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O juiz Rodrigo de Silveira, da 4ª Vara Cível de Goiânia, determinou a redução da taxa condominial de cinco moradores do Residencial Solar Gran Bueno, proprietários de apartamentos na cobertura do prédio, que estavam pagando um valor superior ao dos demais condôminos. Ao igualar no mesmo patamar esse montante e anular duas cláusulas da convenção do condomínio, o magistrado julgou parcialmente procedentes os pedidos formulados pelos residentes, que possuem imóveis na cobertura com dimensões maiores que os outros e, por essa razão, arcavam com um custo maior do condomínio.
Em tempos de eleição, é comum surgirem pesquisas de intenção de voto. Mas essas pesquisas são também confiáveis nas eleições da OAB? Em uma das pesquisas públicas na imprensa, dois pontos chamarão atenção: o primeiro é que quase 70% dos entrevistados não sabem em quem votar; o outro é a margem de erro, de cinco pontos percentuais. Ou seja, grande parte da classe está indecisa e a margem de erro é muito grande.
O escritor irlandês escreveu “Et Tu, Healy” em 1891, quando tinha 9 anos, para homenagear o líder político Parnell, recém-falecido
Na próxima quarta-feira, 7, será divulgada a lista tríplice com os nomes dos desembargadores federais que disputam a vaga deixada no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelo ministro Gilson Dipp, que se aposentou. Ao todo, 16 julgadores concorrem a um lugar na relação final. Três desembargadores têm sido citados pelos ministros do STJ para substituir Gilson Dipp: Kassio Marques, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1); José Marcos Lunardelli, do TRF-3, e Fernando Quadros, do TRF-4. Além deles, outros três nomes também são vistos como possibilidades: Joel Paciornik e Rogério Favretto, do TRF-4; e José Antonio Lisboa Neiva, do TRF-2.
Com obras raras e coleções completas, o acervo era pretendido pelas universidades nas quais o crítico literário e poeta dá aulas há mais de meio século na Europa e no Rio
Mesa redonda entre arquitetas chega a um consenso não muito positivo: estamos seguindo padrões negativos das grandes cidades. É preciso mudar o rumo
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Cileide Alves | Foto: reprodução / Facebook Comunicação Sem Fronteiras[/caption]
Durante o lançamento de um livro de seu ex-marido, Cileide Alves disse a colegas que não se sente humilhada por ter sido rebaixada de editora-chefe para editora de Opinião (de um jornal que não tem opinião e parece se orgulhar em terceirizá-la para profissionais de outros jornais, como Elio Gaspari, da “Folha de S. Paulo”, Eliane Cantanhêde, e Miriam Leitão, de O Globo).
Cileide Alves revelou que, além de editora de Opinião, presta serviços diretamente para o presidente do Grupo Jaime Câmara, Cristiano Roriz Câmara.
O Jornal Opção ouviu 14 profissionais com pouco tempo de carreira, mas que já conquistaram espaço significativo na advocacia goiana para saber: quem eles escolhem como presidente da Ordem? Todos eles disseram preferir o candidato Flávio Buonaduce
As verdadeiras causas que levaram passageiros da área Oeste a se rebelarem e queimarem seis ônibus do Eixo-Anhanguera, em sua extensão na GO-070 até Goianira, estão diretamente ligadas ao espraiamento da cidade sem planejamento e infraestrutura
Pesquisa pode ser questionada após grafias similares serem constatadas por especialista e moradores negarem terem respondido ao questionário
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PMDB mais gordo significa NÃO ao impeachment[/caption]
A história que se conta a seguir pode parecer grosseira e, sem dúvida, é. Porém, como os brasileiros a contam com frequência, vamos repeti-la, sem aviltá-la. Consta que um parceiro traiu a parceira — ou a parceira traiu o parceiro, dá no mesmo —, mas, não queria se separar, pensou numa saída menos dolorosa. Como a traição havia acontecido no sofá da sala de sua residência, imaginou que trocá-lo de lugar era uma saída positiva. Assim fez e assim a traição foi esquecida — permanecendo como “trauma” — e a vida seguiu seu ritmo. Provavelmente com as traições continuando, embora não mais no sofá.
A história do ministério da presidente Dilma Rousseff é parecida. A petista-chefe está cortando oito ministérios. Uma notícia, em tese, pra lá de alvissareira. Mas será mesmo? Na prática, a redução dos ministérios funciona mais do ponto de vista da imagem pública, cristalizando a ideia de que o governo ficará mais enxuto e, portanto, menos dispendioso para a sociedade. Na realidade, a redução dos ministérios não significa que o Estado vai ficar menor. Os ministérios anteriores permanecem incrustados no governo — só que com estruturas e, sobretudo, nomes modificados. As incorporações de ministérios não significam redução da máquina — que continua gigante e muito cara.
Portanto, pode-se dizer que um número menor de ministérios não significa, na verdade, um Estado menor. Não se fala em cortes significativos das estruturas do governo nem de demissões de comissionados da poderosa máquina petista-peemedebista que controla o Estado como se fosse uma propriedade privada.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy — que chegou a pensar em deixar o cargo —, um cortador de custos nato, certamente sabe que a máquina pública continuará paquidérmica.
Mas qual foi exatamente o motivo da reforma ministerial? Se não são os cortes, que serão pequenos, se forem feitos, o que responder? Que a reforma tem como objetivo ampliar o naco de poder do PMDB e, em consequência disto, evitar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Sem o PMDB, o PSDB não consegue aprovar o impedimento da petista.
Os políticos de proa do PMDB são especialistas em emparedar presidentes. Mandou em José Sarney, inclusive com o controle da política econômica, e agora quer e, certamente, vai mandar em Dilma Rousseff. A Sarney de saia está entregando os anéis com o único objetivo de não perder os dedos. O resto é historia da carochinha.
De autoria da psicanalista Claudia Machado, as obras, além de lançadas em Goiânia, ganham o Festival de Cinema, Arte e Biografia de Asolo
No recém-lançado livro, a professora goiana Moema de Castro mostra como a narrativa ficcional de autores se entretece com dados relativos ao povo e costumes árabes
Comemorando 15 anos, o festival traz, além de 118 filmes, mesas e debates sobre a Cidade, o urbano: sua construção e destruição
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Divulgação[/caption]
“Ah, vai/Me diz o que é o sossego/Que eu te mostro alguém/A fim de te acompanhar/E se o tempo for te levar/Eu sigo essa hora e pego carona/Pra te acompanhar.” Pego carona seja para Brasília, Sampa, Rio ou para qualquer outro lugar que toque as canções de “4”, “Ventura”, “Bloco do Eu Sozinho” ou do primeiro álbum, o homônimo. Vambora também? É que Los Hermanos, depois de quatro anos longe dos palcos, voltam a se apresentar. Ainda que sem retorno da banda, que teve início em 1997 e anunciou seu fim dez anos depois, Camelo, Amarante, Barba e Medina se juntam para celebrar os 450 anos do Rio de Janeiro. Por pedidos, anunciaram uma turnê pelo Brasil. Depois de passarem por Belém, Recife e Fortaleza, os cariocas se apresentam no Parque da Cidade, em Brasília, no sábado, 10 de outubro. Eles ainda se apresentam em Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Sampa e, claro, no Rio.

