Notícias
Desde 2010, mais do que dobrou a frota com placas do município. Secretaria alerta para maior fluxo e pede colaboração
A cúpula nacional do PT não gostou de saber que o PT elegeu quatro vereadores e, devido à incapacidade de agregar do prefeito Paulo Garcia, perdeu três — Djalma Araújo (foi para o Solidariedade), Tayrone di Martino e Felisberto Tavares. Só Carlos Soares, embora crítico do petista-chefe, o apoia.
O PT nacional quer entender porque, no primeiro turno, o prefeito Paulo Garcia votou em Iris Rezende (para governador) e em Iris Araújo (para deputada federal) e não nos candidatos do partido. Um vereador escreveu um relatório amplo e vai encaminhá-lo à direção nacional, com detalhamento das razões (ou falta delas) pelas quais o prefeito Paulo Garcia trocou Antônio Gomide, desde o primeiro turno, por Iris Rezende. O líder político teria se tornado mais irista do que petista. Vai provocar escândalo.
Não procede que o mensaleiro Delúbio Soares vai assumir uma secretaria na Prefeitura de Goiânia. Trata-se de fofoca da oposição. Delúbio Soares, embora seja amigo íntimo de Paulo Garcia, avalia que, se assumir algum cargo, queima o prefeito petista do ponto de vista político. Quando não está preso, Delúbio Soares frequenta o apartamento de Paulo Garcia e vice-versa, mas têm um acordo para não aparecerem juntos publicamente.
Dois empresários, Ilésio Inácio Ferreira, da Construtora Consciente, e Helenir Queiroz, presidente da Associação Comercial e Industrial de Goiás (Acieg), têm pretensões políticas. Ilésio Inácio Ferreira pode se filiar a um partido político — PT ou Pros — com o objetivo de disputar a Prefeitura de Goiânia. Consta que o empresário Júnior Friboi pode bancá-lo. Helenir Queiroz, cotada para assumir a presidência do Sebrae, é mencionada como possível candidata a prefeita em 2016. Consultada, afirma que não está disposta. Porém, quando seu nome é citado, fica lisonjeada.
O vereador Thiago Albernaz, do PSDB, disse a um líder político que, ante a possível candidatura de Jayme Rincón a prefeito de Goiânia, deve sair do páreo. Thiago Albernaz gostaria de ser vice de Jayme Rincón, mas admite que será difícil, porque os dois pertencem ao mesmo partido. A tendência é que o vice do presidente da Agetop pertença a outro partido, como PP, PTB ou PSD, para ampliar o tempo de televisão.
Policiais militares e civis começam a defender o nome de Frederico Jayme para a Secretaria de Segurança Pública. Delegados, agentes, coronéis, majores, tenentes, sargentos, cabos e soldados frisam que Frederico Jayme tem autoridade e respeita a ação dos policiais. “Frederico Jayme nunca fica ao lado dos bandidos”, diz um delegado.
Iris Rezende teria perguntado a Sandro Mabel se ele aceita ser seu vice na disputa para prefeito de Goiânia. Sempre escorregadio, Sandro Mabel teria desconversado. Mas ficou de pensar. Em 2016, o peemedebista-chefe terá 83 anos.
Paulo Garcia não teve condições de dar garantia a Iris Rezende de que bancará Adriana Accorsi como sua vice. A cúpula do PT regional vai enfrentar o paulo-garcismo e pretende bancar um candidato a prefeito em Goiânia, possivelmente Adriana Accorsi (Articulação) ou Humberto Aidar (PT Pra Vencer). Petistas mais abertos, e não submetidos ao populismo de Iris Rezende, rejeitam aliança com o PMDB de Iris Rezende. E perguntam: “Por que o PMDB não apoia o nosso candidato na capital?”
Quem quer uma presidente qualitativa na Câmara Municipal de Goiânia? Cristina Lopes, do PSDB, é o nome certo. Mas, como sublinha um vereador, a tucana não tem chance nenhuma de ser presidente. Porque não aceita esquemas e negociatas. Tempos horríveis em que os honestos são escanteados.
De um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE): “Se o conselheiro Kennedy Trindade pensa que vai controlar a presidente Carla Santillo, uma filha de Henrique Santillo, está redondamente enganado. Carla é indomável”.
Teme-se que o TCE se torne, doravante, um balcão de negócios. Não pela presidente recém-eleita, Carla Santillo, que é íntegra e rejeita participar de esquemas pouco católicos e de jogadas com empreiteiros. Há conselheiros seriíssimos. Mas pelo menos dois, quando passam perfume, o cheiro é de empreiteiras.
Teme-se que o TCE se torne, doravante, um balcão de negócios. Não pela presidente recém-eleita, Carla Santillo, que é íntegra e rejeita participar de esquemas pouco católicos e de jogadas com empreiteiros. Há conselheiros seriíssimos. Mas pelo menos dois, quando passam perfume, o cheiro é de empreiteiras.
Sempre agindo nas sombras, Kennedy Trindade comandou uma megaoperação para isolar o conselheiro do TCE Edson Ferrari. Tentaram até intrigar este com o governador Marconi Perillo (já estão pacificados).
Segundo um ex-conselheiro, o hábil Kennedy Trindade quer instalar uma espécie de “Assembleia Legislativa 2” no TCE, com o apoio de Helder Vallin — espécie de seu Sancho Pança —, para tentar “controlar” o governo de Marconi Perillo. O governador, hábil e experimentado, não vai cair na armadilha.

