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Além da subvenção estatal, o mecenato vinha do bolso de Dom Pedro II. O pintor Pedro Américo foi para Roma com bolsa de estudo custeada por Dom Pedro. Dinheiro do próprio bolso do imperador
Em nossos projetos tentamos entender como se dá a construção de uma saúde intercultural entre os Inỹ Karajá da aldeia Buridina, em Aruanã (GO), articulando o atendimento oferecido pelo SUS e os saberes tradicionais ligados ao território, à ancestralidade e ao Rio Araguaia
Ex-governador tem defendido a valorização das forças policiais, mas, quando esteve no poder, seu mandato foi marcado por greves e desrespeito com acordos já firmados com a categoria. Quem não lembra do Simve, programa inconstitucional que pagava a um PM voluntário metade do salário do PM concursado?
Da reunião que mudou sua vida ao comando do Goiás Social, Gracinha Caiado relembra a trajetória na política, destaca o combate à pobreza em Goiás e fala sobre os desafios da participação feminina
O levantamento reúne parlamentares que tentam a reeleição e candidatos que, mesmo sem mandato, conseguiram construir estruturas políticas capazes de colocá-los na disputa pelas primeiras posições
Tecnologia já é usada para monitorar lavouras, contar rebanhos, prever manutenção de máquinas, orientar decisões e reduzir desperdícios
Candidatos não vão às entrevistas para “atenderem” às exigências dos jornalistas, e sim para se comunicarem com os eleitores, contornando os intermediários
Os candidatos a presidente habilmente se apresentam e expõem suas ideias básicas, não se detendo em temas complexos ou espinhosos. Mas quem está brilhando é Renata Vasconcellos
O colunista Alessandro Lo-Bianco garante que ele deve narrar parte do Campeonato Brasileiro de 2026, a Copa do Mundo de 2030 e até corridas de Fórmula 1
A federação PSDB & Cidadania tem sete candidatos a deputado estadual apontados como consistentes por experts na política de Goiás. A tendência é que de três a quatro serão eleitos.

O superfavorito é José Machado, de Goianésia. Depois, os favoritos são Romário Policarpo, do Cidadania, e Gustavo Sebba, do PSDB. Gugu Nader, de Itumbiara, corre por fora (ele aposta que terá entre 30 mil e 35 mil votos).

O site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa quais são os candidatos mais ricos. José Machado, da lista dos postulantes eleitoralmente consistentes, é o mais rico. Ele é milionário.

Lista dos candidatos mais ricos da federação
José Machado (PSDB) — 5,6 milhões de reais
Hélio de Sousa (PSDB) — 2,7 milhões
Evandro Magal (PSDB) — 1,6 milhão
Gustavo Sebba (PSDB) — 1,3 milhão
Gugu Nader (PSDB) — 1,1 milhão
Romário Policarpo (Cidadania) — 972 mil
Clécio Alves (PSDB) — 533 mil
Fonte: Site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Não deixa de ser curioso que os mais ricos da federação sejam de Goianésia, no Vale do São Patrício. (E.F.B.)
Candidato pelo União Brasil, José Nelto tem uma fortuna de quase 50 milhões. A supercampeã eleitoral de 2022, Silvye Alves, é mais pobre: tem bens avaliados em 771 mil reais

A federação União Brasil & pP tem cinco candidatos consistentes eleitoralmente a deputado federal: Adriano do Baldy, Bruno Peixoto, Delegado Waldir Soares, José Nelto e Silvye Alves.

A tendência é que os cinco sejam eleitos — dado o fato de que tem dois puxadores de voto: Bruno Peixoto e Silvye Alves. Além deles, José Nelto tende a obter uma votação superior à de 2022 — quem sabe, na faixa de 130 mil votos. O parlamentar aposta que terá mais — até 150 mil votos. Sua estrutura político-partidária em 2026 é o triplo da estrutura de 2022.

Delegado Waldir não pode ser subestimado, pois, em dois pleitos, foi o mais votado de Goiás. Sua votação até hoje não foi superada, nem mesmo por Silvye Alves, a campeã de 2022.
Silvye Alves e Bruno Peixoto são apontados como possíveis campeões de voto em 2026.

Dos cinco, o mais rico, disparado, é o multimilionário José Nelto.
Confira a lista dos mais ricos do UB + pP
José Nelto (União Brasil) — 46,3 milhões de reais
Bruno Peixoto (União Brasil) — 6,2 milhões
Adriano do Baldy (pP) — 3,6 milhões
Delegado Waldir (União Brasil) — 735 mil
Silvye Alves (União Brasil) — 771 mil
Fonte: site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Curiosamente, a mais “pobre” dos cinco tende a ser mais votada, ao lado de Bruno Peixoto. (E.F.B.)
O bardo britânico havia sido traduzido, se maneira esparsa, por tradutores do porte de Jorge Wanderley e Abgar Renault. Mas não havia nenhum livro
O objetivo do prefeito de Catalão é contribuir para a derrota de Adib Elias em 2026 para deixá-lo enfraquecido para a disputa de 2028
O prefeito de Catalão, Velomar Rios, é um diplomata. Mas sabe jogar duro.
Por que decidiu apoiar a reeleição do deputado estadual Jamil Calife, do pP, e não Adib Elias, do MDB?
Velomar Rios é uma “cria” da fábrica política do ex-prefeito Adib Elias. Nas duas vezes em foi eleito, Adib Elias o bancou. Na segunda disputa, o apoio de Adib Elias foi importante, mas nem tanto. Porque o pupilo havia se fortalecido.
Velomar Rios percebeu que, se for eleito deputado estadual, Adib Elias ficará muito forte politicamente. Então, será candidato a prefeito de Catalão, em 2028, exatamente contra o prefeito, em condições relativamente favoráveis
Porém, como Velomar Rios se fortaleceu? Pelo fato de Adib Elias tê-lo indicado para a Secretaria de Saúde de sua gestão.
Entretanto, quando chegou a hora de escolher entre Adib Elias e Jamil Calife, Velomar Rios não hesitou. Ficou ao lado do segundo. O motivo é prosaico e lógico..
Velomar Rios percebeu que, se for eleito deputado estadual, Adib Elias ficará muito forte politicamente. Então, será candidato a prefeito de Catalão, em 2028, exatamente contra o prefeito, em condições relativamente favoráveis.

Por isso, Velomar Rios decidiu apoiar Jamil Calife. Por gratidão, teria de apoiar Adib Elias. Mas, realista, optou pelo menor “dano”. Ou “dano” nenhum.
Jamil Calife não é nenhuma ameaça política a Velomar Rios, porque não será candidato a prefeito (deve ser, possivelmente, em 2032). Já Adib Elias — e não a oposição tradicional — é um perigo para o prefeito.
Se derrotar Adib Elias em 2028, Velomar Rios se tornará o maior líder político de Catalão. Ele ficará na história como o político que “aposentou” (e até “destruiu”) Adib Elias. O que não é pouca coisa. A armada de Jardel Sebba, do PSDB, tenta retirar Adib Elias do palco há anos, sem conseguir.
Renato Ribeiro está de olho nos guerreiros
O clima de Catalão já é de guerra — com exércitos montados, inclusive em rádios, dos dois lados. A turma de Adib Elias “ataca” mais Velomar Rios, o adversário de 2028, do que Jamil Calife, o adversário de 2026.

De acordo com uma fonte, Adib Elias “importou” um radialista de Caldas Novas única e exclusivamente para fustigar Velomar Rios.
A turma de Velomar Rios também começa a “criticar” Adib Elias, notadamente nas redes sociais. O prefeito é cauteloso, mas estaria disposto a pôr sua infantaria contra Adib Elias em breve. Uma fonte velomarista disse: “Adib quer guerra? A terá”.
Pode-se sugerir que 2028 chegou antes de 2026 em Catalão. Porque 2026 joga a grande disputa de 2028 — a da prefeitura. Enquanto os “grandões” digladiam, o “pequeno” Renato Ribeiro, do PL, fica só olhando. Em 2028, daqui a dois anos e um mês, poderá se tornar a alternativa aos brigões. (E.F.B.)
O Grupo Zahran certamente tem executivos em “O Popular” e na TV Anhanguera, mas decidiu não divulgar seus nomes. Os jornalistas-editores foram mantidos no expediente
O expediente de um jornal conta sua história, mesmo quando o grupo fundador já não mais o dirige.
“O Popular”, com seus quase 90 anos, foi vendido para o Grupo Zahran, de forte atuação no Mato Grosso do Sul e no Mato Grosso — com duas afiliadas da Rede Globo.
O jornal foi vendido no pacote cujo diamante era e é a TV Anhanguera, outra afiliada da Globo. O jornal era e é, por assim dizer, cassiterita. Ou pelo menos parece ser visto assim (se for, é um equívoco, porque se trata de um bom jornal, de história positiva).

Seu expediente mantém os nomes dos três irmãos fundadores — Joaquim Câmara (1909-1989), Jaime Câmara (1909-1989) e Rebouças Câmara (1898-1973) — e excluiu o nome de um dos mais longevos dirigentes da empresa, Jaime Câmara Júnior, que o mercado conhece como Júnior Câmara, para distingui-lo do pai.
A exclusão do sócio minoritário
Vale o registro de que, quando o negócio foi fechado, o Grupo Zahran anunciou que Jaime Câmara Júnior continuaria como acionista, ainda que minoritário.

Por que excluir o nome de Jaime Câmara Júnior — o empresário que levou adiante os produtos criados pelo pai e irmãos? Talvez porque está vivo e os novos proprietários não querem sua “sombra” sempre presente, a começar do nome no expediente.
Entretanto, não deixa de ser curioso o fato de que, tendo retirado o nome de todos os executivos — Guliver Leão, Ronaldo Ferrante e Breno Machado —, o Grupo Zahran não indicou, no expediente, o nome de ao menos um dirigente.
É provável que os dirigentes que estão (ou estiveram) em Goiânia — caso de Nicomedes Silva — sejam provisórios. O Grupo Zahran certamente está à procura de executivos definitivos.
Os nomes de todos aqueles que cuidam do jornalismo foram mantidos: Silvana Bittencourt (estranhamente, acima de seu nome, aparece “editores executivos”, mas só há uma editora-executiva), Elisângela Nascimento (gerente de Conteúdo Digital), Ivânia Cavalcanti, Pedro Nunes e Vitor Santana. Os três últimos são “editores online”.
Em 2022, o ex-prefeito de Aparecida se recusou a apoiar a aliança entre Ronaldo Caiado e Daniel Vilela. Quatro anos depois, ataca Gracinha Caiado


