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Graça Foster não parece corrupta. Mas sua suposta inocência foi paga com a demissão

A ex-presidente da Petrobrás Graça Foster é corrupta? Tudo indica que não. Parece que não está envolvida com as falcatruas de políticos e empreiteiros. Se não está, por que foi pressionada a se demitir? Porque, embora possivelmente não esteja envolvida pela engrenagem corrupstêmica (corrupção sistêmica), a Petrobrás precisa de fatos novos para funcionar e se não arrebentar na bolsa. Não só. No mercado capitalista de alta competitividade, o político e o econômico, nenhum executivo pode ser inocente. Graça Foster pode não ter sido contaminada, por escolha pessoal, mas certamente sabia o que estava acontecendo, não nos porões, e sim nos mais refinados e poderosos gabinetes da empresa. Se não sabia, como seus “aliados” sugerem, é muito pior. Pois significa que não tinha domínio sobre o que acontecia, às claras, na Petrobrás. A suposta inocência de Graça Foster foi paga, se se pode dizer assim, com a demissão e, sobretudo, com o desgaste do nome para sempre.

Cosac Naify põe nas livrarias uma tradução caprichada de Absalão, Absalão!, uma obra-prima de Faulkner

Um dos mais brilhantes romances do Nobel de Literatura americano ganha tradução precisa de Celso Paciornik e Julia Romeu

Educação: aquilo que dá certo deve ser aplicado

Há muito a ser feito e o Jornal Opção tem mostrado isso nas últimas duas semanas. Nesta, a série de reportagens é fechada mostrando que há pessoas pensando na educação de forma global

“No Tocantins, o PMDB atualmente está sem pé, sem cabeça e sem rumo”

Prefeito de Paraíso defende Marcelo Miranda com dicas para “melhor governar”

Peemedebista avalia que governo agiu tarde demais na articulação política

[caption id="attachment_27950" align="alignleft" width="620"]Foto: Gilson Cavalcante Foto: Gilson Cavalcante[/caption] Na avaliação do prefeito de Paraíso do Tocantins, Moisés Avelino (PMDB), o governo Marcelo Miranda demorou a se articular para a eleição da Mesa Diretora da As­sembleia Legislativa e, por isso, não conseguiu quebrar o esquema montado pela bancada de oposição. No entanto, acredita que o governo não terá dificuldades em aprovar seus projetos na Casa.

As ponderações de Eduardo Siqueira sobre o processo

Para evitar provocações, o deputado Eduardo Siqueira Campos (PTB) entende que a vitória do deputado Osires Damaso (DEM) na disputa pela presidência da Assembleia não caracteriza necessariamente uma vitória da oposição contra o governo: “São disputas de propostas e venceu quem apresentou uma proposta mais convincente aos olhos dos deputados”, ponderou. Eduardo ainda questionou, com ares de bom companheiro: “Que tempo o deputado Eli Borges teve para apresentar as suas propostas e tomou conhecimento de que seria candidato na hora da eleição?”.

Houve compra de votos na eleição da mesa diretora?

“O costume já implantado no Estado não muito republicano, prevaleceu e houve compra de votos na eleição da mesa diretora da Assembleia”. A acusação é do deputado José Bonifácio (PR), para quem ocorreu uma movimentação de contratos milionários no Parlamento na gestão anterior, “o que torna o processo muito suspeito”. O republicano se refere à suposta marcação dos votos na cédulas do processo que elegeu os novos comandantes do Parlamento tocantinense, o que pode ter, em sua visão, “maculado o resultado da eleição” que elegeu o deputado Osires Damaso (DEM) como presidente.

A conclusão: prevaleceu a força do governo anterior

A um site do Estado, o deputado Paulo Mourão (PT) reconheceu que o resultado da eleição revela a realidade do quadro político em que o governo tinha minoria. Prevaleceu a força do governo anterior que tinha uma bancada majoritária. Não tivemos, talvez, a sensibilidade de convencê-los para uma composição conosco”, lastimou o parlamentar. O petista avalia que o mais importante agora é abrir um debate franco nas comissões , lugar onde a bancada do governo ainda tem condições de indicar os cargos mais importantes. Paulo Mourão espera que nas comissões o governo Marcelo Miranda possa conquistar uma posição de equilíbrio ou até mesmo majoritária, em função da formação dos blocos parlamentares.

O novo cenário político do Tocantins

A aposentadoria de Siqueira Campos na política abre uma avenida de possibilidades, consolida o prestígio de Marcelo Miranda, mas também abre caminho para a renovação. Desempenho do governo pode determinar os novos rumos da política no Tocantins.

Reajustadas as diárias de servidores

A Mesa Diretora da As­sembleia Legislativa reajustou em 8,85% o valor das diárias pagas aos servidores. Os valores variam entre R$ 159 e R$ 484,49. Para as viagens ao interior do Estado, os valores variam entre R$ 159,51 e R$ 320,59. Caso se trate de viagem internacional, o valor da diária se mantém em US$ 400.

Prefeito Carlos Amastha tenta recuperação

[caption id="attachment_27958" align="alignleft" width="620"]Amastha tem fortes chances de reeleição, mas visa 2018 / Antônio Gonçalves Amastha tem fortes chances de reeleição, mas visa 2018 / Antônio Gonçalves[/caption] Após as eleições em que foi fragorosamente derrotado, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PP), abandonou as polêmicas inúteis e passou a se dedicar integralmente à gestão e já está colhendo resultados. Amastha, que só trabalha amparado em pesquisa, já é visto não só como um prefeito com grandes chances de conquistar a reeleição, mas como um forte concorrente ao governo do Estado em 2018.

Reorganização administrativa tramita na CCJ

Tramitam na Comissão de Constituição, Justiça e Re­dação (CCJ) do legislativo estadual quatro Medidas Pro­visórias (MPs) que tratam da reorganização da administração direta e indireta do Poder Executivo. Elas concedem redução em 15% na aquisição de óleo diesel por empresas de transporte coletivo e modificam artigo da lei que dispõe sobre as diretrizes orçamentárias do Estado.

Mensagem é para a modernização da máquina

“Temos que fazer um governo de gestão para modernizar a máquina pública e garantir serviços de qualidade para toda a nossa população; temos que trazer de volta a dignidade e a autoestima de todos os tocantinenses, entregando ao nosso povo serviços de qualidade na saúde, na educação, na segurança pública, bem como fazer uma grande mudança na gestão dos recursos públicos”. O discurso é do governador Marcelo Miranda, na mensagem enviada ao Legislativo, na semana que passou.

Impedidas de participar de licitações

Atendendo pedido do Mi­nistério Público Estadual (MPE), a Justiça manteve decisão liminar que impede um grupo de empresas sediadas em Goiás de participar de licitações e de efetuar qualquer contratação com o poder público no Estado do Tocantins. A decisão atinge cinco empresas, que estão sendo acusadas pelo MPE de serem utilizadas por uma quadrilha para burlar o caráter competitivo das licitações que participavam. Mantêm-se impedidas de contratar com o poder público as empresas Irriga Máquinas e Iluminação Ltda, Iluminar Ma­teriais Elétricos Ltda, Ultrawatts Materiais Elétricos Ltda, Elétrica Radiante Materiais Elétricos Ltda e Jorge Luis Rodrigues de Siqueira ME, que atuam no fornecimento de materiais elétricos e na prestação de serviços de iluminação.

Petebistas vão doar seus auxílios-moradia

Talvez por estarem envergonhados ou tentando ganhar dividendos eleitorais, os dois deputados estaduais petebistas – Eduardo Siqueira e Carlesse – já avisaram que vão doar o auxílio-moradia a que têm direito por força de lei (no valor de R$ 3,8 mil) a instituições de caridade.