio de sua conta no microblog Twitter, que o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Dentran-GO) funcionaria como uma espécie de caixa dois no caso do reemplacamento de veículos. Na época, o democrata disse também que estaria derrubando placas que anunciavam obras sob responsabilidades da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), o que levou o presidente da pasta, Jayme Rincon, a ingressar na Justiça contra o democrata.
Sobre esta decisão favorável, feita pelo juiz Jesus Crisóstomo de Almeida, o democrata disse que não se intimidará diante do processo eleitoral e assegurou que continuará defendendo o Estado. O senatoriável informou também que se solidarizou com sua funcionária Cristina Kott, que, após decisão do TRE-GO nessa sexta-feira (8/8), foi obrigada a apagar postagens consideradas “difamatórios e inverídicas” sobre coligação Garantia de um Futuro Melhor para Goiás (PSDB, PP, PSD e aliados).
O presidente do PSDB em Goiás, Paulo de Jesus, informou ao Jornal Opção Online que a coligação vai recorrer da decisão do TRE estadual. "Buscamos amparo na lei apenas contra o excesso e oportunismo eleitoral do candidato. Não queremos censurar as redes sociais de Ronaldo Caiado, queremos apenas que ele não publique inverdades constantes", disse.
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Twitter de Ronaldo Caiado (DEM) sobre placas da Agetop[/caption]
Sandro Mabel e Samuel Belchior são os mandachuvas na campanha de Iris Rezende. Mabel manda um pouco mais porque é o político que está trabalhando para atrair o pessoal de Júnior Friboi para a campanha do peemedebista. Iris Rezende teria prometido que vai apoiar Mabel para prefeito de Goiânia ou de Aparecida de Goiânia.
Está acontecendo o mesmo problema de 2010: falta dinheiro à campanha de Iris Rezende. Peemedebistas do interior vêm à capital buscar material e saem de mãos abanando. A 55 dias das eleições, isto pode ser um problema. Dos mais graves. As brigas devem começar brevemente. Tem candidato do PMDB a deputado procurando o governador Marconi Perillo.
O vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano (PMDB), diz que Iris Rezende vai ser eleito governador de Goiás. “Observe-se que, mesmo com uma estrutura bem menor, Iris está praticamente empatado com o candidato do PSDB, Marconi Perillo. Na campanha, com as contradições expostas com mais precisão, nós vamos ganhar.”
O marqueteiro Jorcelino Braga diz que nunca viu o eleitor tão indeciso, quieto e estranho quanto nas eleições deste ano. “É um sinal de que a campanha de televisão, dependendo da apresentação das propostas e da credibilidade como forem apresentadas, pode mudar o quadro das pesquisas.”
Jorcelino Braga afirma que aposta que Vanderlan Cardoso será o adversário do governador Marconi Perillo no segundo turno. Braga avalia que Vanderlan é consistente e que Iris Rezende não emplaca. “O candidato que tem o controle da máquina tende a ir para o segundo turno.”
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Delegado Deusny Silva: motivos da prisão não foram revelados
Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
A polícia goiana prendeu, na sexta-feira, 8, um homem suspeito de envolvimento em pelo menos dois “fatos” que podem estar relacionados à onda de assassinatos contra mulheres em Goiânia. O superintendente de Polícia Judiciária da Secretaria de Segurança Pública de Goiás, Deusny Aparecido Silva, não especificou que “fatos” seriam esses, sejam homicídios e/ou tentativas de homicídios, por exemplo. O delegado não quis especificar quais os motivos que levaram à prisão do investigado, mas afirma ter informações suficientes para acreditar em seu envolvimento. A polícia não sabe as motivações do rapaz com os crimes e o suspeito nega a autoria. O homem tem diversas passagens pela polícia por roubo à mão armada, formação de quadrilha e outros. No momento de sua abordagem, na noite do dia anterior, foram apreendidas uma moto preta e roupas da mesma cor –– indumentária atribuída ao suposto serial killer, que estaria atuando na cidade. Apesar disso, nenhuma arma foi localizada. “Temos algumas outras situações que nos levaram ao pedido de prisão, mas não posso dizer o que encontramos na investigação que nos levou até ele”, afirma o delegado. O superintendente ainda disse que outros mandados de prisão devem ser cumpridos nos próximos dias. O envolvimento do suspeito preso nos crimes recentes continuará sendo investigado. Até o dia da prisão, 13 mulheres foram mortas.
Fraude no Palácio
Os perfis na Wikipédia dos jornalistas de economia Míriam Leitão, colunista do “O Globo”, e de Carlos Alberto Sardenberg, âncora da CBN nacional e da Rede Globo, foram alterados a partir da rede de internet do Palácio do Planalto. O objetivo era o de criticá-los na enciclopédia colaborativa virtual. O site permite que qualquer usuário da internet insira ou exclua informações. As fraudes foram praticadas a partir do IP (sigla em inglês, Internet Protocol) da Presidência da República. Com o número do protocolo 200.181.15.10 foi possível identificar que os textos sobre os dois profissionais foram adulterados nos dias 10 e 13 de maio de 2013. O planalto informou que é “tecnicamente impossível” identificar os responsáveis pelas modificações, pois não há mais registros dos acessos.Na faixa de pedestre
Vítima de atropelamento na noite de segunda-feira, 4, morreu na madrugada seguinte Jéssyca Nunes. Ela foi atropelada em frente ao Campus V da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), no Jardim Goiás, onde cursava jornalismo. Com o impacto, sofreu traumatismo craniano. Foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Urgência de Goiânia (Hugo). Ela sofreu uma parada cardíaca e não sobreviveu. Professores da instituição e jornalistas consternam a perda da jovem. Jéssyca estava na faixa de pedestres. Estudantes do Campus reclamam, constantemente, quanto à localização da faixa, que fica longe da entrada da universidade e os veículos trafegam em alta velocidade pela avenida, quase sempre não respeitando a sinalização para passagem dos pedestres. Ironicamente, a moça de 23 anos cursaria a disciplina de Comunicação e Cidadania, em seu último período de graduação. Jéssyca deixa uma filha de 4 anos.Inflação estável
O índice de inflação oficial do Brasil ficou estável no mês de julho, registrando alta de apenas 0,01%. Assim, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado em um ano, voltou para 6,5%, o teto da meta. A variação é a menor registrada desde 2010, quando o índice foi igual em julho, com 0,01% e 0% no mês anterior. O dado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e ficou abaixo do previsto por analistas, que era de 0, 03% a 0,17%. A queda da inflação teve influência dos setores de Transporte, com redução para 0,98% e Despesas Pessoais, com fechamento de 0,12%. No Transporte, o motivo foi pelas passagens aéreas e nas Despesas Pessoais foram os hotéis, cujos preços foram influenciados pela Copa do Mundo.Kirchner culpa o Brasil por crise
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, culpa o Brasil pela queda do PIB no país. Segundo ela, a recessão pela qual a Argentina passa não é isolada de outros países e o baixo crescimento do Brasil é uma das razões pelo semestre de recuo econômico argentino. “O Brasil tem um crescimento previsto de 1,3%, em 2014, e é o nosso principal sócio comercial”, afirmou a presidente na sexta-feira, 8, em alusão à projeção do FMI. A indústria automotiva brasileira é citada como motivo para as baixas exportações argentinas de autopeças. Além disso, o congelamento dos pagamentos da Argentina a parte dos credores, pelo juiz americano Thomas Griesa, até que o país feche acordo com todos que têm dívida, foi mencionado por Kirchner. Ela diz que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, poderia intervir na decisão do juiz: “Quando o mesmo fundo ‘abutre’ quis embargar os fundos do Congo, um deputado republicano interveio”.Polícia prende maior grupo de tráfico de drogas
O maior grupo de distribuição de pasta base de cocaína de Goiás e do Distrito Federal foi desbaratado pela Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc) após dois anos de investigação. De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha movimentou quase dez toneladas da droga entre 2012 e 2013 e, nesse período, os criminosos lucraram R$ 83 milhões. Se refinado, o entorpecente resultaria em cerca de 60 toneladas de cocaína. A organização foi revelada por meio da Operação Esmeralda, que resultou na prisão de chefe do grupo, Marcelo Gomes de Oliveira, de 34 anos, e de mais 14 pessoas. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Odair Soares, outros três suspeitos estão foragidos. O braço direito do mentor do grupo era José Carlos Moreira Cunha, responsável pelo controle do dinheiro, do estoque de drogas, do gerenciamento de imóveis e da aquisição de dólares e de veículos. “A investigação revelou uma quadrilha compartimentada, profissionalizada e estruturada financeiramente”, disse Odair Soares. Além da distribuição de pasta base de cocaína, o grupo é acusado de latrocínio, lavagem de dinheiro, roubo, falsificação e uso de documento falso.

