Notícias

Encontramos 149869 resultados
O senador Ronaldo Caiado está isolado em Goiás, dependente do PMDB de Iris Rezende

caiado-destak Há um consenso de que, depois de eleito senador, Ronaldo Caiado, do DEM, está mais prestigiado no país do que em Goiás. No estado, por falta de bases partidárias, o democrata está praticamente ilhado. Tanto que, no lugar de dialogar com integrantes do parte, prefere manter mais contato com políticos do PMDB, como José Nelto, Iris Rezende e Sandro Mabel. Agora, para pior sua situação, o senador Wilder Morais tende a trocar o DEM pelo comando do PP.

Marconi Perillo pode disputar Presidência da República pelo PSB?

Há quem aposte, em Brasília, que o governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo, vai disputar a Presidência da República pelo PSB. Políticos dizem que o perfil do tucano Marconi Perillo é semelhante ao de Eduardo Campos, o falecido político pernambucano. O tucano-chefe de Goiás é socialdemocrata, tem discurso afiado e boa aparência — assim como Eduardo Campos.

Governador anuncia para 2016 a conclusão do Hospital Regional do Norte

Término da obra estava entre as solicitações da prefeita Solange Bertulino, do PMDB

Frederico Nascimento deve disputar mandato de vereador em Goiânia

O ex-deputado estadual Frederico Nascimento deve ser candidato a vereador em Goiânia pelo PSD. A recomendação para que dispute é do presidente regional do PSD, Vilmar Rocha.

Prestigiado por empresários, Beto Senador vai disputar mandato de vereador

Beto Senador é uma das apostas do PHS para vereador em Goiânia. Ele já foi vereador. Ex-dono de restaurante, Beto Senador tem o apoio de empresários e é visto pelo presidente do PHS, Eduardo Machado, como uma estrela política.

José Eliton pode disputar a Prefeitura de Goiânia? Há quem aposte nisso. Ele quer disputar o governo

Há quem aposte que o vice-governador José Eliton está sendo preparado para disputar a Prefeitura de Goiânia.

Povo deve ser ouvido sobre políticas públicas

Pedro Baima A elaboração de políticas públicas é uma reunião de agentes públicos, agentes privados e outros cidadãos e, todos os dias, gestores participam da elaboração de políticas públicas que afetam positiva ou negativamente a vida de milhares de pessoas. Entre­tanto, existe historicamente uma assimetria de poder e de saber que legitima muitas injustiças e que impedem a elaboração de políticas públicas equânimes. Tenho percebido que existe uma contradição da prática no trabalho do elaborador de política pública que o antropólogo Johannes Fabian chama de aporia, isto é, uma distância entre o estudo de campo e a elaboração do projeto por falta de uma interação comunicativa com o Outro, que são os cidadãos que terão suas vidas impactadas pela política pública. E para romper com essa distância, tenho sugerido a adoção do tempo intersubjetivo compartilhado e de maneira coeva na elaboração dessas políticas públicas. O contrário do tempo coevo é a negação da coetaneidade, que muitas vezes é proporcionada pela ênfase da visão dos policy-makers sobre a sociedade à singeleza da audição, e que estando em tempo diferente dos demais atores, o tempo do progresso, do desenvolvimento e da modernidade, partem de uma visão evolutiva como ponto de partida. Quando nos posicionamos assim, todas as afirmações sobre os outros passam a se relacionar com as nossas experiências como observadores e que, portanto, não passam de representações da realidade. Se conhecimento é poder, há uma brecha que favorece a assimetria de poder e de saber dos atores envolvidos nessas políticas quando a racionalidade científica exige a imparcialidade ou neutralidade do gestor, pesquisador ou outro operador dessa lógica que fundamenta nosso saber, neutralidade muito comum nas chamadas hard sciences. Nesse caso, o uso do Tempo quase invariavelmente é feito com o propósito de distanciar aqueles que são observados do Tempo do observador e se tornam discursos imperialistas que buscam o direito de ocupar os espaços “vazios”, subutilizados e subdesenvolvidos para o bem comum da sociedade, mas que na verdade não passam de mecanismos de dominação praticados pelas classes dominantes. Dessa maneira, o Tempo intersubjetivo parece impedir qualquer tipo de distanciamento, haja vista que a interação social pressupõe intersubjetividade, mas para isso, os atores envolvidos devem assumir o mesmo tempo coevos, isto é, contemporâneos, sem hierarquizações temporais que colocam os atores em posições opostas como desenvolvidos e subdesenvolvidos, capazes de propor soluções e os incapazes, para assim criar um Tempo compartilhado. Ou os gestores se submetem à condição da coetaneidade e lançam mão de um conhecimento etnográfico para alcançar políticas públicas mais justas por meio de investigações e da práxis intersubjetiva ou se iludem na distância temporal e não alcançam a equidade. É fundamental que a elaboração, aplicação e avaliação das políticas ocorram de maneira coeva, com base no Tempo intersubjetivo compartilhado e na contemporaneidade intersocial. Para tanto, devemos superar também a função ideológica dos discursos de progresso, avanço e desenvolvimento que ocultam a contingência temporal da expansão capitalista entendendo que essa negação da coetaneidade é um ato político, e não apenas discursivo. A coetaneidade, portanto, busca reconhecer a contemporaneidade como condição verdadeiramente dialética entre as pessoas, pois ela milita contra falsas concepções da dialética, abstrações binárias que são impingidas como contradições como novo e velho, atrasado e evoluído etc. Dia 25 de agosto às 9 horas, em reunião ordinária, vou propor ao Conselho Municipal de Meio Ambiente (Commam) a criação de uma Câmara Técnica que terá o objetivo de ouvir as pessoas impactadas por projetos ambientais durante a sua elaboração, e não apenas após a sua conclusão, para quem sabe assim, pavimentar a estrada que nos levará à efetiva participação, controle popular dos projetos e apropriação dos conselhos pela sociedade. Você é meu convidado. Pedro Baima é conselheiro no Conselho Municipal de Meio Ambiente de Goiânia. Email: [email protected]

“Mediocridade, incompetência e autoritarismo”

Jales Naves A gestão da Pontifícia Univer­sidade Católica de Goiás, desde que Wolmir Amado assumiu a Reitoria, tem sido lamentável: pela incompetência; mediocridade; autoritarismo e prepotência; pela omissão da Igreja. Conheci de perto essa arrogância. Todos conhecem os problemas. Não há diálogo e sobram vaidades, bajulações e servilismo. Quando os servidores passam a conhecer os dirigentes da instituição, vão se distanciando e muitos logo são demitidos, sem qualquer justificativa. Não há na PUC Goiás uma política para valorizar e estimular a produção científica, a pesquisa, para que a Universidade cumpra o seu real papel. O trabalho do professor Altair Sales Barbosa é reconhecido nacional e internacionalmente, pela sua competência, dedicação, conhecimentos e determinação. O desfecho agora conhecido é resultado de perseguições, desprezo, humilhações e inveja. Ele foi um exemplo. Realizou muito, projetou a instituição, carreou recursos para as diversas atividades que liderou, implantou e consolidou, como o Instituto Goiano de Pré-História e Antro­pologia (IGPA), o Instituto do Trópico Subúmido (ITS) e o Memorial Cerrado, todos grandes centros de estudos, experimentações e pesquisas. Não foi devidamente valorizado, reconhece que a Universidade não tem um projeto claro e voltado para a região, e optou pela demissão voluntária. Uma pessoa admirada e respeitada. Só temos a lamentar a saída de uma pessoa brilhante, estudiosa, um pesquisador, que sabe fazer e fez. Perdem Goiás, a pesquisa, o Cerrado e todos nós. Jales Naves é escritor.

Artigo aprovado em congresso internacional

As servidoras Simone Domin­gues e Dayse Mysmar, do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), tiveram artigo aprovado no Congresso Internacional de Edu­cação à Distância. O artigo expõe que o Plano Nacional de Capacita­ção Judicial de magistrados e servidores do Poder Judiciário (PNCJ) inclui apenas os aspectos comuns aos distintos ramos do Poder Judi­ciário, cabendo ao TJ desen­volver seus programas específicos, incrementando-os de acordo com suas características e necessidades próprias, ajustando-se ao Plano Permanente de Capa­citação (PPC). De acordo com as autoras, “o trabalho é uma oportunidade única e essencial para a representação do Poder Judiciário de Goiás em um evento internacional, demonstrando como o órgão supre a necessidade de qualificar e aperfeiçoar seus servidores, atendendo à demanda imposta pela sociedade na exigência de uma prestação jurisdicional com eficiência, conforme normatização do Conselho Nacional de Justiça. Constitui ainda o conjunto de diretrizes norteadoras das ações promovidas pelas escolas judiciais brasileiras na formação e aperfeiçoamento de magistrados e servidores do Poder Judiciário, integrando-as a um sistema harmônico e conjugando os esforços de cada uma, na busca do ideal comum de excelência técnica e ética da magistratura nacional e dos servidores da justiça”.  

“Que alguma grande universidade cuide de absorver o passe – agora livre – do grande mestre do Cerrado Brasileiro”

Luiz de Aquino Alves Neto Sobre a nota “Pressionado, Altair Sales, o cientista que mais entende de Cerrado no Brasil, pede demissão da PUC-GO” (Jornal Opção, coluna Imprensa, 2091): Conheci Altair Sales Barbosa em nosso primeiro ano do curso de Geografia, na então Universidade Católica de Goiás. Atuamos juntos naqueles primeiros anos acadêmicos. Vi-o trancar a matrícula para, logo após concluído o segundo ano, acompanhar o Padre Schmidt, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), a uma longa jornada de pesquisa no deserto de Atacama, no Chile. Desde então, se tornou pesquisador, inicialmente; tão logo graduou-se, passou a professor. Fundou o Instituto de Pré-História e Arqueologia e, depois, o Instituto do Trópico Subúmido. Antes, na nossa condição de jovens universitários iniciantes, fundamos, juntos, o Instituto Geográfico de Estudos e Pesquisas (Igep), que o ministro Jarbas Passarinho, da Educação, mandou fechar porque os poderosos da ditadura tinham medo de organizações estudantis, ainda que desprovidas de propósitos políticos. Acompanho a vida desse querido amigo e muito distinto cientista há muitas décadas (em abril de 1968, escapamos dos tiros da PM na Catedral; dias depois, escapamos novamente dos tiros na Praça do Bandeirante, quando o coronel Pitanga mandou descer a “mutamba” na pele da estudantada que gostava da Liberdade e dos direitos civis). Vi-o crescer sempre, tornar-se mestre e depois doutor; tenho a honra do meu nome listado entre as pessoas a quem ele dedicou sua tese de doutorado e o orgulho de ostentar, no meu livro “Poemas de amor e Terra”, belíssimo texto crítico no qual ele sempre me “acusa” de ter trocado a Geografia pela Poesia e a Boemia. Alonguei-me demais, mas ainda não acabei. Uma assessora não nominada na matéria diz que Altair Sales Barbosa é enganador. Se a referência se faz ao cientista, ao professor e ao homem Altair, contesto-a com veemência – mas se foi o caso de ela alimentar sonhos em torno da pessoa de Altair Sales Barbosa, lamento muito; ela pode ter sido vítima, sim, mas de algum autoengano. Infelizmente, o prejuízo recai não somente sobre a instituição Pontifícia Universidade Católica de Goiás, mas sobre a comunidade acadêmica brasileira como um todo! Que alguma grande universidade cuide, muito rapidamente, de absorver o passe – agora livre – do grande mestre do Cerrado Brasileiro! Luiz de Aquino Alves é poeta.

Vereador Vinicius Luz assume o comando do PSDB de Jataí

[caption id="attachment_37045" align="aligncenter" width="620"]Vinicius Luz diz que o prefeito de Jataí não trabalha para aumentar a renda do município | Foto: reprodução / Facebook Foto: reprodução / Facebook[/caption] O vereador Vinicius Luz — um dos poucos políticos que fazem oposição consistente ao prefeito de Jataí, Humberto Machado, administrador competente, mas autoritário —, assumiu a presidência do PSDB no município. A decisão foi tomada numa reunião com o presidente regional do partido, Afrêni Gonçalves; o secretário de Articulação Política do governo de Goiás, Sérgio Cardoso; o secretário-geral do PSDB, João Meirelles, e o tesoureiro da legenda, Paulo de Jesus Assim ficou a comissão provisória que vai dirigir o PSDB local: Vinicius Luz, presidente; Thiago Maggioni, vice-presidente; Marina Silveira, secretária; e Victor Priori, tesoureiro. Eduardo Jailton Prado Naves, Aládio Ramos Vilela e Antonio Carlos Caetano também compõem a comissão provisória. Em breve, o PSDB vai convocar uma convenção municipal para eleger o diretório.

Valcenor Braz vai para vaga de Honor Cruvinel no TCM. Vaga de Tião Caroço será de Sérgio Cardoso

Valcenor Braz deve substituir Honor Cruvinel no cargo de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios. Em 2016. Para a vaga de Sebastião Monteiro, o Tião Caroço, vai Sérgio Cardoso.

Daniel Goulart deve ser o próximo presidente do TCM de Goiás

O conselheiro Daniel Goulart deve ser o próximo presidente do Tribunal de Contas dos Municípios, substituindo Honor Cruvinel.

Prefeitura de Valparaíso condenada

opcaoA mulher e filhos de Luiz Mendonça de Souza deverão ser indenizados pelo município de Valparaíso de Goiás, em R$ 150 mil, por danos morais. Consta dos autos que Luiz era obreiro do município e morreu no dia 11 de novembro de 2005 após cair e ser atropelado por caminhão da prefeitura. Ele era transportado em pé no vão da carroceria, pois a cabine estava lotada. A família também receberá pensão mensal no valor de dois terços do salário que Luiz recebia até a data em que ele completaria 65 anos. A decisão é da 6ª Câmara Cível que, à unanimidade, seguiu voto do relator, desembargador Fausto Moreira Diniz (foto), e reformou parcialmente sentença do juízo da Vara das Fazendas Públicas e 2ª Cível de Valparaíso de Goiás. Em primeiro grau, a indenização por danos morais havia sido estabelecida em 500 salários mínimos e a pensão em dois terços do salário mínimo. No entanto, o relator decidiu diminuir os danos morais por entender que a quantia seria desarrazoável e aumentar a pensão ao observar que o valor do salário do servidor havia sido comprovado pela família.

Advogado aposta que Enil Henrique vai desistir da reeleição na OAB-GO

Comentário de um advogado veterano, ex-professor universitário: “Não se surpreenda se o presidente da OAB-Seção de Goiás, Enil Henrique, desistir da reeleição”. Na opinião do advogado, Enil Henrique está pensando, no momento, em quatro possibilidades. Primeiro, disputar a reeleição. Segundo, optar por não ser candidato. Terceiro, ficar neutro, quer dizer, não apoiar nenhum candidato. Quarto, apoiar Flávio Buonaduce.

Se Lúcio Flávio for eleito, a universidade perde grande mestre, mas OAB não ganha grande advogado

Uma advogada, que se apresenta como admiradora de Lúcio Flávio — cujo guia intelectual é Leon Deniz —, faz uma análise no mínimo curiosa: “Se Lúcio Flávio Paiva for eleito presidente da Ordem dos Advogados do Brasil-Seção de Goiás, a universidade perde um grande professor, mas a defesa da advocacia não ganha um grande advogado”. A tese da professora é comentada por vários advogados. Na opinião deles, Lúcio Flávio é mais professor do que advogado. Embora tenha um escritório de advocacia, sua visão seria mais teórica do que prática. O trabalho pesado do escritório estaria sendo feito por seu sócio.

Audiência de custódia chega a Goiás

Demorou, mas Goiás também terá audiência de custódia. Marco da atual gestão do Con­selho Nacional de Justiça (CNJ), o projeto Audiência de Custódia alcançou a meta de 11 adesões na sexta-feira, 14, com solenidade de lançamento em Pernambuco. A primeira audiência de custódia do Estado e a assinatura do termo de cooperação com o Judiciário local foi no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE), com a participação do presidente do CNJ e do Supremo Tribu­nal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski. Desde fevereiro, quando o modelo nacional foi iniciado em São Paulo, as audiências de custódia foram instituídas nos Estados do Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Ama­zo­nas, Tocan­tins e Goiás. A agenda de lançamentos em todo o país segue até o início de outubro, com a adesão do Tribunal Regio­nal Federal da 4ª Região (TRF4). Ainda na sexta-feira, Lewan­dowski participou do lançamento da Audiência de Custódia no Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB). O projeto implica a apresentação do preso em flagrante a um juiz no prazo de 24 horas e vem reduzindo significativamente o encarceramento desnecessário, com quedas de até 40% na prisão preventiva. Partindo de princípios do Pacto de San José da Costa Rica (1992), do qual o Brasil é signatário, as audiências de custódia também fomentam eficiência logística e de inteligência do Estado, além de reduzirem gastos públicos com o sistema carcerário.

“Farra do boi”

A Câmara dos Depu­tados protagonizou na semana passada um triste episódio da vida real ao aprovar a PEC 182/07 que autoriza empresas continuarem a fazer doações a partidos políticos. A farra do boi encenada na “operação Lava Jato” agora ficará institucionalizada, mesmo com o posicionamento da maioria do Supremo que votou contra as doações de empresa a partidos ou a candidatos a cargos eletivos. A PEC aprovada acaba ainda com a reeleição para prefeitos, governadores e presidente da República.