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O mecenato de Dom Pedro II: de Wagner a Pasteur

Além da subvenção estatal, o mecenato vinha do bolso de Dom Pedro II. O pintor Pedro Américo foi para Roma com bolsa de estudo custeada por Dom Pedro. Dinheiro do próprio bolso do imperador

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ARAGUAIA EM FOCO
Cuidado e saúde entre os Inỹ Karajá de Buridina

Em nossos projetos tentamos entender como se dá a construção de uma saúde intercultural entre os Inỹ Karajá da aldeia Buridina, em Aruanã (GO), articulando o atendimento oferecido pelo SUS e os saberes tradicionais ligados ao território, à ancestralidade e ao Rio Araguaia

PONTO DE PARTIDA
Por que Marconi não valorizou a segurança e a polícia quando governador? Quem não se lembra do Simve e das greves?

Ex-governador tem defendido a valorização das forças policiais, mas, quando esteve no poder, seu mandato foi marcado por greves e desrespeito com acordos já firmados com a categoria. Quem não lembra do Simve, programa inconstitucional que pagava a um PM voluntário metade do salário do PM concursado?

“No Senado, quero mostrar ao Brasil tudo o que deu certo em Goiás. Hoje, não tenho dúvida de que o Estado é um case de sucesso”, diz Gracinha Caiado

Da reunião que mudou sua vida ao comando do Goiás Social, Gracinha Caiado relembra a trajetória na política, destaca o combate à pobreza em Goiás e fala sobre os desafios da participação feminina

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Disputa acirrada
Confira os favoritos dos partidos na disputa por uma vaga de deputado federal em Goiás

O levantamento reúne parlamentares que tentam a reeleição e candidatos que, mesmo sem mandato, conseguiram construir estruturas políticas capazes de colocá-los na disputa pelas primeiras posições

TECNOLOGIA
IA transforma o campo em Goiás e ajuda produtores a prever riscos e reduzir custos

Tecnologia já é usada para monitorar lavouras, contar rebanhos, prever manutenção de máquinas, orientar decisões e reduzir desperdícios

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EDITORIAL
Caiado e Zema driblam jornalismo engessado da Globo e falam diretamente com os eleitores

Candidatos não vão às entrevistas para “atenderem” às exigências dos jornalistas, e sim para se comunicarem com os eleitores, contornando os intermediários

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Basta de intermediários, Renata Vasconcellos para presidente

Os candidatos a presidente habilmente se apresentam e expõem suas ideias básicas, não se detendo em temas complexos ou espinhosos. Mas quem está brilhando é Renata Vasconcellos

Galvão Bueno voltará à Globo para ganhar mais de 1 milhão de reais?

O colunista Alessandro Lo-Bianco garante que ele deve narrar parte do Campeonato Brasileiro de 2026, a Copa do Mundo de 2030 e até corridas de Fórmula 1

José Machado é o candidato a deputado estadual mais rico da federação PSDB & Cidadania

A federação PSDB & Cidadania tem sete candidatos a deputado estadual apontados como consistentes por experts na política de Goiás. A tendência é que de três a quatro serão eleitos.

Hélio de Sousa: ex-deputado estadual pelo PSDB | Foto: Marcos Kennedy

O superfavorito é José Machado, de Goianésia. Depois, os favoritos são Romário Policarpo, do Cidadania, e Gustavo Sebba, do PSDB. Gugu Nader, de Itumbiara, corre por fora (ele aposta que terá entre 30 mil e 35 mil votos).

Evandro Magal: Prefeito de Caldas Novas Evandro Magal | Foto: Reprodução | Foto: Reprodução

O site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa quais são os candidatos mais ricos. José Machado, da lista dos postulantes eleitoralmente consistentes, é o mais rico. Ele é milionário.

Gustavo Sebba: deputado estadual e médico | Foto: Assembleia Legislativa

Lista dos candidatos mais ricos da federação

José Machado (PSDB) — 5,6 milhões de reais

Hélio de Sousa (PSDB) — 2,7 milhões

Evandro Magal (PSDB) — 1,6 milhão

Gustavo Sebba (PSDB) — 1,3 milhão

Gugu Nader (PSDB) — 1,1 milhão

Romário Policarpo (Cidadania) — 972 mil

Clécio Alves (PSDB)  — 533 mil

Fonte: Site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Não deixa de ser curioso que os mais ricos da federação sejam de Goianésia, no Vale do São Patrício. (E.F.B.)

José Nelto é o candidato a deputado federal mais rico da federação UB + pP, superando Bruno Peixoto

Candidato pelo União Brasil, José Nelto tem uma fortuna de quase 50 milhões. A supercampeã eleitoral de 2022, Silvye Alves, é mais pobre: tem bens avaliados em 771 mil reais

Bruno Peixoto, presidente da Assembleia Legislativa | Foto: Guilherme Alves/Jornal Opção

A federação União Brasil & pP tem cinco candidatos consistentes eleitoralmente a deputado federal: Adriano do Baldy, Bruno Peixoto, Delegado Waldir Soares, José Nelto e Silvye Alves.

Adriano do Baldy: deputado federal pelo pP | Foto: Câmara dos Deputados/Divulgação

A tendência é que os cinco sejam eleitos — dado o fato de que tem dois puxadores de voto: Bruno Peixoto e Silvye Alves. Além deles, José Nelto tende a obter uma votação superior à de 2022 — quem sabe, na faixa de 130 mil votos. O parlamentar aposta que terá mais — até 150 mil votos. Sua estrutura político-partidária em 2026 é o triplo da estrutura de 2022.

Delegado Waldir Soares: ex-deputado federal pelo União Brasil | Foto: Bárbara Noleto/Jornal Opção

Delegado Waldir não pode ser subestimado, pois, em dois pleitos, foi o mais votado de Goiás. Sua votação até hoje não foi superada, nem mesmo por Silvye Alves, a campeã de 2022.

Silvye Alves e Bruno Peixoto são apontados como possíveis campeões de voto em 2026.

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Silvye Alves: deputada federal pelo União Brasil de Goiás | Foto: Câmara dos Deputados

Dos cinco, o mais rico, disparado, é o multimilionário José Nelto.

Confira a lista dos mais ricos do UB + pP

José Nelto (União Brasil) — 46,3 milhões de reais

Bruno Peixoto (União Brasil) — 6,2 milhões

Adriano do Baldy (pP) — 3,6 milhões

Delegado Waldir (União Brasil) — 735 mil

Silvye Alves (União Brasil) — 771 mil

Fonte: site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Curiosamente, a mais “pobre” dos cinco tende a ser mais votada, ao lado de Bruno Peixoto. (E.F.B.)

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Poesia de Philip Larkin sai pela Companhia das Letras com tradução de Paulo Henriques Britto

O bardo britânico havia sido traduzido, se maneira esparsa, por tradutores do porte de Jorge Wanderley e Abgar Renault. Mas não havia nenhum livro

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A criatura, Velomar Rios, planeja derrotar o criador, Adib Elias, em 2028. É uma guerra edipiana no Sudeste goiano

O objetivo do prefeito de Catalão é contribuir para a derrota de Adib Elias em 2026 para deixá-lo enfraquecido para a disputa de 2028

O prefeito de Catalão, Velomar Rios, é um diplomata. Mas sabe jogar duro.

Por que decidiu apoiar a reeleição do deputado estadual Jamil Calife, do pP, e não Adib Elias, do MDB?

Velomar Rios é uma “cria” da fábrica política do ex-prefeito Adib Elias. Nas duas vezes em foi eleito, Adib Elias o bancou. Na segunda disputa, o apoio de Adib Elias foi importante, mas nem tanto. Porque o pupilo havia se fortalecido.

Velomar Rios percebeu que, se for eleito deputado estadual, Adib Elias ficará muito forte politicamente. Então, será candidato a prefeito de Catalão, em 2028, exatamente contra o prefeito, em condições relativamente favoráveis

Porém, como Velomar Rios se fortaleceu? Pelo fato de Adib Elias tê-lo indicado para a Secretaria de Saúde de sua gestão.

Entretanto, quando chegou a hora de escolher entre Adib Elias e Jamil Calife, Velomar Rios não hesitou. Ficou ao lado do segundo. O motivo é prosaico e lógico..

Velomar Rios percebeu que, se for eleito deputado estadual, Adib Elias ficará muito forte politicamente. Então, será candidato a prefeito de Catalão, em 2028, exatamente contra o prefeito, em condições relativamente favoráveis.

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Velomar Rios: prefeito de Catalão pelo MDB e ex-aliado de Adib Elias | Foto: Guilherme Alves/Jornal Opção

Por isso, Velomar Rios decidiu apoiar Jamil Calife. Por gratidão, teria de apoiar Adib Elias. Mas, realista, optou pelo menor “dano”. Ou “dano” nenhum.

Jamil Calife não é nenhuma ameaça política a Velomar Rios, porque não será candidato a prefeito (deve ser, possivelmente, em 2032). Já Adib Elias — e não a oposição tradicional — é um perigo para o prefeito.

Se derrotar Adib Elias em 2028, Velomar Rios se tornará o maior líder político de Catalão. Ele ficará na história como o político que “aposentou” (e até “destruiu”) Adib Elias. O que não é pouca coisa. A armada de Jardel Sebba, do PSDB, tenta retirar Adib Elias do palco há anos, sem conseguir.

Renato Ribeiro está de olho nos guerreiros

O clima de Catalão já é de guerra — com exércitos montados, inclusive em rádios, dos dois lados. A turma de Adib Elias “ataca” mais Velomar Rios, o adversário de 2028, do que Jamil Calife, o adversário de 2026.

Renato Ribeiro: pré-candidato a prefeito de Catalão pelo PL | Foto: Divulgação

De acordo com uma fonte, Adib Elias “importou” um radialista de Caldas Novas única e exclusivamente para fustigar Velomar Rios.

A turma de Velomar Rios também começa a “criticar” Adib Elias, notadamente nas redes sociais. O prefeito é cauteloso, mas estaria disposto a pôr sua infantaria contra Adib Elias em breve. Uma fonte velomarista disse: “Adib quer guerra? A terá”.

Pode-se sugerir que 2028 chegou antes de 2026 em Catalão. Porque 2026 joga a grande disputa de 2028 — a da prefeitura. Enquanto os “grandões” digladiam, o “pequeno” Renato Ribeiro, do PL, fica só olhando. Em 2028, daqui a dois anos e um mês, poderá se tornar a alternativa aos brigões. (E.F.B.)

Jaime Câmara Júnior Foto de Weimer Carvalho O Popular
Por que expediente de O Popular excluiu Júnior Câmara e não exibe nomes dos novos executivos?

O Grupo Zahran certamente tem executivos em “O Popular” e na TV Anhanguera, mas decidiu não divulgar seus nomes. Os jornalistas-editores foram mantidos no expediente

O expediente de um jornal conta sua história, mesmo quando o grupo fundador já não mais o dirige.

“O Popular”, com seus quase 90 anos, foi vendido para o Grupo Zahran, de forte atuação no Mato Grosso do Sul e no Mato Grosso — com duas afiliadas da Rede Globo.

O jornal foi vendido no pacote cujo diamante era e é a TV Anhanguera, outra afiliada da Globo. O jornal era e é, por assim dizer, cassiterita. Ou pelo menos parece ser visto assim (se for, é um equívoco, porque se trata de um bom jornal, de história positiva).

Expediente de O Popular
Observe que o nome de Jaime Câmara Júnior não aparece mais no expediente | Foto: Jornal Opção

Seu expediente mantém os nomes dos três irmãos fundadores — Joaquim Câmara (1909-1989), Jaime Câmara (1909-1989) e Rebouças Câmara (1898-1973) — e excluiu o nome de um dos mais longevos dirigentes da empresa, Jaime Câmara Júnior, que o mercado conhece como Júnior Câmara, para distingui-lo do pai.

A exclusão do sócio minoritário

Vale o registro de que, quando o negócio foi fechado, o Grupo Zahran anunciou que Jaime Câmara Júnior continuaria como acionista, ainda que minoritário.

Caio Turqueto e Giane Maria e Nicomedes Silva Filho e Pedro João Zahran Turqueto e Vanderley Mazine Foto de Fábio Lima O Popular 2026 ok3
Caio Turqueto, Giane Maria (do RH), Nicomedes Silva Filho, Pedro João Zahran Turqueto e Vanderley Mazine: dirigentes do Grupo Zahran | Foto: Fábio Lima/O Popular/2026

Por que excluir o nome de Jaime Câmara Júnior — o empresário que levou adiante os produtos criados pelo pai e irmãos? Talvez porque está vivo e os novos proprietários não querem sua “sombra” sempre presente, a começar do nome no expediente.

Entretanto, não deixa de ser curioso o fato de que, tendo retirado o nome de todos os executivos — Guliver Leão, Ronaldo Ferrante e Breno Machado —, o Grupo Zahran não indicou, no expediente, o nome de ao menos um dirigente.

É provável que os dirigentes que estão (ou estiveram) em Goiânia — caso de Nicomedes Silva — sejam provisórios. O Grupo Zahran certamente está à procura de executivos definitivos.

Os nomes de todos aqueles que cuidam do jornalismo foram mantidos: Silvana Bittencourt (estranhamente, acima de seu nome, aparece “editores executivos”, mas só há uma editora-executiva), Elisângela Nascimento (gerente de Conteúdo Digital), Ivânia Cavalcanti, Pedro Nunes e Vitor Santana. Os três últimos são “editores online”.

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A hora da lealdade: o Gustavo Mendanha de 2026 é o mesmo de 2022?

Em 2022, o ex-prefeito de Aparecida se recusou a apoiar a aliança entre Ronaldo Caiado e Daniel Vilela. Quatro anos depois, ataca Gracinha Caiado