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Cadu também é suspeito de cometer um latrocínio e uma tentativa de latrocínio nos últimos cinco dias na capital. Para o delegado responsável pelo caso, o jovem é "dissimulado e não pode conviver em sociedade"
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À esquerda Carlos Eduardo Sundsfeld e à direita Ricardo Pimenta | Foto: Thiago Araújo/ Jornal Opção[/caption]
Foram apresentados à imprensa nesta terça-feira (2/9) Ricardo Pimenta Andrade Júnior, de 33 anos, e Carlos Eduardo Sundsfeld Nunes, de 29 anos, conhecido como Cadu, assassino confesso do cartunista Glauco Vilas Boas e do filho dele, Raoni Vilas Boas, em 2010. A apresentação se deu na Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) e de acordo com o delegado responsável pelo caso, Thiago Damaceno, a dupla integra uma organização criminosa especializada em roubos de veículos que atua em Goiânia.
Ainda segundo Thiago Damaceno, Cadu é suspeito de envolvimento no latrocínio de Mateus Morais Pinheiro, de 21 anos, no último domingo (31/8), e na tentativa de latrocínio do agente prisional Marcos Vinícius Lemes D’Abadia que ocorreu na última quinta-feira (28/8), ambos no Setor Bueno, região nobre da capital. O agente prisional segue internado em estado grave no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).
Em entrevista, o delegado Thiago Damaceno informou que duas testemunhas apontaram que Cadu está diretamente envolvido na tentativa de latrocínio do agente prisional. “Segundo as testemunhas, Cadu abordou e efetuou os disparos contra Marcos Vinícius. Além disso, temos filmagens e elementos que comprovam a ação criminosa e sua participação”, disse.
Com relação ao latrocínio de Mateus Morais Pinheiro, o delegado disse que está investigando. “Cadu estava com o veículo da vítima e portava uma arma com características semelhantes da usada no crime”, salientou.
Prisão dos suspeitos
Coincidentemente, na tarde dessa segunda-feira (1º/8), o delegado responsável pelo caso passava pela Avenida D, localizada no Setor Oeste, quando avistou um veículo com as mesmas características do que havia sido levado do jovem vítima de latrocínio na noite anterior. Com a placa do veículo em mãos, Thiago Damasceno descobriu que realmente se tratava do automóvel, um Honda Civic, registrado no nome de Mateus Morais. Depois que começou a acompanhar o carro roubado, o delegado constatou que o Honda Civic era escoltado por um Honda City. Enquanto fazia o acompanhamento, o delegado pediu apoio a um carro da Guarda Municipal Metropolitana, que abordou o motorista do Honda City, Ricardo Pimenta, que se entregou e confirmou que estava seguindo Cadu, no entanto negou participação no latrocínio e na tentativa de latrocínio. Já Cadu, que dirigia o Honda Civic, conseguiu fugir. Durante a fuga, Cadu bateu o veículo em um muro e seguiu a pé. Em seguida, o suspeito tentou cometer um novo roubo em uma farmácia no Setor Sol Nascente quando foi abordado e preso pela Polícia Militar (PM).Duplo homicídio e imputabilidade penal
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Cadu assassino confesso do cartunista Glauco e de seu filho Raoni | Foto: Christian Rizzi[/caption]
Em 2010 o assassinato do cartunista Glauco Vilas Boas e do filho dele, Raoni Vila Boas, ganhou repercussão nacional. Carlos Eduardo Sundsfeld Nunes, o Cadu, confessou ter praticado o duplo homícidio em um sítio na cidade de Osasco, em São Paulo. Na época, o acusado frequentava uma igreja de doutrina religiosa baseada no Santo Daime fundada pelo próprio cartunista. Segundo os autos do processo, no dia do crime Cadu estava sob efeito de maconha e haxixe.
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Após confessar o crime, Cadu chegou a ficar preso no presídio de Catanduvas, no Paraná, mas foi diagnosticado com esquizofrenia e transferido para uma unidade de saúde de Curitiba. A Justiça então o considerou inimputável, ou seja, incapaz de responder criminalmente pelos seus atos. Depois disso, a família do acusado, que mora em Goiânia, conseguiu transferi-lo para uma clínica da capital.
Em agosto do ano passado, a juíza Telma Aparecida Alves, da 4ª Vara de Execuções Penais, decidiu que o assassino confesso do duplo homicídio poderia receber alta da clínica psiquiátrica onde estava internado em Goiânia. No entanto, deveria continuar tendo acompanhando psiquiátrico.
Crimes em Goiás
O delegado Thiago Damaceno informou que os suspeitos vão permanecer presos e serão encaminhados ao Poder Judiciário. “A princípio não chegou nenhum documento para a Policia Civil de Goiás sobre a imputabilidade de Cadu. Após conversar com o suspeito percebi que ele parece ser mais dissimulado do que, propriamente, um doente mental. Eu não sei diagnosticar, mas creio também que ele não tenha condições de conviver em sociedade”, disse. A Polícia Civil pretende ouvir ainda nesta semana testemunhas que presenciaram o latrocínio e a tentativa. “Pretendemos colher outros elementos de informação, como o próprio confronto balístico, entre o projétil retirado da vítima e arma que foi apreendida em poder dele. As investigações vão prosseguir e vamos descobrir se Ricardo Pimenta participava ou apenas receptava”, detalhou Thiago Damaceno. Indagado sobre o índice de violência no Setor Bueno e no resto da capital, o delegado salientou que a Polícia Civil trabalha para elucidar os casos e “passar uma sensação maior de segurança, mas a criminalidade tem aumentado e isso está se complicando cada vez mais”.
Em atuação em Goiás desde outubro de 2013, a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) permanecerá por mais 180 dias no Estado, conforme determinação do governo federal publicada nesta terça-feira (2/9) no Diário Oficial da União. Nesta portaria, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirma ter considerado, para a decisão de permanência, manifestação expressa do governador Marconi Perillo (PSDB). Não consta na determinação que a decisão tenha se dado por conta dos últimos índices de violência registrados em Goiás, com destaque para os assassinatos de mulheres de maneira semelhante, o que levou à suspeita de que um assassino em série poderia estar atuando em Goiânia, A ajuda da Força Nacional foi um pedido do governo do Estado em fevereiro do ano passado na solução de crimes de homicídio cometidos a partir de 2008 com objetivo de ajudar Goiás a atingir a meta 2 da Secretaria Nacional de Segurança Pública, que se refere ao combate à impunidade. O Ministério da Justiça só autorizou o envio no início de julho. Inicialmente, a FNSP atuaria por um período de 90 dias, prazo que foi prorrogado. A FNSP também atua na cidade de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, na operação batizada de Cerrado. A vinda da FNSP a Goiás tem suscitado polêmica desde que foi divulgada, em 4 de julho. À época, policiais civis manifestaram que a decisão de trazer a FNSP é um desrespeito aos agentes que atuam no Estado que, segundo o sindicato da categoria, trabalham sem a aplicação dos investimentos necessários.
A jornalista Janete Ferreira, uma workaholic, está deixando o cargo de gerente de Comunicações Eletrônicas na Agência de Comunicação do governo de Goiás (Agecom). Ela vai se dedicar à assessoria de imprensa para advogados. Ao mesmo tempo, estuda Direito e pretende ser promotora ou juíza. Obstinada como é, será o que quiser.
Você está deixando o jornalismo para se dedicar à advocacia?
Ainda não posso advogar, pois estou no terceiro período do curso de Direito. Vou assessorar advogados (na área da imprensa).
Estou com dr. Miguel Cançado [ex-presidente da OAB-Goiás], que me apresentou ao mundo jurídico, com o dr. Flávio Buonaduce e fechando com outros escritórios.
Estou ainda trabalhando no jornalismo mas me preparando para ser juíza ou promotora. Esta é minha meta.
O prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira (PDT), diz que faz duas apostas. Primeira: vai ter segundo turno na disputa pelo governo de Goiás. Segunda: o segundo turno terá o governador Marconi Perillo, do PSDB, e o ex-prefeito de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso, do PSB.
“Iris Rezende está caindo em todo o Estado, pois os eleitores perceberam que não tem condições de derrotar Marconi. Vanderlan vai colar em Iris e, em seguida, vai passá-lo”, afirma Misael Oliveira. Ele aposta no efeito Marina Silva. “No meio do caminho não tem uma pedra — tem o povo”, acrescenta, enigmático.
Misael Oliveira é o único líder importante do PDT de Goiás que apoia Vanderlan Cardoso. Os demais, como a deputada Flávia Morais e o prefeito de Inhumas, Dioji Ikeda, estão na campanha de Marconi Perillo.
O fracasso nacional devolve o tucano Aécio Neves à política de Minas Gerais. Ciente de que sua situação é complicada, com aliados embarcando na candidatura de Marina Silva (PSB), discreta ou acintosamente, o tucano deve concentrar seus esforços, nos próximos dias, na política de Minas Gerais. Aécio Neves não quer perder o controle do governo em Minas Gerais. No momento, o petista Fernando Pimentel — aliado da presidente Dilma Rousseff — é o primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, superando Pimenta da Veiga, tucano bancado e imposto por Aécio Neves. Aliados de Pimenta da Veiga avaliam que sua situação só não é melhor porque, concentrado na política nacional, Aécio Neves aparece pouco nos seus palanques, no interior de Minas. Aparece, é fato, nos programas de televisão. Mas, como está visitando o país, negligenciou a política local. Entretanto, com o esvaziamento nacional, Aécio Neves deve voltar-se com unhas, dentes, pés e mãos para a política de Minas. Agora, é hora de pôr o retrato na parede e tentar colocar Pimenta da Veiga no governo. Porque, se não fizer o governador de Minas, Aécio Neves, embora senador, se tornará mais fragilizado na política nacional, sobretudo agora quanto o tucanato de São Paulo começa a embarcar na campanha de Marina Silva. Neto de Tancredo Neves, Aécio Neves sabe que só é forte na corte quem é forte na província.
O candidato do PSDB a presidente da República, Aécio Neves, foi para o espaço. Tanto que o coordenador de sua campanha, o senador Agripino Maia, do DEM, admitiu que a aliança tucano-democrata deve apostar tudo em Marina Silva no segundo turno. Que Aécio Neves está fora do páreo — dados a ascensão de Marina Silva e o fato de que a presidente Dilma Rousseff, mesmo fragilizada, tende a ir para o segundo turno —, todos sabem. Agripino Maia apenas disse a verdade. Agora, o que todos temem é que Marina Silva seja eleita no primeiro turno. Se isto acontecer, ela poderá amarrar alianças apenas quando assumir o mandato. No entanto, se for para o segundo turno, partidos políticos como o PSDB e o DEM poderão ocupar um espaço maior tanto na campanha quanto num eventual governo. O PSDB quer se tornar o PMDB do governo Marina Silva. E o DEM, claro, quer uma boquinha. Mas há políticos do DEM, como o deputado federal Ronaldo Caiado, que querem ver o demônio mas não aceitam apoiar Marina Silva.
A cidade é o terceiro colégio eleitoral do Estado e uma parte significativa dos moradores apoia a candidatura de Antônio Gomide (PT), o ex-prefeito de Anápolis
Advogado de Direito Digital vê como subjetivo ponto do projeto que sustenta que provedor deverá ser responsabilizado se não remover, após notificação de usuário, conteúdo que fere os direitos humanos de uma pessoa
Pelo menos 260 mil pessoas estão deslocadas na Ucrânia e mais 260 mil procuraram asilo na Rússia, informou o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados
Nem mesmo José Roberto Arruda acredita mais que poderá ser candidato a governador do Distrito Federal e seus aliados não querem participar de uma aventura de resultados imprevisíveis. Se puder disputar, o integrante do PR pode encomendar o terno da posse. O problema é que, depois, pode não assumir o mandato. Quem vai investir recursos políticos e financeiros num candidato assim? Nesta semana, os aliados do ex-governador estão articulando uma espécie de movimento “Adeus, Arruda” e preparam o lançamento de outro candidato.
Se dependesse exclusivamente de Arruda, a candidata seria sua mulher — a bela Flávia Carolina Peres, conhecida como Arrudinha. Mas os principais líderes da aliança, como o ex-senador Luiz Estevão e o grupo Roriz, avaliam que Arrudinha não tem experiência política nem administrativa. Por isso, a aliança listou outros nomes, que estão sendo submetidos ao ex-governador. A lista: Jofran Frejat (atual vice de Arruda), do PR, Gim Argello, do PTB, Alberto Fraga, do DEM, e uma filha de Joaquim Roriz (Jaqueline Roriz, do PMN).
Aliados de Arruda não se empolgam com os nomes apresentados. Frisam que Jofran não agrega e não tem densidade eleitoral. Dadas sua riqueza e denúncias, Argello seria um candidato tão vulnerável quanto o governador Agnelo Queiroz (PT). Alberto Fraga pertence ao partido mais desgastado em Brasília, o DEM, ao qual pertencia Arruda. Jaqueline Roriz (foto) é filha de Joaquim Roriz, político que, apesar do desgaste e vários denúncias, ainda tem certo apelo entre os eleitores mais pobres.
Beatriz Galvão afirma que a Justiça errou quando o considerou inimputável e que, na ocasião em que seu marido e filho foram mortos, foi fácil culpar a religião do Santo Daime. “E agora vão culpar quem?”
Candidato a deputado estadual, Darlan Braz, do PPS, e um dos articuladores do Movimento MariMar — Marina Silva e Marconi Perillo —, aposta que o candidato do partido a deputado federal, Marcos Abrão, deve ser um dos cinco mais bem votados da coligação governista. “Marcos Abrão está presente em praticamente todos os municípios de Goiás, com apoios consistentes. Sua campanha é um das mais visíveis.”
Darlan Braz diz que, na sua campanha, costurou apoios sólidos em várias cidades, como Goiânia, Minaçu, Formosa, Novo Gama, Anápolis, Rio Verde. “Trata-se de apoio qualitativo, baseado mais em ideias e propostas do que em recursos financeiros. Fazemos a campanha do corpo a corpo, apresentando ideias para melhorar o Estado.” O líder do PPS afirma que conseguiu forte apoio dos setores religiosos e dos contabilistas goianos.
Depois de não poder comparecer ao aniversário do filho Davi Lucca, que ocorreu no final de agosto, o atacante recebeu a visita da ex-namorada e de seu herdeiro [gallery type="slideshow" ids="14263,14264,14265,14267,14266"] Após o fim do namoro de Neymar com a atriz global Bruna Marquezine, o atacante causou alvoroço nas redes sociais nesta semana com a especulação de uma possível recaída com Carolina Dantas, a mãe de seu filho Davi Lucca, que está de passagem pela Espanha. Neste domingo (1º/9) a mãe do herdeiro do Neymar aproveitou para conhecer alguns pontos turísticos de Barcelona e pelo Instagram afirmou que deseja voltar mais vezes ao país. [relacionadas artigos="13053"] Em seguida, Carolina Dantas sofreu com a revolta de alguns internautas, que afirmaram que Neymar só deseja se aproveitar dela, pois está com fama de "garanhão" após o término com Bruna Marquezine. O atacante também postou em suas redes sociais fotos ao lado de Davi Lucca, de três anos. Em um dos registros em seu Instagram, o craque brasileiro divulgou um momento de intimidade dos dois: "Banho com papai..." Quem também está em Barcelona é dona Nadine, mãe do jogador, que não costuma aparecer nas redes sociais do filho. Porém, dessa vez, Neymar fez questão de mostrar aos seus seguidores que está ganhando uns dias de cuidados maternos.
Dilma Rousseff? Aécio Neves? Qual nada. O maior movimento suprapartidário está surgindo em Goiás para apoiar a candidatura de Marina Silva a presidente da República. Trata-se do Movimento MariMar — Marina e Marconi. Uma reunião será organizada na terça-feira, às 19 horas, na sede do PPS, à Rua Amélia Artiaga Jardim, nº 99, no Setor Marista (abaixo da Ricardo Paranhos, em frente ao Batalhão Anhanguera).
O MariMar conta com o apoio do PPS (leia-se Marcos Abrão e Darlan Braz), PSB (setores do partido) e PHS (leia-se Eduardo Machado), além de integrantes do PSDB. Darlan Braz, um dos coordenadores do MariMar — vale dizer que apoiava a aliança PSB-PPS antes da morte de Eduardo Campos —, avalia, depois de uma comparação detida dos números das pesquisas, que Marina Silva deve ser eleita no primeiro turno.
Segundo ele, as autoridades sanitárias do país registraram, entre 28 de julho e 29 de agosto, um total de 53 casos, dos quais 13 foram confirmados em laboratório

